Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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domingo, 31 de dezembro de 2017

Tarja - From Spirits and Ghosts ( Score for a Dark Christmas)


Ouvir Tarja Turunen cantando é ouvir uma cantora acima da média e de um talento ímpar e este CD é um dos mais bonitos que a cantora finlandesa já lançou. As melodias postas em músicas como O, come, come, Emmanuel e We three Kings são simplesmente lindas e Together, música inédita de Tarja, não fica atrás.

A cantora finlandesa se superou neste CD, ao investir em melodias sombrias que deixam as músicas que compõem o álbum mais bonitas e usa a sua voz como mais um instrumento, já que no meio do metal nenhuma outra cantora joga com a voz do jeito que ela faz, como em Pie Jesu.

CD pra lá de recomendado, com o selo Tarja Turunen de qualidade.

Quando os amigos me lembram que há Accept

Olha, acompanhar muitas bandas, comprando os seus CD's, DVD's e Blu Ray faz com que você passe por cima de outras bandas que ou você quer acompanhar ou que você simplesmente esquece ou ignora que estão ainda em atividade, como o Accept.

Sim, sei que os alemães são bons pacas, sei que Balls to the Wall é um clássico, mas acabei, pela falta de grana e por omissão, deixando o Accept de lado. Três amigos meus foram ao Show do Accept no Rio de Janeiro e me contaram que foi um puta show e que arrebentaram a boca do balão. Um deles, via Foicebook, me mandou um vídeo de uma das músicas tocadas no show e de repente estalou na cachola a bobeira de todos estes anos sem escutar esta banda pra lá de fenomenal.

Nestes tempos que empurram pela sua garganta qualquer porcaria, como Linkin Park, Limp Bizkit, Ministry e, no Brasil, a terra do lixo enfiado na sua garganta pela Globo Lixo, caso você aceite, como parâmetro. Ouvir Accept é um alívio imediato, principalmente ao vivo. Eu, graças a estes amigos, corri atrás de material dos alemães e fui logo no ao vivo mais recente, Restless and Live. Que material e que banda. o show é excelente e me arrependi de não ter ido ao show deles. Eu, para não cometer este mesmo erro outra vez, corri atrás do mais recente, Rise of Chaos, e os mais antigos, faltando, dos mais recentes, Stalingrad. Dark Side of My Heart é muito boa no estúdio e excelente ao vivo, cortesia do Restless.

Com amigos assim, bandas como Accept não passarão despercebidas.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Com Tarja e cia, quem precisa de Amy Lee?

Eu ouvi Oceanborn, da banda Nightwish por volta de 1999 ou próximo e gostei muito das músicas e da vocalista Tarja Turunen à época a frente dos vocais e a faixa The Ridller, pra mim, é a melhor do disco e este é o melhor de toda a discografia dos finlandeses.Vamos para Wishmaster, From Wishes to Eternity, Century Child, Over the Hills and Far Away, Once e por fim o DVD / CD ao vivo End of an Era, onde a cover de Fantasma da Ópera está simplesmente fenomenal e é onde vemos a reação do público à sua entrada. Pareciam hibernar antes dela aparecer no palco.

Descobri, depois, Within Temptation, da bela e pra lá de competente Sharon Den Adel, com Mother Earth e assim segui pro The Silent Force, o DVD The Silent Force Tour, Black Symphony, CD e DVD, Hydra, Let us Burn. É ao vivo que vemos que a sua delicada voz tem um alcance incrível e as suas performances no palco são repletas de simpatia com o público e carisma.Sua presença de palco é incrível.

Da Holanda ( sempre de lá), vem Floor Jansen, que começou no After Forever, participou do projeto Star One de Arjen Lucassen, Avalon de Timmo Tolki e coroou sua carreira ao assumir os vocais do Nightwish. Esta moça tem uma senhora pegada rock and roll, presente no CD /DVD Star One Live on Earth e a sua entrada no Nightwish deu uma nova vida a banda e as músicas cantadas por sua antecessora, Anette Olzon, ganharam uma vida nova quando executadas pela cantora holandesa.

Charlotte Wessels, da banda holandesa Delain, com sua voz doce, potente e constante, é um furacão ao vivo, uma força da natureza que não esmorece ou perde potência . Ela esbanja simpatia com o público e encanta o público com a sua simpatia, além de usar, à exemplo de Tarja Turunen, a sua voz como mais um instrumento a serviço da banda.

Daí temos Simone Simons, Sabine Edelsbach e etc., que mostram que, com tanto talento no metal,  Amy Lee é apenas uma criança sem talento brincando de artista talentosa, com apoio de  toda uma mídia pusilânime e tola.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Ver Deep Purple ao vivo- Experiência inesquecível

Eu, até esta sexta feira, nunca vi a lenda do rock, Deep Purple, ao vivo e a cores. Sim, comprei o DVD Live in Verona, with Orchestra, e o assisti, mas isso não foi o suficiente e vi que estava faltando algo, que o festival Solid Rock preencheu.

O primeiro show, da banda Tesla, foi muito bom e eles tocaram com raça, para um público ainda crescente, com alguns fãs dos norte-americanos cantando junto do vocalista Jeff Keith. Espero que voltem ao Rio mais vezes.

Não gostei do Cheap Trick. Se uma apresentação sem sal é o forte deles, que não voltem mais. Com músicas que me levam ao De volta para o futuro, foi, no máximo, passável.

Para tornar a noite quase perfeita, devido ao fiasco do Trick, vieram as lendas do rock, Deep Purple. Esbanjando técnica, simpatia, eles, novamente, mostraram porque são o máximo. Tivemos Space Truckin, Smoke on the Water, Strange Kind of Woman e tantas outras que valeram esta experiência para carregar pra vida. Se você ainda não tem qualquer material ao vivo destes titãs do rock, não perca tempo e compre. Vale cada centavo, porque é ao vivo que eles são insuperáveis.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Dia triste. Faleceu Warrel Dane.

Faleceu Warrel Dane, um dos melhores vocalistas que já ouvi e assim morrem as chances de uma volta do Nevermore. Descanse em paz, titã dos vocais.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Qual a contribuição de Tom Morello para a boa música?

Eu  vejo Tom Morello em algum documentário de algum artista ou até mesmo no extinto That's metal show e pergunto que contribuição para a boa música este sujeito deu.

Como você acha vídeos antigos no Youtube, resolvi pesquisar algo do Rage Against The machine ( banda ruim, mas ruim de dar dó), Audioslave e Prophets of Rage, a junção bizarra com o Public Enemy, vi que a contribuição dele é nula. Nenhum riff é digno de nota, não influenciou ninguém e, sinceramente, nem com toda a boa vontade do Dalai Lama consigo achar que ele é um bom guitarrista ou mesmo competente na execução destas ditas músicas sem vida.

Ele começou a sua carreira no Rage e devia ter terminado ali, mas teimou ou foi enganado e juntou o Audioslave, banda que só era relevante por contar com o finado Chris Cornell, dono de uma senhora voz e que, infelizmente, faleceu. Numa enquete destas da vida, Audioslave ganhou como a melhor superbanda. Graças a Cornell e olhe lá. Se dependesse de Morello, ganharia uma abóbora.

Como ele é péssimo, esta nova banda cairá no ostracismo como as outras duas. Mas a vocação dele para arroz de festa continuará para sempre. Vide That Metal Show.


sábado, 18 de novembro de 2017

Falece Malcolm Young

A banda AC/DC, lenda do rock, anunciou na sua página do Facebook o falecimento de Malcolm Young. Ele, junto de seu irmão Angus, foram os principais responsáveis por tantos clássicos, como o CD Back in Black e vídeos excelentes, como o No Bull.

Deixará saudades nos corações dos fãs da boa música.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

2017 veio a toda. Que venha 2018.

Estamos chegando ao fim deste ano, que passou a 360 KM/H e que ano está sendo para a boa música. No festival pop ( de mal gosto) in rio, tivemos Aerosmith, The Who, algo parecido com Guns e no Vivo Rio Megadeth e ainda neste mês virá ao Brasil, no Rio de Janeiro, Delain e em Dezembro teremos um solid rock um tanto desfigurado, é verdade, mas com Tesla abrindo e com shows de Cheap Trick e Deep Purple.

Será que 2018 será ainda melhor para a boa música no Brasil???? Na torcida para que sim.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Delain - A Decade of Delain : Live in Paradiso


A banda holandesa de metal sinfônico, Delain, completou dez anos em 2015, mas só agora que lançaram um CD / DVD / BLU RAY ao vivo para comemorar a sua primeira década de existência e na famosa casa cultural Paradiso, em Amsterdam, Holanda. 

Com um repertório que cobre grande parte de sua carreira, a banda, composta por Charlotte Wessels ( Vocais), Merel Bechtold e Timo Somers ( Guitarras), Otto van de Oije ( Baixo), Martijn Westerholt (Teclados)  celebra os seus dez anos de carreira e, como toda a festa, não podem faltar os convidados e Marco Hietala ( Nightwish),  um assíduo colaborador da banda, Alissa White Glutz ( Arch Enemy), Burton C. Bell ( Fear Factory), Liv Kristine Espenaes e George Oosthoek celebram junto com a banda este aniversário.

E a trilha sonora desta festança começa com Hands of Gold, Suckerpunch, April Rain, The Tragedy of The Commons, e assim vai, até chegar ao clímax, We are the others onde temos uma banda extasiada por completar a sua primeira década de carreira, convidados felizes de fazerem parte desta celebração e o público, sempre ele, dando o toque de alegria, sendo esta partilhada com a banda, ao tomar toda a casa de espetáculos para estar presente e dar um ar especial a esta grande marca. Que venham mais dez anos desta excelente e versátil banda. Obrigatório pros fãs da banda e de metal sinfônico.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

O CD, o IPOD e o Walkman

Vocês irão se perguntar que raios de título é este. Sim, parece e muito com os títulos de Nárnia. Confesso que me inspiraram a criar este título. Sem mais enrolação, vamos ao que interessa.

O título é relacionado aos avanços tecnológicos que nos permitem curtir os lançamentos das nossas bandas favoritas e a boa música. Assim sendo, vamos pro último item da lista, o walkman. À época, várias pessoas tinham vinil ou fita cassete e para não detonar as pilhas, usavam a velha e até hoje ativa caneta bic, que devido às suas ranhuras, era uma poderosa ferramenta de rebobinar a fita cassete. O som era bom, você podia carregar para uma academia, andar no aterro do flamengo sem ser assaltado ( hoje, isso é impossível. Agradeça aos direitos humanos defensores de bandidos).

Os dois meios de gravação da boa música, CD e Cassete, tem e tinha, respectivamente, os seus meios de reprodução e ambos têm algo em comum que é a ausência de restrição para ouvir e curtir aquele lançamento do seu artista favorito da boa música, o que não ocorre hoje com aparelhos como o IPOD.

A apple store vende faixar separadamente por $0,99 e, ao adquirir tal produto, você ficará restrito ao aparelho acima. Sim, poderá ser utilizado como um walkman e sem o custo de uma bic para rebobinar o que já foi ouvido, mas ficará restrito ao aparelho, não podendo migrar para algum outro aparelho de CD, que apesar das más línguas, está bem forte e bom pra brigar. As gravadoras capricham na embalagem que acompanha o CD e você ainda poderá escutar nos cômodos onde há aparelhos micro sistem ou um bom som. Sim, há um excelente substituto para o walkman e é o IPOD. Ao comprar um CD, caso você tenha um, baixe o ITUNES e importe o CD. Daí é para colocar no IPOD e ser feliz, lendo um livro ou exorcizando aquela excrescência que dizem que é música que tocam nas academias. Assim, não há restrição e sim a mais pura curtição de um grande avanço tecnológico que nos dá conforto.


domingo, 15 de outubro de 2017

Mudança de formação I

As mudanças em algumas das nossas bandas favoritas acontecem e, no início ou sempre, torcemos o nariz para este acontecimento. Temos como exemplos os finlandeses do Nightwish que já contaram em suas fileiras Tarja Turunen, que foi substituida por Anette Olzon e, por fim, teve o posto ocupado pela holandesa Floor Jansen. Eu, provavelmente como muitos, à época, torcemos o nariz para esta mudança e, depois de ouvir Olzon cantando, percebi que a sua saída para a posterior entrada da holandesa foi o melhor que poderia ter acontecido para o Nightwish, vide as caixas Showtime, Storytime e Vehicle of Spirit, além do mais recente CD, Endless Forms Most Beautiful.

Os ingleses do Threshold já sofreram algumas mudanças na formação, seja com saída de vocalista ou de guitarrista.

Pela banda já passaram os vocalistas Jon Jeary, Damian Wilson, Glynn Morgan e Andrew "Mac" Mcdermott. Eu escutei Extinct Instinct, que contava com Wilson nos vocais e gostei da banda, mas as performances cheias de feeling de Mac foram que me tornaram fã da banda, que acompanho até hoje. As suas entonações, espetaculares no ao vivo Critical Energy não são nada menos que brilhantes, especialmente em Narcissus.Infelizmente, ele saiu da banda e veio a falecer algum tempo depois, sendo substituído por Damian Wilson, que, embora não tenha o mesmo feeling de Mac, possui uma entonação bem emotiva e utiliza sua voz em algumas músicas como mais um instrumento, deixando certas músicas como Coda e The box muito prazerosas de serem ouvidas. Já Morgan, que voltou à banda no CD Legends of The Shires, embora tenha uma voz potente, carece do feeling de Mac nas músicas mais cadenciadas e mais parece um recitador que um cantor. Agora a banda conta com apenas um guitarrista, devido à saída de Pete Morten da banda. Boa sorte aos ingleses.






domingo, 1 de outubro de 2017

Threshold- Legends of The Shires


A banda britânica de metal progressivo, Threshold, lança seu 11º album, Legends of The Shires, mas não sem mudanças na sua formação. Saem Pete Morten e Damian Wilson e entra Glynn Morgan, que já fez parte da banda na fase Psychedelicatessen, no lugar de Wilson.

A capa é belíssima e o instrumental, como sempre, quando se fala em Threshold, é impecável. O set duplo já começa com uma bela introdução, The Shire part I e daí emenda para Small Dark Lines, música que virou vídeo clipe, e daí seguimos para The Man Who Saw Through Time, onde Morgan peca um pouco pela ausência de "feeling", mas não compromete a faixa.

Star and Satellites já é aquela música bem cadenciada, com arranjos bonitos pra caramba e aquele toque de classe britânico característico da banda inglesa e já emenda pra On the Edge, outro petardo que vale a pena acionar o repeat do seu aparelho de CD.

A banda pode ter perdido dois importantes membros, Pete Morten e o excelente Damian Wilson, mas achou em Morgan um bom substituto e que não compromete o produto final e assim as lendas dos condados ficam para uma atenta audição para curtir dia sim e outro também.








domingo, 17 de setembro de 2017

Escória!!

Existem músicos que se envolveram com o crime. no rap, como tupac e big, e no metal, como Jon
Nödtveidt e Varg Vikernes e todos jamais deveriam ter qualquer coisa que lançassem no meio musical vendido ou até mesmo notado.

Enquanto o primeiro assassinou um outro dito artista do meio black metal, embora ele diga que foi em defesa própria, o outro foi cúmplice assassinato de um jovem algeriano e ainda temos a banda Decapited envolvida em um estupro coletivo.

Todos estes casos são para rescisão contratual de qualquer gravadora cujos donos tenham caráter, resenha alguma para qualquer coisa que esta escória ponha no mercado, entregando-os, merecidamente ao ostracismo.

O fato de comprar qualquer coisa que estes sujos lancem é passar a mão na cabeça de marginais que acham que o fã sempre irá aceitá-los e privilegiá-los, independentemente do que fizerem. As coisas não podem ser assim e estes marginais devem ser ignorados por qualquer mídia relacionada ao metal, assim como pelos headbanger que comprem vários estilos, incluindo o que estes indivíduos reprováveis atuem ou no caso de Jon, atuavam.

A escória merece o buraco negro do ostracismo e nada mais.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Rio metálico

A cidade do Rio de Janeiro, embora entregue às traças por Cabral e Pé Grande, com a violência aumentando e com mais de 100 policiais mortos covardemente por bandidos, neste ano, virou a rota de excelentes bandas do estilo, como Testament, no circo voador e ainda receberá Delain, Megadeth e dois dos maiores ícones do rock, Deep Purple e Lynyrd Skynyrd, no final do ano. Neste ano, como em 2016, com as vindas de Symphony X e Kamelot, o Rio de Janeiro, além de ainda lindo, recebeu e receberá de braços abertos grandes nomes do metal.

A cidade, berço do execrável funk e do pagodinho vagabundo, virará o destino de muitos bangers, roqueiros, velhos e novos, casados e solteiros, para curtir os melhores sons da face da Terra, o rock e o metal, com representantes de peso, para divertir e possibilitar que os fãs da boa música curtam, divirtam-se e saiam extasiados com os representantes máximos da máxima "quem sabe faz ao vivo".

Teremos Delain no Teatro Odisséia em Novembro dia 21, Megadeth no Vivo Rio em Novembro também, no dia 01, colado no feriado de finados e o  Solid Rock, com Purple e Skynyrd em Dezembro. É para botar o pescoço no estaleiro e encerrar o ano com chave de ouro, esquecendo o pop in rio.

Este será um final de ano verdadeiramente animado.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Blind Guardian Live Beyond The Spheres




Depois de uma longa, muito longa espera, o Blind Guardian lançou um excelente álbum triplo ao vivo, Live Beyond The Spheres, gravado durante a turnê de promoção do CD Beyond the Red Mirror em 2015, onde, entre uma faixa e outra, demonstram o motivo de serem um dos maiores nomes do metal alemão e, porque não, do mundo.

Os bardos alemães já começam a toda com a faixa de abertura do álbum de 2015, The Ninth Wave, que ao vivo é simplesmente espetacular e dai por diante é só deleite, destacando a já supracitada faixa que abre o primeiro CD e as faixas , Banish from Sanctuary, Bright Eyes, Lord of the Rings, Valhalla, Imaginations from the Other Side, Mirror Mirror, enfim, todos os 3 CD's, que vêm em uma caixa em formato digipack, cortesia da Nuclear Blast America, que realizou um trabalho estupendo na embalagem do produto, cujas fotos seguem abaixo. Simplesmente obrigatório.





Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos SantosMa

sábado, 26 de agosto de 2017

Pra que serve o Rage Against The Machine?

Eu já tive o desprazer de ouvir esta bandeca quase obscura de new metal, este gênero ( aqui sim há gênero e não na espécie humana) musical que é completamente desprovido de alma, sangue, raça e constatei que em nada contribuíram para o rock e o metal como um todo.

Não há, em qualquer de suas músicas, um riff que chame a atenção, uma só melodia que deixe os ouvidos naquela empolgação de ouvir uma, duas, raios, mil vezes.

Não há um só CD que seja marcante, que atraia atenção, que se destaque no meio do new metal, diferente de um Korn ou de um Deftones, que buscam melhorar dentro deste estilo e, no processo, se aprimorarem.

Após a sua debandada, não fez falta, e assim voltou ao ostracismo e ao esquecimento do qual jamais deveria ter saído.

Agora, com Tom Morello, o mais irrelevante, medíocre, esquecível e mala sem alça do mundo do new metal, vem aí o tal do prophets of rage, que não passa de um grupo de rap com passadas de "metal", se é que se pode chamar de metal.  A irrelevância continua a mesma, mas agora com uma nova roupagem chamada Prophets of Rage. Só se for a raiva de quem ouviu este troço.

domingo, 6 de agosto de 2017

Endeusamento do vício II

Acho impressionante, no mundo da música, como uma morte por overdose torna um artista, péssimo ou não, uma divindade moderna, um personagem da série American Gods - de teor brutalmente esquerdista- um ser intocável e a prova de reprovação, como uma Janis Joplin, Amy Winehouse e etc., mas jogam no limbo uma morte estúpida como a de Dimebag Darrel, morto por um puto que não aceitava o fim da banda Pantera ( baita banda) e subiu no palco e atirou no guitarrista, covardemente.

O que torna diferente o nível de atenção e exaustiva cobertura da dita mídia especializada é que Dimebag não morreu de overdose e sim pelas mãos de um infantiloide patético. Se ele tivesse falecido de overdose, aí seria alçado ao Olimpo, como o foram as duas artistas acima citadas. Ah, mas Lennon morreu por causa de um psicopata de merda, e ele é lembrado até hoje, também por causa daquela maldita chatice sem tamanho chamada Imagine e também porque ele fez parte dos Beatles e através dos Beatles, ganhou renome, da mesma maneira que Dimebag o fez no Pantera.

Eu li, muito tempo atrás, uma reportagem de mal gosto chamada ou que fazia referência ao clube dos 27, que foram artistas que morreram aos 27 anos de idade, de overdose. Esta dita reportagem nada mais foi que mais querosene nesta idolatria do viciado, mas quando um Greg Lake morre de câncer, este não recebe a mesma atenção que um músico que vai pra vala por overdose, seja de cocaína, heroína, crack e etc.

O the doors não tem uma só música que persevere contra o avançar do tempo, mas o seu vocalista ( que nem cantava direito) é tido como um ícone do rock é por causa de sua morte por overdose. Se morresse por causa de um reles aneurisma, não seria um ícone, infelizmente, do rock.

Este endeusamento do vício presente no culto de celebridades viciadas em drogas e que morreram de overdose é pura imbecilidade.

Endeusamento do vício

A boa música é composta de músicos talentosos, alguns acima da média, mas eles ainda são seres humanos e bem falíveis e também sujeitos aos vícios que destroem tantas vidas até hoje.

É inconcebível que alguns músicos que tenham morrido por overdose ou que sejam viciados em drogas ou álcool recebam até hoje uma reverência quase divina, como se fossem pessoas acima dos seus pares, como ainda o são Jimi Hendrix e Jim Morrison, por exemplo e, como um novo personagem desta reverência absurda, o falecido artista Chester Bennington, da banda linkin park. Este último recebeu até foto de homenagem na Saraiva.com, recentemente.

Infelizmente, acometido de depressão, ele se matou e antes dele, Chris Cornell, que já levava uma vida sóbria e que não recebeu metade das homenagens, das lembranças e nem mesmo uma singela homenagem da Saraiva.com. Por que este tratamento diferenciado entre um e outro? Porque o primeiro, de acordo com o segundo caderno do jornal o globo, sofreu bullying ( coisa que se resolvia na porrada algum tempo atrás) por sua aparência ( bem comum, aliás) e tinha problema com álcool e drogas. Bem, aí está todo o estereótipo esquerdista para uma reverência absurda em cima de uma pessoa que tirou tristemente a própria vida.

Aconteceu um tratamento desproporcional entre o primeiro e o segundo. Um, sóbrio, acometido de uma depressão profunda, vista por expressões como o profundo buraco em minha alma, tirou a própria vida, mas não tinha este estereótipo de eterna vítima da vida como Chester, não morreu no próprio vômito como foi com Hendrix após uma overdose de barbitúricos e por isso não teve metade desta mórbida reverência.

Chester fez parte do linkin park, tem a sua legião de fãs e pelos fãs deve ser lembrado pelo que fez nos palcos, no estúdio, no que foi registrado em DVD's e não por esta verdadeira desgraça que se abateu sobre a sua pessoa ou pelo estereótipo de eterna vítima da vida, que é o que dá ibope e é incendiado pelos vitimistas de plantão.


sábado, 8 de julho de 2017

Heart - Live At The Royal Albert Hall with The Royal Philarmonic Orchestra - Blu Ray



Em Junho do ano passado, a banda Heart se apresentou no Royal Abert Hall, acompanhada da Orquestra Filarmônica Real, e este show está devidamente registrado neste Blu Ray. As irmãs Wilson começam o show a toda, ainda sem a orquestra com Magic Man, mas é quando aparecem os membros da Filarmônica Real que as músicas que fazem parte do mais novo CD, Broken Beautiful como Two, cantada com suavidade por Nancy, I Jump, as consagradas What About Love, These Dreams e Alone e Heaven, com uma performance magistral de Ann Wilson, ficam ainda mais bonitas quando suas melodias são realçadas pela orquestra. Perto do final, sai a orquestra e permanece a banda, afiada, para dar ao público ali presente o seu melhor. Infelizmente, por problemas familiares, o Heart está agora num hiato, que torço para que não seja muito longo e que novas e melhores músicas sejam apresentadas por estas duas forças do rock.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Delain no Brasil.








A banda holandesa de metal sinfônico Delain virá ao Brasil em novembro, na cidade de São Paulo, no Manifesto Bar e no Rio de Janeiro, no Teatro Odisséia. Links abaixo e na Fan Page.

http://www.bandsintown.com/event/14950747-delain-sao-paulo-manifesto-bar-2017?artist=Delain&came_from=127

http://www.bandsintown.com/event/14950748-delain-rio-de-janeiro-teatro-odisseia-2017?artist=Delain&came_from=127

sábado, 1 de julho de 2017

As listas de 10 ou 100 melhores- Não valem nada

Agora virou moda. É lista de metal hammer, lista do Ozzy, lista de fulano, beltrano e sicrano. Essas listas parecem artigo de moda, sempre tem uma e sempre com uma categoria diferente.

Os 100 maiores guitarristas segundo revista X, Y e Z. Os 100 maiores CD's de metal segundo fulano e por aí vai. E pra que isso serve??? Para absolutamente NADA. Quando qualquer pessoa, acredito eu, escolha um CD ou escute ou determinado artista, o faz por gostar do artista que compôs o CD ou este ou aquele dado guitarrista, vocalista, baterista e etc.

Essas listas nada representam para quem acompanha o cenário e já tem as suas bandas favoritas, os seus vocalistas favoritos e por aí vai. Elas não mudarão nada, porque a pessoa, conforme o seu gosto, já tem os preferidos e que sempre estarão no topo da sua preferência, em primeiro lugar na hora do gasto financeiro para aquisição já prevista no seu orçamento pessoal e tal lista não significa nada para estas pessoas.

A protuberância de tais listas está igual a proliferação de ratos, porque sempre aparece uma com uma categoria diferente e puramente para encher o saco. Se você tem os seus artistas favoritos e quer conhecer outros, as reportagens de revistas especializadas são uma ajuda mais que suficiente do que uma lista imbecil que não leva a lugar algum, porque concurso de popularidade não é norte para pessoa alguma escolher o que melhor lhe convém.

A convicção já está formada e não adianta vir listas mis com quem quer que seja na liderança, no primeirão, que, para quem já tem a sua banda ou artistas favoritos, essas listas de nada servem, exceto para papel para ser jogado fora ou simplesmente ignorado.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos


Ayreon The Source



O multi-instrumentista holandês Arjen Lucassen, depois de 5 anos, lança o álbum The Source, do Ayreon, com artistas do quilate de James Labrie, Russel Allen, Tommy Karevik, Floor Jansen, Tobias Sammet,  . 

 São dezessete faixas que refletem com precisão o talento deste artista holandês, que consegue mesclar peso e melodia, o metal e o rock progressivo, a tirar dos artistas envolvidos o seu melhor e os destaques ficam por conta da faixa de abertura, que registra uma influência de Queen, Sea of Machines, Star of Sirrah e Deathcry of a Race, onde há uma leve pitada de musica árabe, com a entrada de Zaher Zorgati, o que dá ainda um vulto maior a um CD simplesmente espetacular.

Se, após um hiato de 5 anos, Arjen lança um CD excelente, ele poderá lançar um CD do Ayreon a cada 5 anos, que a espera será nada menos que recompensadora.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos



























sexta-feira, 30 de junho de 2017

Comparações

Comparações são, quase sempre, inevitáveis. É Metallica versus Maiden, Flamengo e Vasco, e por aí vai. O ser humano, para validar ou tentar validar, recorre a este tipo de recurso para ganhar uma discussão onde o seu ponto de vista prevaleça.

Quando a  discussão sobre quem é o melhor ou se determinado vocalista é  bom ou simplesmente é uma ruindade desprezível e que nem merece atenção alguma, se tem ou não raça e amor no que faz e etc. Às vezes, até mesmo usa de algum artista cujo talento é inegável e estupendo para simplesmente encerrar o mais rápido possível esta partida do campo da conversa, para sair consagrado com a medalha de ouro da mesa de conversas e afins.

O problema é quando o outro lado não aceita e saca uma carta de igual valor ou vai pra cartilha da popularidade, o que nunca é sinônimo de talento ou de habilidade vocal ou instrumental e sai pela tangente com " ah, mas fulano ou fulana vendeu CD pacas." O troco não tarda com " Fulano ou fulana não canta com vida, só recita" e por aí vai.

Não é uma questão de mostrar que o seu ponto de vista é o melhor e sim de vencer a discussão e nesses tempos chatos e de gente fresca pra cacete, a discussão sadia pode virar uma sessão de vitimismos com aquela clássica de " se não gostou é porque não entendeu ou não escutou direito", como se fosse obrigação de gostar de algo. Aí acabou as comparações e entrou o não concordo porque não, com a batição de pé clássica.

Comparações, quando usadas por pessoas sem as frescuras do pessoal chato e chorão dos dias de hoje é agradável e até dá pra dar umas risadas e o clima fica agradável, mas quando entra os malas da linha anterior, você simplesmente quer mandá-los pro maternal mais próximo.


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Royal Hunt- 2016- 25th anniversary



A banda dinamarquesa Royal Hunt conta com 25 anos de atividade e esta data não passou em branco, porque no dia 2 de abril de 2016 eles realizaram um show em Moscou, Rússia e daí saiu o CD duplo e DVD / Blu Ray 2016 Live.

Os artistas, neste show, fazem um ligeiro apanhado de sua carreira no set list apresentado neste lançamento e como quem sabe faz ao vivo, eles não desapontam de maneira alguma.

A banda, capitaneada por André Andersen, principal compositor, transita entre o metal progressivo, o hard rock, o AOR e sempre com grande competência e entrega no palco, como atesta o público moscovita.

Quem quiser conhecer um pouco desta excelente banda, este lançamento é uma grande pedida.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos







terça-feira, 13 de junho de 2017

CD X Arquivo de audio

Eu sempre comprei CD e provavelmente comprarei CD, porque curto demais olhar o folheto, ler as letras, ver os detalhes da produção e os agradecimentos dos artistas que gravaram tal obra.

É algo irrestrito e que você pode até escutar no PC e passar, através de um dado programa, para um dispositivo móvel.

O CD pode ser transportado para qualquer aparelho de som, tenha ele ou não uma porta USB ou um Blacktooth, ou seja, sem restrição.

Os arquivos digitais, pagos ou não, não possuem tal ausência de restrição. Eles podem ser ligados a determinado dispositivo ou não, mas somente funcionarão em aparelhos que tenham ou porta USB ou Blacktooth, demonstrando uma imensa restrição no quesito audição através de um aparelho que não tenha estas ferramentas.

Agora mesmo estou ouvindo Underworld, da banda Symphony X, no drive de DVD /CD do meu PC. Eu comprei este CD e o passei para o Itunes e, por fim, para o meu Ipod, mas o CD será ouvido em um som comum, no PS3 ou até mesmo neste PC de onde saiu este comentário. A absorção tecnológica está tão abrasiva que até mesmo a desculpa de "arrumar espaço" vira uma poderosa ferramenta de uma imersão tecnológica absurda, em detrimento de uma simples diversão.

Os arquivos digitais que são pagos ajudam o artista a sobreviver, mas aqueles que vem de Torrents não e este é o principal perigo para as bandas que começam agora. Como poderão subsistir se o suor do trabalho deles é espalhado de maneira tão abrangente, através de um simples pen drive USB? já o CD atrapalha um pouco tal prejuízo, que é causado pelos CD's graváveis, que é mais difícil de ser passado de mão em mão que um pen drive.

Sempre preferirei o CD, porque é a maneira mais livre de se apreciar a boa música, enquanto que os arquivos digitais são restritos demais e a um dado aparelho ou dispositivo.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Adeus, Chris Cornell

Morreu, aos 52 anos, o cantor Chris Cornell. Ainda não há informações sobre a causa da morte deste músico talentoso, que agora vai mandar um bom do rock no céu.

sábado, 6 de maio de 2017

Damian Wilson - Built to Fight



Damian Wilson ( Ex- Threshold, Headspace, Ayreon, Star One, Maiden uniteD), depois de dez anos, lança o terceiro CD de sua carreira solo, Built to Fight, que , segundo o artista, o título do CD foi inspirado pela vida em sí, que é um conflito sem fim para encontrar um pouco de paz. 

Neste CD, o cantor britânico mostra que não vive só de metal e mostra todo o seu talento nas 12 faixas que compõem este álbum, que conta com a participação dos músicos Bill Shanley ( Ray Davies), Lee Pomeroy ( Jeff Lynne's ELO , Take That) e Adam Wakeman ( Ozzy Osborne, Black Sabbath).

Os destaques do CD ficam para Thrill Me, Fire, I Won't Blame Life, Impossible e o cover do Depeche Mode, Somebody.

Quem ainda não conhece a carreira solo deste talentoso vocalista, conheça, que vale muito a pena.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos





Rock e Metal- Nada a ver com a esquerda


O rock e o metal são dois gêneros musicais que nunca param no tempo e a sua criatividade não conhece limites e são calcados no indivíduo e na liberdade de escolha.

Por que , então. o título? Porque ambos não conhecem limites e não há algo mais limitador e massificante ao ser humano que o pensamento esquerdista, que não admite discordância ou o simples exercício do livre arbítrio ou mesmo a rebeldia inerente a ambos os estilos, que nunca se renderiam ao pensamento unificado socialista / comunista.

"Ah, mas é contraditório ser roqueiro ou headbanger e ser conservador"! Quem foi a excrescência que soltou esta pérola da ignorância? É perfeitamente normal ser headbanger ou roqueiro e ser conservador, pelos valores aí calcados, como livre escolha, moral, bons princípios e respeito ao próximo, além de, claro, sair com a camisa preta da sua banda favorita. Já tentaram fazer isso na Coréia do Norte ou na China, sair com uma camisa do Maiden, como por exemplo, The Trooper, nestes países e em Cuba ou Vezenuela, que são logo ali? Já que ser headbanger é ser revolucionário e de esquerda, o que estas pessoas estão esperando, ora essa. Um convite?

O conservadorismo nunca restringiu fisicamente as pessoas de irem aos shows, das bandas bradarem as bandeiras de seus países, ainda que imbecis inclassificáveis como a Tipper Gore e o seu hipócrita PRMC, que tratou os pais norte-americanos como verdadeiros imbecis e, por fim, conseguiu colocar o selo de Parental Advisory. Fazer o quê, embarcaram na onda.

Antes ser um roqueiro e haedabanger  conservador que um headbanger e roqueiro esquerdista hipócrita que nem tem coragem de ser socialista em país socialista.

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@Leonardo de Abreu dos Santos

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Volatibilidade metalica

A boa música, embora tenha no Maiden e no Judas Priest dois dos maiores expoentes, nunca sossegou ou estagnou-se, sendo o mais volátil estilo musical que já tive o prazer de ouvir.

Este estilo ramificou-se em diversos outros e a qualidade não diluiu, de uma maneira geral, com algumas exceções que não serão mencionadas agora. As bandas de outras ramificações, como Dream Theater, Threshold, Testament, Metallica, Symphony X, Nightwish, Within Temptation, entre outras, lançam CD's com qualidade impar, fazem shows espetaculares, onde mostram que a máxima " quem sabe faz ao vivo" cai sobre eles como uma luva.

Exemplos não faltam, como Let Us Burn, do WT, Vehicle of Spirit do Nightwish, European Journey do Threshold, Live on the Edge of Forever, do Symphony X, Live on Earth do projeto Star One e The Theater Equation, do Ayreon, entre tantos outros. Estes registros ao vivo servem para provar, sem sombra de dúvida, que o metal é naturalmente incansável e que no palco as bandas são ainda mais precisas e as músicas mais contagiantes.

A banda que é a mais incansável e que não se encaixa em estilo algum, sendo bem volátil, é a norte-americana Kamelot, capitaneada pelo guitarrista Thomas Youngblood. onde cada música de um dado CD, como Haven, por exemplo, não segue uma fórmula ou estilo definido e se dedica em presentear o fã com o melhor som possível que a banda possa fazer. My Therapy é espetacular.

O artista holandês Arjen Lucassen, de Ayreon e Star One, não se limita apenas ao progressivo e sim o sua como espinha dorsal de alguma de suas canções, como em liquid eternity, do CD 01011001 e Perfect Survivor, música baseada no filme Alien-8ºpassageiro, mostram o quanto este instrumentista também não se limita nas suas composições a um determinado estilo.

Que o metal sempre seja volátil, incansável e que mais bandas sejam ainda mais imprevisíveis e mais prazerosas de assistir ao vivo.


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@Leonardo de Abreu dos Santos

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O Death Metal e o tédio

Eu fui dar uma olhada no youtube alguns vídeos de death metal, já que leio tanto que é uma brutalidade bem feita, bandas talentosas, Bolt Thrower é o máximo e etc. Então a curiosidade simplesmente me deu um esporro federal ao fazê-la assistir uma das piores coisas que já tive o desprazer de ouvir, o defi metal. este dito " estilo" é de uma pobreza sonora inigualável, ao ser uma esporreira sem vida alguma, sem arranjo, sem alma , sem nada. Um vídeo somente já serve para lhe dar um enjôo fenomenal.

Eu não vejo nada de especial neste estilo e escrevo este comentário escutando Testament, um dos ícones do Thrash e lá está alma, vida e arrojo desta banda, onde nenhuma música soa igual a outra, onde há um pouco de harmonia no peso, o que não existe no death metal. Para mim, é o pior estilo dentro do metal.

Não existe nada por trás da dita brutalidade, exceto um grande vazio que não empolga e não dá vontade alguma de bater cabeça, como dá em Engines of Hate, do Nevermore, ou Disciples of the Lie, do Iced Earth.

Se dizem que o death metal empolga, é porque vive num tédio sem tamanho.



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@Leonardo de Abreu dos Santos



segunda-feira, 27 de março de 2017

Damian Wilson não é mais o vocalista da banda Threshold.

Damian Wilson não é mais o vocalista da banda Threshold e para o seu lugar entra Glynn Morgan, que já tinha assumido os vocais da banda de 1994 a 1996.

Como fã de Damian Wilson, não gostei da notícia, mas estarei na torcida para que o novo vocalista leve a banda novos e altos patamares.

Mais sobre a saída de Damian Wilson no perfil da banda no Facebook e na sua homepage:

https://www.facebook.com/threshold/?hc_ref=NEWSFEED&fref=nf

http://www.thresh.net/2017/03/27/threshold-announce-new-vocalist/

domingo, 26 de março de 2017

O "Pork" in Rio vem aí

Eu recebi a lista das outras atrações do rock in rio, que agora chamo de "pork" in rio, e vejo que se apresentarão, se é que posso chamar de apresentação, de coisas nascidas no ostracismo, mas que a rede lobo insiste em dizer que são artistas de qualidade como a moça ceu, um tal de scalene que nunca ouvi falar, Justin Timberlake, Titica, Ivete Sangalo e por aí vai.

Esta será a mais fraca edição do festival de música ( que de rock só o nome) e, em nome da dita diversidade, que musicalmente falando é a desculpa para pôr os mais medíocres tipos que a grande mídia insiste em dizer que são artistas, e daí tirar o único gênero musical que tem rock na veia , o heavy-metal.

O "Pork in Rio" promoverá a reunião dos piores músicos de todos os tempos, com a devida cobertura de atrações do quilate de Billy Idol, Aerosmith, The Who, que são quem darão a palavra respeitável a esta edição.

Eu nunca ouvi falar de Boogarins, o que significa que ou eles aproveitam a chance e se dão bem ou voltarão ao buraco do ostracismo de onde nunca deveriam ter saído.

Esta edição é para assistir de casa, mesmo com The Who, porque a tortura seria insuportável.


Pork in Rio -  Vai na fé.

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domingo, 12 de março de 2017

O metal não precisa do rock in rio

O festival rock in rio abrirá as suas portas em setembro deste ano. As atrações são, entre outras, o falso Guns, The Who, Aerosmith ( tomara que com Jane's Got a Gun) e Billy Idol. Mas, hã, e o dia do metal? Será que o metal precisa do rock in rio?

Nas edições de 2011, 2013 e 2015 o metal teve o seu dia, com boas bandas e outras ruins demais, mas lá estava o metal. E desta vez, nada de metal. Mas o metal precisa do rock in rio?

O metal tem os seus próprios festivais, como o maior deles, o Wacken, na Alemanha e o Hellfest na França, entre outros e neste ano, no Brasil, teremos o Maximus Festival. Como a boa música conta com os seus próprios festivais e com um excelente e ordeiro público, o metal não precisa do rock in rio.

As fotos de reportagens dos festivais de metal, principalmente na Europa, mostram centenas e até milhares de pessoas assistindo as suas bandas favoritas e, até mesmo, comprando mercadorias oficiais das suas bandas favoritas, como camisas, canecas, bonés e etc.

O metal é maior que o festival rock in rio e o público headbanger sabe disso, embora aproveite a oportunidade para , caso faça parte do cast do festival, ver a sua banda favorita e se divertir após mais de um semestre de trabalho pesado e estressante. Pais levam filhos ou até mesmo netos, se a idade permitir. Famílias de hadbangers comparecem em peso para passar uma agradável tarde, noite e madrugada juntos e também num festival de música pesada, que é muito mais calmo que um trio elétrico de Axé.


O metal cresceu, ganhou os seus próprios festivais e com um excelente público para mantê-los, logo, não precisa do rock in rio e a perda de não ter um dia do metal é da organização do festival rock in rio.

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domingo, 5 de março de 2017

O apreço pelo metal e outras considerações

Eu não gosto quando põem algum tipo de rótulo no metal ou nas bandas que curto e acho que é por causa que as modinhas do momento não tem o que as bandas de metal e o que os fãs de metal têm.

As bandas de metal ( tirando as desta nova aberração chamada de nu metal ou metal adidas) tem talento, uma chama criativa que não se apaga e estão sempre se esforçando ao máximo para que o próximo lançamento não seja um espelho do anterior e sim melhor, com melhores músicas, arranjos, letras e com um vocal superior ao anteriormente posto.

Eles entram em um estúdio, após uma turnê, caso estejam excursionando para divulgar o seu novo lançamento, e começam do zero, com anotações, ensaios, conversas de como deve ou não deve soar esta ou aquela música que talvez entre no CD. Então, depois de um longo tempo, começam a soltar nas redes sociais, em seus próprios perfis, algumas faixas para uma pequena audição dos fãs, como fez recentemente Arjen Lucassen, com o ainda não lançado The Source, do Ayreon. A composição de um CD, como todo processo demorado, leva o tempo que precisa levar.

A compensação do fã é comprar o CD e escutar com gosto o resultado final do esforço que o artista do metal empreendeu no seu mais novo lançamento.

O fã de metal se veste de preto sim, gosta de jaqueta com nomes de bandas sim, vai aos shows de suas bandas preferidas sim e curte, canta junto, algumas vezes até ficar rouco, mas quando chega e quando vai embora, quando acaba o show, o faz de maneira ordeira e comportada, ao contrário de fãs de boy bands, Myley Cyrus, Britney e afins.

O fã de metal tem apreço pelo local onde a sua banda favorita se apresenta, para que ela simplesmente volte novamente e, se der, àquele mesmo local, para prestigiar novamente a sua banda favorita ou a banda cujo lançamento tenha cativado os seus ouvidos.

Sou headbanger, curto metal, me visto de preto e respeito o local de show das minhas bandas favoritas. Quem, curtidor das modinhas atuais, pode dizer que respeita o local onde a sua artista ou seu artista da modinha se apresenta?

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@Leonardo de Abreu dos Santos

Restrição nunca é uma boa.

Eu conheci algumas pessoas que já me disseram que só escutam metal e nada fora do escopo metálico.

Eu, pessoalmente, nunca gostei de ficar restrito ao rock /metal, porque há um enorme cenário musical fora do rock /metal, principalmente na música pop de antigamente, na época de Barry White, Cindy Lauper, A-HA, Tina Turner e outros. Já escutei e escuto Enya, Loreena Mckennit, Pavarotti e outros, quando- e agora virá o choque- enjôo de metal. E é por isso que detesto tal restrição.

É uma enorme limitação ficar tão somente no circulo de um só gênero musical, embora as porcarias de hoje, como Kate Perry, Gaga, Myley Cyrus e afins contribuem para que fiquemos no metal, que é o gênero mais autêntico e aguerrido que há no mundo.

Não há nada que me impeça de, após ouvir um Underworld ( CD que praticamente ouço todo o dia, ainda mais na academia, assassina de ouvidos alheios) catar um Fagner ou um Zé Ramalho para ouvir ou até mesmo um Bee Gees, Pavarotti and Friends, porque ouvir bons artistas fora do metal, ainda que não lancem mais nada, como o Bee Gees, vale muito a pena e é um furo neste muro restritivo de "só ouvir rock /metal".

Sim, eu sei que é cada um com seu cada um, mas ficar só numa bolha musical de um estilo só nunca é uma boa e, como o ser humano é naturalmente insatisfeito, chega uma hora que a curiosidade fala mais alto e chega a hora de estourar a bolha.


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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Rock in Rio 2017- Sem metal, não dá

Este ano o festival de música Rock in Rio ( que de rock tem cada vez menos, tirando algumas atrações de grosso calibre, como Aerosmith, The Who, Guns e Billy Idol) e, em nome da dita diversidade, que nada mais é que uma desculpa para botar bandas ou artistas medíocres e sem qualquer capacidade de compor uma nota que preste.

Neste ano, o rock in rio não terá o dia do metal, que em 2011, 2013 e 2015 foi, se não o dia mais cheio do festival, foi com certeza o segundo ou, no máximo, o terceiro e sempre foi e será o dia da platéia mais ordeira e pacata do festival, que não tem o chiliques e pitis de pagodeiros, axés e funkeiros e fãs de kate perry e afins. Este festival só tem o rock no meio porque, depois de tanto tempo, já é uma marca registrada, mas nada tem de rock mais e sim é um simples festival de música.

Este é o ano em que o festival terá a edição mais fraca de todas e, ainda que tenha aerosmith, The Who e Billy Idol, assistirei de casa.

A dita diversidade excluiu o metal do festival, como toda papagaiada progressista, legal e descolada, faz.

White Metal- Presença de Deus no meio do metal.

O meio metálico tem diversos temas interessantes e outros nefastos ou ruins e alguns que levam Nosso Senhor Jesus Cristo ao coração dos headbangers, que é o white metal. Este segmento do metal é composto por pessoas de fé, sejam elas católicas ou protestantes, e que não entraram nesta papagaiada de guerra contra as religiões organizadas, como acontece com algumas bandas de metal ( o alvo preferido é o cristianismo. O islã, como coitado, passa em branco. A rebeldia de bater em quem não reage).

No que o Black Metal é niilista, o white metal não o é. Com letras de amor ao próximo, de entrega ao Senhor e de perseverança através da oração, este é um segmento único dentro do gênero e que auxilia os seus fãs na jornada do dia a dia, tanto ou mais, que as bandas que não professam fé alguma.

Temos Eterna, Impeliteri, Stryper, Rob Rock e tantos outros. Pesquisem, escutem e mergulhem na graça do Senhor.


sábado, 11 de fevereiro de 2017

Royal Hunt- Cargo






Este CD ao vivo, gravado por esta excelente banda dinamarquesa entre setembro e outubro de 2015, é um pequeno registro ao vivo gravado parcialmente no prog power USA e no loud park no Japão. O set list posto no CD é um grande apanhado do acervo musical da banda e que engloba inclusive o mais novo CD, Devil's Dozen. Ao ouví-lo, você percebe que a banda capitaneada por André Andersen está, apesar da troca de baterista, com a entrada de Andreas "Habo" Johansson, afiadíssima. As músicas The Mission, Half Past Loniless, Message to God e a mais recente, May you Never ( Walk Alone) ficaram ainda melhores que as versões de estúdio.

Quer conferir uma excelente banda ao vivo, confira Royal Hunt- Cargo.

BMU e o exemplo europeu

Os festivais de metal europeu estão sempre cheios, os shows das bandas européias estão sempre cheios, porque o europeu valoriza aquilo que é seu, seja holandês, inglês ou francês. Em todos os DVD's ou BLU RAY's que tenho, há uma presença maciça ou até mesmo lotação esgotada nestes shows ou festivais.

No Brasil, temos o BMU e ainda, independentemente, shows de bandas brasileiras e este exemplo é o que devemos seguir.

Eu não tenho condição, no momento, de comparecer ao BMU, mas você que tem vá, chame o seu amigo para dar volume, para que este aconteça mais vezes. Se você gosta de metal internacional, veja o exemplo do povo europeu que comparece em peso aos eventos no seu continente e compareça em peso ao BMU ou em qualquer show de uma banda brasileira. Este exemplo europeu vale a pena ser seguido.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Nightwish Vehicle of Spirit - Blu Ray






O Nightwish nos deu um presentão de fim de ano com Vehicle of Spirit, uma senhora caixa com dois Blu- Ray, contendo cada um um show diferente e com sutis mudanças no set list de cada show, durante a turnê de divulgação de seu último trabalho, Endless Forms Most Beautiful.

O sexteto formado por Tuomas Holopainen ( Teclados), Emppu Vuorinen, (Guitarra), Marco Hietala ( Baixo e Vocais), Troy Donoclkey ( Gaita irlandesa e Bandolim) deu aos fãs duas performances irretocáveis, tornando algumas músicas do novo CD ficaram ainda mais bonitas, como My Walden e Alpenglow.A banda ainda tira do fundo do baú Stargazers, do segundo CD, Oceanborn e da cartola While Your Lips are Still Red, do single da música Amaranth, The Islander e 7 Days to the Wolves, ambas do CD Dark Passion Play.

Sim, são dois shows diferentes, sim, há algumas alterações no set list de cada show, mas o produto final entregue pela banda é espetacular e vale cada centavo gasto, para ouvir mais de uma vez.

No final do show de Londres, há uma surpresa para os ali presentes .

De extras, temos uma entrevista com Richard Dawkins e Nightwish ao redor do mundo, inclusive a passagem da banda pelo Rock In Rio de 2015, com a participação de Tony Kakko, da banda Sonata Arctica.

A venda em Blu Ray duplo, DVD Triplo, Blu Ray Duplo e Dois CD's e DVD Triplo e Dois CD's.

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@Leonardo de Abreu dos Santos






sábado, 28 de janeiro de 2017

Data de lançamento de Ayreon - The Source

No perfil oficial do Ayreon, já foi divulgada a data de lançamento do mais novo CD, The Source. Será no dia 17 de abril.

https://www.facebook.com/ArjenLucassenOfficial/?fref=ts

O headbanger, a carteira e as bandas



Muitas vezes nós queremos comprar todos os lançamentos, seja da banda ou bandas favoritas, ir em todos os shows, ir no 70000 tons of metal , Wacken e etc., mas o sonho esbarra na limitação financeira, esta coisa que cisma de aparecer e estragar todo o planejamento de ir, curtir e, se der, pegar um ou dois autógrafos.

Ir a um show de sua banda favorita, comprar um CD, Blu Ray, digibook, earbook, CD e DVD /Blu Ray custa dinheiro e , às vezes, muito dinheiro e com esta quebradeira do país perpetrada pela dupla Lula e Dilma, aí ficou mais difícil mesmo, mas ainda assim, o segredo é perseverar.

Quando não é possível ir a um show de uma banda que você curte muito ou quando você dá aquela atrasada na compra de um CD que está doido para comprar é de chatear pra caramba, mas daí você pensa que o CD acabou de lançar e que a banda voltará para as paragens mais próximas de você e assim as seríssimas restrições financeiras são apenas um detalhe incômodo que em breve passará e que você poderá comprar o CD e ir ao show, se não daquela banda que você gosta pacas, irá no da sua banda favorita.

A carteira pode te restringir um pouco, mas passa, o que não significa que você possa dar um ou dois passos maior que a perna.

Motley Crüe- The End Blu Ray





A banda norte-americana Motley Crüe iniciou a sua turnê final em 2014, com passagem pelo festival Rock in Rio em Setembro de 2015 e a encerrou em Los Angeles, no Staples Center, com três shows seguidos e o último no dia 31 de Dezembro de 2015, que virou o Blu Ray batizado simplesmente de The End.

O Blu Ray começa com uma pequena iintrodução, com a montagem do palco, de uma mini montanha russa ( Sim, isso mesmo.), a chegada do público e curtos depoimentos de alguns fãs. 

Quando o show começa, Vince Neil, Nikki Sixx, Mick Mars e Tommy Lee começam com tudo com Girls, Girls, Girls, acompanhados pelas backing vocals e dançarinas Allison Kyler e Sofia Toufa e daí é só diversão com Wild Side, Primal Scream, Same Ol' Situation (S.O.S) e outras. 

Assim como no Rock In Rio de Setembro de 2015, lá vem Sixx e o seu baixo / lança chamas para incendiar um pentagrama para fazer a chamada da música Shout at The Devil, um solo de bateria de Tommy Lee com a bateria girando através da mini montanha russa e o encerramento num palco no meio do público com Home Sweet Home, que Vince Neil, emocionado demais com este último show e com a reação da platéia diante do fim da banda, não conseguiu cantá-la até o fim. 

Os santos de Los Angeles iniciaram a sua carreira do jeito que queriam, prosseguiram da mesma maneira e saíram no topo, da sua maneira e com um tremendo show. Os extras têm legendas em português. Pra curtir e curtir novamente.



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sábado, 21 de janeiro de 2017

2016 se foi. Que venha 2017

O ano de 2016 foi um ano de grandes lançamentos e excelentes shows. Foi o ano de Ghostlights, do Avantasia, do Astonishing do Dream Theater, do The Theater Equation, do Ayreon, entre outros.Foi o ano de shows muito bons, como o do Symphony X, Kamelot e Sabaton, no Circo Voador, Dream Theater no Vivo Rio e Avantasia e Aerosmith em Sampa. Um ano de alegria no metal e 2017 promete também. Já começamos com o título do novo CD do Ayreon, intitulado The Source e para setembro teremos o Ayreon Universe, com Russel Allen, Damian Wilson, Tommy Karevik entre outros.
Na torcida para que este novo ano que ainda engatinha seja tão cheio de lançamentos e shows de qualidade como foi o ano passado.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Músicas que não saem da cabeça

Voltando à sessão nostálgica, veremos novamente algumas músicas que simplesmente não morrem com o tempo e não saem da cabeça.



BON JOVI




Esta banda, antes de virar um insuportável conjunto pop sem sal, tinha umas músicas que valem ainda a pena escutar.


Wanted Dead or Alive

https://www.youtube.com/watch?v=SRvCvsRp5ho

O início desta música é diferente, como o início de uma viagem longa e cansativa e os acordes de Sambora são realmente a alma desta canção. Estya música inicia um antiqüíssimo filme chamado " As aventuras de Harley Davidson e Marlboro Man, com Mickey Rourke como Harley Davidson e Don Johnson como Marlboro Man,  mas não faz parte de sua trilha sonora.


Bad Medicine

Outra música que mostra que o Bon Jovi de antigamente teria vergonha do Bon Jovi de hoje. Sim, é uma balada um tanto grudenta, mas há a chama do rock and roll nesta música e eles, à época, gostavam de compor e tocar músicas assim. Hoje, é uma lástima.


https://www.youtube.com/watch?v=eOUtsybozjg


Infelizmente, as verdinhas ganharam maior importância que fazer boa música e a banda embarcou nas composições sem sal e extremamente comerciais.


Scorpions




A banda alemã tem várias músicas , como Winds of Change, Still lovin you, mas a sorteada desta vez é uma música de seu CD, Sting in the Tail, chamada The good die young, uma balada bonita que conta com a diva Tarja Turunen.

https://www.youtube.com/watch?v=4kE_qJ9a4nY


Avantasia





Este excelente projeto capitaneado pelo músico alemão Tobias Sammet também tem as suas músicas que não saem da cabeça e Lost in Space é uma delas:

https://www.youtube.com/watch?v=JPLBdLN_SRg


Story Ain't over é uma das melhores músicas desta projeto e conta com o veterano Bob Catley,

https://www.youtube.com/watch?v=0kl4Vw0wShA

Draconian love, do mais recente CD, Ghostlights

https://www.youtube.com/watch?v=4kE_qJ9a4nY


Winger





A balada Miles Away, da época também dos anúncios do cigarro Hollywood, da onda perfeita e do tubo perfeito, antes da praga politicamente correta se meter na vida dos outros.

https://www.youtube.com/watch?v=JMKPQKU61QI






terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Saudades do Motley Crüe







Eu sinto falta do Motley Crüe, daquele hard-rock e dos acordes sujos que faziam parte de seus shows ao vivo, do vocal péssimo de Vince Neil, das bizarrices no palco de Nikki Sixx, dos solos certeiros de Mick Mars e das firulas na batera de Tommy Lee.

Em setembro de 2015, no Rock In Rio, vi o show deles, que era a passagem da turnê final da banda no festival e eles deram tudo, tudo de sí, para fechar com chave de ouro no Brasil a sua turnê final. No show tivemos efeitos pirotécnicos, Nikki Sixx acendendo um pentagrama com um lança chamas para a música louder than hell, e, ao fundo, os anos de atividade dos maus elementos do Rock and Roll. Enfim, para um show tão curto, valeu a pena.

Por que um show tão curto? Porque é o lado ruim de um festival, tudo tem tempo certo de acontecer e este show tinha de ser fora de um festival, para vermos também Alice Cooper, mas como vieram no RIR, paciência.

O Motley Crüe, com toda a sua irreverência, fará falta, porque de rock farofa não tinham nada. Músicas como Dr. Feelgood, Girls, Girls, Girls e Too Young to Fall in Love, entre outras não tem nada de farofa e sim de, no mínimo, debochadas.

O Motley Crüe faz muita falta.