Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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domingo, 15 de outubro de 2017

Mudança de formação I

As mudanças em algumas das nossas bandas favoritas acontecem e, no início ou sempre, torcemos o nariz para este acontecimento. Temos como exemplos os finlandeses do Nightwish que já contaram em suas fileiras Tarja Turunen, que foi substituida por Anette Olzon e, por fim, teve o posto ocupado pela holandesa Floor Jansen. Eu, provavelmente como muitos, à época, torcemos o nariz para esta mudança e, depois de ouvir Olzon cantando, percebi que a sua saída para a posterior entrada da holandesa foi o melhor que poderia ter acontecido para o Nightwish, vide as caixas Showtime, Storytime e Vehicle of Spirit, além do mais recente CD, Endless Forms Most Beautiful.

Os ingleses do Threshold já sofreram algumas mudanças na formação, seja com saída de vocalista ou de guitarrista.

Pela banda já passaram os vocalistas Jon Jeary, Damian Wilson, Glynn Morgan e Andrew "Mac" Mcdermott. Eu escutei Extinct Instinct, que contava com Wilson nos vocais e gostei da banda, mas as performances cheias de feeling de Mac foram que me tornaram fã da banda, que acompanho até hoje. As suas entonações, espetaculares no ao vivo Critical Energy não são nada menos que brilhantes, especialmente em Narcissus.Infelizmente, ele saiu da banda e veio a falecer algum tempo depois, sendo substituído por Damian Wilson, que, embora não tenha o mesmo feeling de Mac, possui uma entonação bem emotiva e utiliza sua voz em algumas músicas como mais um instrumento, deixando certas músicas como Coda e The box muito prazerosas de serem ouvidas. Já Morgan, que voltou à banda no CD Legends of The Shires, embora tenha uma voz potente, carece do feeling de Mac nas músicas mais cadenciadas e mais parece um recitador que um cantor. Agora a banda conta com apenas um guitarrista, devido à saída de Pete Morten da banda. Boa sorte aos ingleses.






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