Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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sábado, 31 de dezembro de 2016

Maiden, China e a rebeldia headbanger

O Iron Maiden fez um show onde o vocalista Bruce Dickinson não pode falar palavrão e não balançou a bandeira britânica na música The Trooper, fazendo, ao invés disso, um gesto de mãos vazias.

Tal impropério com a banda, consagrada mundialmente, ocorreu na China comunista, onde a internet é limitada, a opinião contra o regime é crime e a democracia lá é inexistente, mas , segundo a esquerda, é um pedaço do paraíso na terra.

Por outro lado, o maiden poderia também ter se recusado a se apresentar naquele país e assim evitar esta censura desavergonhada, mas escolheu ir lá e assim mereceu este desrespeito.

Se tal censura fosse nos EUA de Trump, numa Inglaterra hipotética de Farage ou qualquer outro conservador, as redes sociais estariam cheias de reclamações, defesas da banda, dizendo que Dickinson falar palavrão era normal e que The Trooper sem bandeira britânica não é The Trooper, mas como foi na China, está tudo mudo.

A dita rebeldia headbanger é pura covardia e conveniência.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Coisas que perdemos por ignorância- Royal Hunt






A banda fundada pelo multi-instrumentista André Andersen está na estrada desde 1989 e, embora tenha um som classificado como metal progressivo, eles executam desde o próprio metal progressivo, um hard rock /aor de muito bom gosto, metal e, claro, rock and roll, às vezes separadamente, às vezes tudo junto e tal fusão de estilos torna esta banda um verdadeiro espetáculo, seja nos álbuns de estúdio ou nos CD's ao vivo e tudo funcionando de maneira azeitada como uma máquina sob a pilotagem de Andersen.

A posição de vocalista já foi ocupada por cantores como Mark Boals e D.C Cooper, tendo o segundo voltado à banda desde o CD Show me How To Live e já gravou mais dois CD's, A Life to Die For e Devil's Dozen.

A música presente nos CD's não segue formula alguma estabelecida e a  sua audição é sempre prazerosa, devido aos teclados e Andersen e à guitarra um tanto partida de Jonas Larsen e ao vocal inconfundível de Cooper, embora eu prefira que Mark Boals continuasse na banda, devido ao que ele apresentou no CD X. 

Em Half Past Loneliness e Sign of Yesterday, vemos o quanto de feeling Cooper põe nas músicas da banda, tornando-as - outras também- muito bonitas de se ouvir.

Se ainda não conhece Royal Hunt, vá na fé e curta.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Músicas que não saem da cabeça- Edição natalina-I

E assim caminhamos para mais um episódio da séria série, que mostra aquelas músicas que simplesmente marcam uma vida e teimam em sair da sua cabeça.



HEART






Sim, as irmãs Wilson figuram novamente nesta série, porque elas têm um repertório bom pra caramba e vamos de These Dreams, que é uma balada bem composta, com um instrumental sólido e a dupla de irmãs cantando com uma desenvoltura ímpar. Vale a pena conhecer e curtir muito a competência  delas.

https://www.youtube.com/watch?v=41P8UxneDJE


NIGHTWISH


A banda finlandesa está com tudo hoje em dia. Show no Rock in Rio 2015, lançamento próximo de seu mais novo DVD /Blu Ray /CD ao vivo, Vehicle of Spirit, que registra dois shows da turnê de promoção do Endless forms most beautiful, em Wembley e em Tampere, na Finlândia.Então, vamos às músicas, que é o que interessa. 

Nemo

Uma das mais bonitas músicas da banda e, embora melancólica, é cantada pela insuperável Tarja Turunen neste show gravado para o DVD End of an Era. Tem peso, tem melodia e uma vocalista fora do comum.

https://www.youtube.com/watch?v=sS3etekr54k


Dead Boy's Poem

Outro musicão do Nightwish, do CD Wishmaster e Tuomas mostra porque é um excelente compositor. O teclado, junto de uma voz infantil de um menino, dá uma carga emocional maior a esta que é para mim uma das melhores deste CD.E , claro, com uma das melhores cantoras do mundo, Tarja.

https://www.youtube.com/watch?v=5cJXoi5dRk4

Storytime

Avançando um pouco no tempo, vamos para storytime, com a cantora do finado After Forever, Floor Jansen. Embora ela não se saia muito bem nas músicas que a Tarja cantou, na música Storytime, ela foi excelente e a sua voz está afiada e ela deu um vigor a mais a esta composição. 

https://www.youtube.com/watch?v=pvkYwOJZONU


Ainda temos I want my tears back, onde temos Troy Donockley e a sua gaita irlandesa, um, segundo o próprio, instrumento insanamente difícil de tocar e ele o domina, ao dar um ar medieval a esta música.

https://www.youtube.com/watch?v=ga-hR7CYbwQ

Alannah Myles



Confesso que só conheço esta música da artista canadense, mas esta foi feita com um senhor comprometimento. Uma das músicas mais rock and roll que já tive o prazer de descobrir através da radio. A moça canta bem pra caramba, a música tem vida, coisa rara hoje em dia em relação às novas bandas de rock queridinhas das revistas capricho da vida.

https://www.youtube.com/watch?v=tT4d1LQy4es

Symphony X


Uma das melhores bandas de metal progressivo da atualidade, os norte-americanos do Symphony X tem a sua cota de músicas que não saem da cabeça e começamos pela mais atual, to hell and back, do seu novo CD, Underworld.

https://www.youtube.com/watch?v=QzJSUDTSE8s


Egypt

Uma das músicas mais progressivas da banda, esta música é mais melódica que pesada e faz parte do CD V, the new mithology suit. Esta faixa mostra que esta banda estava destinada a vôos mais altos e foi o que aconteceu. Se ainda não comprou este CD ou não conhece a banda, não perca tempo.

https://www.youtube.com/watch?v=Lkpj0pL-NUw


Odissey

Esta é uma das mais longas músicas presentes em um CD que já tive o prazer de ouvir. É épica, é sombria, é pesada e tem melodia. Inspirada pelo conto de Ulisses.

https://www.youtube.com/watch?v=J26jHVI_oos


Depois, tem mais.







quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

O headbanger pode ser conservador sim


Eu li, alguns dias atrás, no site wikimetal, que não é possível ser conservador e headbanger, que é como misturar água e óleo.

Sim, o metal é contestador, não aceita que lhe digam o que fazer ou o que ouvir. Mas, se é contestador, onde está o metal para ir contra o islã ou contra os estupros coletivos feitos por muçulmanos nos países europeus que acolheram refugiados? Onde está este mesmo vigor rebelde, que bate no peito com orgulho, mas que na hora de se rebelar contra o politicamente correto e o estabilishment globalista, maior inimigo do metal e do rock, ficam calados?

A extinta União Soviética tinha uma lista de bandas e artistas, de metal, rock e outros gêneros musicais que seriam proibidas nos países que faziam parte deste bloco genocida. Eu não me lembro de todos que estavam nesta lista, mas me lembro sim que Judas Priest e Van Halen estavam listadas como bandas perigosas para a mente jovem da época, por conter músicas que continham letras de conteúdo anti-soviético. Os países muçulmanos como o Irã não permitem que se escute metal ou rock, sob pena, provavelmente, de acordo com as leis muçulmanas, de prisão ou até mesmo algo pior, mas não vejo também a dita " rebeldia" headbanger" contra tal afronta ao livre arbítrio perpetrada por teocracias como o Irã.

Sim, há headbangers conservadores, de direita, eleitores do Deputado Jair Bolsonaro e leitores de Olavo de Carvalho que contestam a palhaçada politicamente correta, o esquerdismo relativista, brigam contra o multiculturalismo que só traz chagas para o povo europeu, com os saques, quebradeiras e estupros coletivos feitos por muçulmanos, que, aliás, apedrejariam um headbanger sim, porque veriam nele um infiel.

Antes um headbanger de direita do que um panaca lobotomizado pelo politicamente correto, com camisa de Ernesto Guevara e que se diz contestador.

Contestador de nada.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Metallica - Hardwired... To Self Destruct



confesso que não esperava um bom CD do Metallica ou dois, mas quando comprei o seu mais recente lançamento, Hardwired...To Self Destruct. Mas, logo na primeira audição do CD, dei com os burros n'água.

A primeira faixa, Hardwired, já desfez esta minha má impressão, porque ela foi curta e grossa e rápida pra caramba, me lembrando da banda na época do Ride The Lightning. Já Atlas Rising, embora mais devagar, traz um peso que eu nunca vi nos seus lançamentos anteriores e sem a mentalidade " vamo batê lata" de Lars Ulrich.

E em Moth in a flame, temos a dupla Hammet / Hetfield funcionando a toda, num entrosamento excelente, dando a esta música uma excelência neste primeiro CD, mas ainda, para mim, não é a melhor deste novo álbum.

Dream no more, mais cadenciada, aposta mais no peso que na velocidade, com um Kirk Hammet afiado nas sete cordas e com um solo que dá gosto de ouvir e nesta faixa temos uma leve distorcida nos vocais de James Hetfield, que dá um tom um pouco sombrio a esta música.

E assim chegamos à pérola deste CD 1, que é Halo on Fire. Pesada, embora não tanto quanto Atlas Rise e, ainda assim, muito boa. Temos peso sim, melodia e um trecho onde as guitarras se encontram e lá vem novamente Hammet e seus solos precisos como uma flecha. E o que todas as faixas têm em comum? Foram feitas por uma banda que redescobriu o prazer de tocar metal e que não deve nada a ninguém.

E assim vamos ao CD 2, que começa bem com Confusion, que de confusa nada tem. Esta já começa com uma batera e guitarra a lá Eye of the Beholder e a semelhança acaba aí. Esta música, embora seja mais uma bem cadenciada, possui um peso bem incomum para o Metallica de hoje, mas este é um fator que possibilita a curtir muito esta faixa do segundo CD e que, quando pelo seu meio parece que vai acalmar um pouco, ah, doce ilusão, porque furiosa ela permanece. Mais um ponto positivo para Hardwired.

O prêmio faixa que não decola vai para ManUnkind, que parece que decolará durante toda a sua duração, mas que nem sai do chão. Até é legal, mas não empolga como a sua antecessora. Here Comes The Revenge mal começa e já lhe dá vontade de cantar junto REVENGE.

O Metallica, apesar de, talvez, ter imitado o Iron Maiden com esta ideia de dividir as músicas em dois CD's, o fez bem, porque deu à banda espaço para botar músicas boas, com algumas excelentes. Estes 8 anos entre Death Magnetic e Hardwired valeram a pena, porque eles voltaram com tudo.


sábado, 3 de dezembro de 2016

Doro- Strong and Proud- 30 years of Rock and Metal



A cantora alemã Doro Pesch, neste novo lançamento, comemora 30 anos de carreira, com toda a pompa e circunstância que merece e cercada de convidados especiais de primeira linha como Udo Dirkschneider, Lordi, Sabina Classen, Chris Caffery e Hansi Kürsch. O Blu Ray 1 está dividido entre os shows da Rainha do Metal ( título merecido) no Wacken Open Air 2013 e na sua cidade natal, Dusseldorf, com orquestra, para embelezar mais as suas músicas, e sem orquestra, que nada deve ao primeiro.

O set list está abrangente, com músicas antigas da carreira da artista alemã às mais recentes, de seu último trabalho, Raise Your Fist. Neste seu mais novo registro ao vivo, também vemos o carinho que a Rainha do Metal tem para com os seus fãs, seja indo para a galera ou estando ao lado de fãs que estão colados no palco. 

No 2º Blu Ray, temos uma extensa entrevista nos bastidores da turnê comemorativa de 30 anos de carreira de Doro, com depoimentos dos membros da banda, da própria Doro e de alguns dos convidados, com legendas em inglês e, caso alguém fale, em alemão. 

As músicas que ficaram de fora do primeiro disco estão neste e a edição poderia muito bem ter posto todo o show, tanto o clássico quanto o rock num disco só, num desmembramento desnecessário, mas que não reduz nem um pouco os atrativos deste lançamento. Quer um bom rock /metal? Então tenha este lançamento nas mãos e balance a cabeça.



domingo, 27 de novembro de 2016

Coisas que perdemos por ignorância- Edenbridge



A banda austríaca de metal sinfônico Edenbridge está em atividade há quase 20 anos e o seu som feito por eles tem melodias extremamente cativantes, com alguns acordes medievais, e guitarras precisas e pesadas, aliados ao vocal muito delicado de Sabine Edelsbacher, fazem com que esta banda seja acima da média e, infelizmente, ignorada por muitos.

O Edenbridge já contou com a participação especial de DC Cooper, hoje no Royal Hunt no CD Aphelion, o 3ºjá lançado pelos austríacos e que conta com melodias medievais que tornam a audição de suas músicas algo muito agradável.

Arrisque-se com Edenbridge e ouça uma das bandas mais talentosas que estão em atividade.





domingo, 20 de novembro de 2016

Músicas que não saem da cabeça V

E lá vamos nós, para mais um episódio desta "séria" série e, sem embromação, vamos às inesquecíveis.



KANSAS


A banda norte-americana está na lista devido à música Dust in the Wind, do seu CD Point of Know Return. Esta canção bonita esteve presente na série de TV Highlander e toda a sua beleza está justamente na sua simplicidade e na letra, que fala da efemeridade de cada momento de nossas vidas.

https://www.youtube.com/watch?v=4XvI__yHNow

HEART


As irmãs Wilson, em atividade desde 1967, têm músicas com melodia cativante e vocais intensos, que ficam a cargo de Ann Wilson, que possui uma voz inconfundível e que ainda canta com a mesma paixão de antes, tem em These Dreams e Alone, as suas duas músicas grudentas, que não saem da cabeça.

Alone:

https://www.youtube.com/watch?v=vXznl5S7ZbI

These Dreams

https://www.youtube.com/watch?v=41P8UxneDJE

Em breve, será lançado o show da banda com a Royal Philarmonic Orchestra, no Royal Albert Hall e é ao vivo que as duas irmãs mostram que quem sabe faz ao vivo.

http://www.cdpoint.com.br/Blu-ray/HEART-LIVE-AT-THE-ROYAL-ALBERT-HALL-WITH-ROYAL-PHILHARMO+++80121335609-16-1-B.html


DIRE STRAITS




Esta banda foi incrível. Os discos foram irretocáveis e esta banda tem a sua leva de músicas inesquecíveis, como Money For Nothing, Sultans of Swing, Walk of Life e a, para mim, imbatível, Brothers in Arms.

Brothers in Arms

https://www.youtube.com/watch?v=jhdFe3evXpk

Money for Nothing

https://www.youtube.com/watch?v=wTP2RUD_cL0

Sultans of Swing

https://www.youtube.com/watch?v=h0ffIJ7ZO4U

Essas e muitas outras são clássicos que merecem ser ouvidos sempre.




terça-feira, 15 de novembro de 2016

Metal sinfônico- Equilíbrio entre peso e melodia

O metal sinfônico é um sub gênero dentro do metal que combina o peso das guitarras, baixo e bateria com elementos da música clássica, como pianos, coros e até mesmo orquestras completas, como foi visto no DVD Black Sympnony, da banda holandesa Within Temptation. Este estilo dentro do metal cria algumas das mais bonitas composições que já tive o prazer de ouvir, como Oceanborn e Ever Dream, do Nightwish, Mother Earth, The Promise, Stand My Ground e The Last Dance do Within Temptation.

Este gênero não abre mão do peso, embora, em algumas audições, dê mais enfase a um equilíbrio entre o peso e a parte sinfônica, que é uma característica marcante de suas composições, para mostrar que a boa música não é apenas o peso do heavy /thrash e que comporta sim outros elementos, mostrando que há espaço sim para adicionar outros estilos musicais ao metal que todos gostamos. Sim, é um gênero dentro do metal que causa torções de nariz, deboches e etc., mas quando se há coisas péssimas como Dark Funeral, Dying Detus, Deicide e cia., essas bandas aparecem como um oásis no cenário metálico.

As vocalistas de bandas deste gênero ou fizeram cursos em conservatórios ou, como no caso de Sharon den Adel, são naturais e cantam como se praticado desde a infância tivessem. Este cenário, sim, também será vítima de saturação no mercado, frente a maneira parecida com que soará igual aos medalhões Nightwish e Within Temptation, mas tal saturação, creio, demorará a acontecer.

A Holanda, até o presente momento, concentra a maior parte das bandas deste estilo, como Within Temptation, Delain- também uma excelente banda- e Épica, que esteve no Brasil recentemente.

Este é um estilo que ou gosta muito ou o detesta para valer, não tendo meio termo. Mas para ou gostar ou detestar, é necessário uma audição prévia e o youtube está aí para isso. Puxe alguns vídeos para ver se detesta ou curte.

@Direitos reservados ao autor da obra
Leonardo de Abreu dos Santos

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O "Guns" vem aí

A turnê " Não nesta vida", que promove o reencontro de Axl, Slash e Duff é promovida aos 4 cantos da Terra como a reunião da formação original do Guns 'n Roses. Não dá para considerar como "formação original" o fato dos três subirem ao palco juntos, sem os outros componentes que ajudaram a banda a conquistar a sua fama e sucesso, como Izzy Stradlin e Steven Adler. Ao invés disso, terá nesta turnê os músicos contratados por Axl para fazer uma versão própria do Guns, sem estes dois músicos imprescindíveis para a história da banda.

A turnê aportará na terra brasilis nos dias 8,11, 12 e 15 de Novembro com uma propaganda fajuta, anunciando que a formação original está de volta. Mas como a formação pode ser a original se faltam as peças originais e as que se apresentarão com os 3 são somente as de reposição?

Alguns dos músicos presentes acompanham Axl faz algum tempo com exceção do tecladista Dizzy Reed, que acompanha Axl desde os Use Your Illusion, tornando esta turnê um show incompleto, para dizer o mínimo. Dizer que o Guns voltou é uma mentira sem precedentes, mas para vender ingressos, quem é que liga, certo?

O Engenhão ficará lotado, com certeza, mas a sensação de engano ficará no ar, ao ver que não há formação original no palco e sim Axl e amigos no palco, com o auxílio de peso de Slash e Duff. Slash, aliás, continua afiado pra caramba na guitarra, segundo alguns vídeos dos shows com seus ex-companheiros de banda nesta turnê, o que comprova que o cara tem talento de sobra, como também comprova o CD ao vivo Live at The Roxy 9-25-14.

Agora, é esperar pelo tão divulgado show e torcer para que o público que lá estará receba um show que comece pontualmente e não com aqueles atrasos característicos do Sr. Axl Rose.

Sem chuvas, neste dia, por favor, São Pedro.



Linkin park fez aniversário- E daí?

Eu recebi um dito feed de uma revista estrangeira que mencionava o aniversário do primeiro disco de uma das piores bandas que já tive o desprazer de ouvir, Linkin Park.

Não há nada de especial ou até mesmo um pingo de talento nessas pessoas, já que o seu instrumental, em comparação com outras bandas do metal. Seus acordes, sem inspiração alguma ou até mesmo mal elaborados, não empolgam ou dão vontade de balançar a cabeça e sim de sair de qualquer recinto que ponha as suas "músicas" para tocar.

O vocalista mais grita que canta e o faz de tal maneira que eu temo que ele tenha um derrame no meio do palco, durante a gravação de um clipe, enfim. O segundo que canta, numa espécie de vocal falado, contribui para a ruindade da banda, porque a impressão de que ele nem queria estar ali cantando, é muito forte. A dita grande mídia os anuncia, ou anunciava, incessantemente para ver se conseguia colar o nome da banda na cabeça de algumas pessoas e, após insistir tanto, acabou conseguindo.

Esta banda em nada contribui para a boa música, não possui um instrumental que convença e tem dois cantores que são, no máximo, medianos. Se vende muitos CD's, ótimo, mas altas vendas nem sempre demonstra qualidade. Se fosse assim, a Britney seria uma senhora duma artista e não alguém que já é intima do ostracismo, como toda celebridade instantânea.

Quando uma banda de baixo quilate como essa faz aniversário, é quando você tem a certeza que o pior, infelizmente, é posto como o melhor.

domingo, 6 de novembro de 2016

Músicas que não saem da cabeça IV

As músicas que grudam nas nossas cacholas são ou bem acima da média ou simplesmente caem no nosso gosto pessoal, seja por causa da melodia, do instrumental ou até mesmo por causa de quem canta.

Logo, tais canções ficam registradas na história da música e assim vamos para mais um episódio desta séria série.


Whitesnake


A banda capitaneada por David Coverdale tem algumas músicas marcantes e uma delas é a balada IsThis Love?

 https://www.youtube.com/watch?v=dOWN6Bw49hk

A seguinte é uma música vinda da época das propagandas do cigarro Hollywood, antes da marcha vigilante dos intrometidos de plantão que adoram se meter na escolha particular de cada um, chamada Love Ain't no Stranger.


 https://www.youtube.com/watch?v=EW8YShulX7o

Estes senhores do Rock and Roll tem gás para mais e esta apresentação mais recente mostra que não estão com intenção de parar, não senhor.

https://www.youtube.com/watch?v=hO90lldh0nI


Bon Jovi





Antes de partirem para aquele pop sem sal e sem graça, numa clara investida em músicas altamente comerciais e sem vida, eles tinham músicas boas, como banda e na carreira solo de Jon Bon Jovi, como Wanted Dead Or Alive.

https://www.youtube.com/watch?v=InbylqM8CsQ

You give love a bad name

https://www.youtube.com/watch?v=KrZHPOeOxQQ

E na carreira solo temos Blaze of Glory, que é uma tremenda duma música e que faz parte da trilha sonora de Young Guns II.

https://www.youtube.com/watch?v=hCeIIcPAwv8


Van Halen



A banda dos irmãos Van Halen tem diversas músicas que se encaixam na cachola e de lá teimam em não sair, como Hot for Teacher, Jump, Ain't talking about love, Can't Stop Lovin You, Right Now e Not Enough.

https://www.youtube.com/watch?v=PzEWdI7PWfk

https://www.youtube.com/watch?v=SwYN7mTi6HM

https://www.youtube.com/watch?v=mYMcSHzHqxA

 https://www.youtube.com/watch?v=bmUoDdd2hIA

https://www.youtube.com/watch?v=4n4g1bGITLc

Há pessoas que gostam mais do Van Halen com David Lee Roth e outras da banda com Sammy Hagar, como é o meu caso. Independente da formação que for, esta é uma banda que tem excelentes músicas que o tempo jamais apagará.

sábado, 5 de novembro de 2016

Nem todo headbanger vive ( apenas) de metal.

Essa coisa de todo headbanger viver só de metal é pura história da carochinha. Sim, há os que só vivem de metal e não escutam nada mais, que quem escuta coisas fora do metal não é true e etc.

O headbanger pode até curtir coisas fora do metal, mas não topará qualquer porcaria que seja promovida pelos 4 cantos do planeta como a última maravilha do mundo, como são esses cantores de modinha com seus 15 minutos de fama. Já vi metaleiro fã de Fagner ( Por que não? Ele é bom compositor e músico), outros que curtem Eric Clapton, Barry White e Enya. Afinal, estes são e, no caso de White, são e foram competentes músicos, com excelentes acordes, melodias e vocais, dentro de seus estilos musicais, muito bons (Barry White cantando Rio, por exemplo).

A restrição de só escutar metal acaba sendo prejudicial, a meu ver, para o conhecimento musical do fã da boa música, porque o impede de conhecer artistas de outros gêneros musicais que tenham talento, que sejam bons e o tira a possibilidade de até comentar algo sobre bons artistas e não um zé da esquina como qualquer representante do sertanojo universitário e afins.

Ouvir um metal bem tocado é relaxamento auditivo para uma semana de trabalho onde carros com som tocando o funesto e macabro funk a toda a altura e quando não quer ouvir metal, bem, sempre tem Tina Turner cantando " We don't need another hero", do filme Mad Max: Além da cúpula do trovão para experimentar algo diferente e bom do pop, que morreu no início dos anos 1990, para ver que existe algo além dos muros do metal. É uma questão de procurar e curtir.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Black Sabbath- Injustiçados

O Black Sabbath passará em terra brasilis no dia 2 de dezembro e, infelizmente, se apresentará na Apoteose, onde o nada se encontra com o lugar algum. A Apoteose tem uma péssima acústica, fica na entrada para o Centro do Rio de Janeiro e grande parte do público ficará em pé. Os que ficarem sentados terão um grande torcicolo.

Bandas como o Black Sabbath tem de se apresentar em lugares melhores e não há nada mais apropriado ao Sabaath que o Maracanã, ainda que mutilado pelos projetistas e arquitetos da mediocridade. Esta banda, que é o pai ou um dos pais do metal, é uma lenda e como toda a lenda merece e tem que se apresentar em um lugar à altura e este lugar é o Maracanã.

"Ah, mas e o gramado?" O gramado é recuperável e o público de metal é o mais educado do showbizz. Chegam, assistem o show e, após o fim do mesmo, retiram-se com tanta ordem que o local se esvazia em poucos minutos.

"Ah, mas e o barulho?" A vizinhança atura carros tocando funk, esta nulidade fonográfica, aos berros, logo suportará numa boa um metal de excelente qualidade de músicos que são referência musical mundial, como Tony Iommi.

O maraca não é localizado entre o nada e o lugar algum, porque nas proximidades do estádio há um comércio para lançar mão caso necessário. Na Apoteose não. O espaço é melhor, o conforto idem e o material levado pelos ambulantes dentro do estádio é de boa qualidade.

O Black Sabbath merecia um lugar de seu quilate para se apresentar no Brasil, mas infelizmente o tacaram na Apoteose.


domingo, 23 de outubro de 2016

Entrevista Sabaton


Antes de tudo, obrigado pela entrevista, Sabaton.

Obrigado para você também.

Vi as músicas do CD na Wikipedia e algumas das batalhas eu nem ouvi falar, com exceção da batalha de Termópilas. A batalha de Bannockburn é sobre a independência da Escócia. Quem é o ávido pesquisador da banda? Joakim ou Pär?

Somos ambos pesquisadores, mesmo sendo eu quem começa a desenterrar a maioria das histórias. Mas eu somente olho superficialmente. Juntos ( Pär e Joakim) pesquisamos profundamente antes de escrevermos uma canção.

Voltando ao CD Heroes, como vocês descobriram toda aquela informação sobre aqueles heróis no CD, especialmente sobre os soldados brasileiros na faixa Somking Snakes? E sobre isso, obrigado, Sabaton por lembrar destes bravos homens.

Bem, nós somos expostos a toda hora a histórias. Dos fãs, somente na internet, na TV, documentários e vários outros lugares. E as histórias dos Smoking Snakes eu tenho na minha própria livraria Saved Fort Hat e talvez um dia faríamos um CD chamado Heroes. E, então, fizemos!

As mídias digitais, como o Spotify e tantos outros estão sendo bons ou ruins para Sabaton e Nuclear Blast? Quantos de vocês ainda compram CD ou qualquer outra mídia física? Pergunto isso porque eu compro CD's, incluindo Sabaton, como Heroes on Tour e Swedish Empire Live CD/DVD e eu realmente não gosto desta maneira virtual de adquirir música.

Claro que todos nós apreciamos muito aqueles que compram a mídia física ou os vinis. Também tentamos dar algo extra e tentamos fazer um encarte bom e muito bem trabalhado, histórias aprofundadas sobre cada música.

Li sobre as edições recarregadas dos antigos CD's do Sabaton, como o The Art of War. Acho que o fã ficará contente com esta iniciativa. Quem teve esta ideia? A banda, Nuclear Blast ou ambos?

Nós tivemos esta ideia. Quando mudamos de gravadora em 2010, da Black Lodge para a Nuclear Blast, tivemos a grande ideia de uma vez mais apresentar essas músicas para os fãs que conseguimos nos últimos CD's.

As duas músicas de The Last Stand que vocês liberaram, Shiroyama e Blood of Bannockburn são muito épicas, mas com uma certa atmosfera de morte em batalha. Quando estas duas músicas foram feitas, qual foi a sensação?

Quando ouvi Blood of Bannockburn pela primeira vez, não havia gaita de foles. Era mais um sentimento de rock clássico, com um órgão hammond tocando sozinho e tal. Mas quando escrevi as letras para ela, eu disse ao Joakim que precisaríamos adicionar gaita de foles para a temática e realmente ajudou.

Quem teve a idéia da capa do CD? E quem é o artista e como vocês ouviram falar dele?

Tivemos a idéia de que a capa deveria representar diferentes guerreiros que são típicos das canções. Mas não do CD inteiro. Este é o motivo pelo qual nem todas as músicas estão representadas. Queríamos algo para surpreender também!

Thobbe Englund esta saindo da banda. Como isto aconteceu? Vinha ocorrendo por algum tempo ou não?

Thobbe tem sido parte da banda por pelo menos 470 shows e quase 5 anos. Logo, ele é um grande amigo do qual jamais me separarei. Mas ele desejava trabalhar mais com a sua própria música e também excursionar um pouco menos.

Consegui as datas da turnê na América Latina através dos seus informativos no Facebook e vocês estarão no Circo Voador- RJ- Brasil. Que tipo de set list os fãs cariocas e latino americanos poem esperar? Por favor, digam-me que vocês tocarão The Price of a mile no Circo Voador, porque é uma das minhas favoritas.

Droga, estamos muito distantes da seleção de músicas. Não temos a menor idéia de quais músicas do nosso novo álbum serão as mais populares para serem tocadas. Mas uma música do CD Heroes certamente será tocada.

Será lançado um DVD do Sabaton, no Sabaton Open Air 2016, como um adeus a Thobbe Englund?

Gravamos todo o show, mas não será um lançamento dessa maneira.

Como é a sua cidade natal, Falun, quando chega a hora de um novo festival Sabaton Open Air, porque vi o seu show no Sabaton Open Air no Dvd Heroes on Tour e ele é bem lotado. É sempre um lugar calmo ou é agitado sem o Sabaton Open Air?

É normalmente uma cidade pequena. Não tem tantos concertos. Num fim de semana por ano, vira uma cidade do metal. Quando estamos com o Sabaton Open Air.

Quais são as maiores influências do Sabaton?

Metal clássico. Judas Priest, Iron Maiden, Black Sabbath. Isso diz tudo.

Como vocês acharam Tommy Johansson?
Atualmente, perguntamos a ele logo em 2012 se ele queria se juntar à banda. Mas, à época, ele estava muito ocupado com o seu trabalho solo. Nos vimos em algumas festas e aqui e lá. Tommy foi a vários shows do Sabaton através dos anos. Acho que a primeira vez que Tommy foi a um show do Sabaton foi por volta de dez anos atrás. Esse foi todo o tempo que ele seguiu Sabaton.

Como estão as coisas na Suécia, com esses ataques às mulheres suecas pelos refugiados, porque eu li notícias bem perturbadoras sobre isso. Aqui vai o link do artigo, mas está em português: http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/europa/16682-2016-08-22-18-17-41.html

Bem, está em toda a Suécia.

Esta edição especial de The Last Stand, com um tanque do Sabaton, é incrível. Pelo que pude ver, você pode guardar os CD's no tanque ou o CD vem no tanque?

Você pode guardar o CD dentro do tanque.

Por que a música de entrada é The Final Countdown, do Europe? É por causa da música, que é incrível, para mim, pelo menos, ou é por causa de algo a mais?
Bem, nós amamos Europe e eles sempre foram uma inspiração para nós. Hoje em dia, mudamos para a nossa versão de In the army now.

O que Sabaton tem a dizer para os seus fãs brasileiros?


Vocês não precisam esperar mais, ESTAMOS CHEGANDO.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Delain- Moonbathers


A banda holandesa Delain, criada em 2006, já chega ao seu 5º CD, Moonbathers. Capitaneados pela dupla Charlotte Wessels e Martijn Westerholt, os holandeses realmente mostram que são um talento a ser respeitado e não apenas mais uma banda de metal sinfônico no mercado.

A primeira faixa, Hands of Gold, a mais pesada do CD, combina um excelente arranjo sinfônico com as guitarras da banda, que estão com um peso maior que o habitual e que conta com a vocalista do Arch Enemy, Alissa White-Gluz, é uma das melhores faixas do CD e que conta com fragmentos da Balada de Reading Gaol, do escritor Oscar Wilde.

As músicas Suckerpunch e Turn the Lights Out fazem parte deste CD e já tivemos um gostinho delas no EP Lunar Prelude.

A música The Glory and the Scum é bem melódica, enquanto que The Hurricane é uma bela balada e, para quem curte, vale a pena apertar o botão de repeat.

Em Scandal, temos uma excelente cover do Queen e que está anos luz do insosso Adam Lambert.

Sim, a capa é bonita e a sua arte está a cargo de Glenn Arthur. 

Moonbathers vem em versão simples e com CD bônus. Garanta já o seu, que é diversão garantida.



sábado, 15 de outubro de 2016

Movel para CD- Caçando a arca perdida

Eu não se é só comigo, mas está muito difícil, para não dizer quase impossível, encontrar móvel próprio para CD. Sou e sempre serei um ávido comprador de CD's, ainda que serviços como Spotify virem uma febre, o que é péssimo para os artistas e gravadoras, como já comentei aqui - http://musicaqueempolga.blogspot.com.br/2016/03/gravadoras-atencao-redobrada-para-o.html - É algo sem sal. Ah, beleza, baixou o arquivo ou o CD inteiro ou ainda o ouve através destes mesmos serviços e aí?

A dependência do PC ou de dispositivos para transportar os arquivos de áudio é total e não há a maleabilidade de um CD para ouvir na sala de casa ou qualquer que seja o cômodo. Diante deste quadro, achar um móvel para CD que seja bom, pelo menos, é quase como buscar pelo Santo Graal.

As gravadoras continuam lançando CD's, as bandas saem em turnê para promovê-los ou divulgá-los, mas o bendito móvel, que é bom, continua descomissionado.

Não ligo para o espaço ocupado pelo móvel para CD's, mas me preocuparei quando o único lugar para guardá-los for no chão, por causa desta falta imbecil de móvel para CD.


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Vida longa ao CD

Eu não abro mão de comprar um CD e passar a baixar ou ficar só com arquivos digitais de músicas no meu PC. Fico de olho nas pré-vendas, nas comunicações dos meus artistas favoritos quando eles estão prestes a lançar algo novo, para curtir o CD, abrir o seu encarte e ler as letras das músicas, ver quem produziu, os patrocínios da banda. 

Na parte das Óperas-Metal / Rock é quando você retira o encarte da tampa da caixa do CD para ler a história, ver qual vocalista que interpreta qual personagem e qual parte da história você acha mais interessante e sim, a arte do encarte que conta bastante.

E quando o seu artista favorito vem ao Brasil e você tem os meios de lhe pedir um autógrafo, você leva o encarte, porque, afinal, fica muito difícil, eu diria impossível, você levar a CPU toda para ser autografada ao show da sua banda favorita, porque, afinal, não estão todos os arquivos baixados ali? Sim, estão todos separados por pastas no windows, mas onde está aquela mídia física que lhe permite sacar uma slip case, um encarte para um autógrafo? Não existe, porque todos os CD's que você diz ter na verdade você não tem e sim possui um grupo de arquivos no computador que precisam de um programa para rodar ou um aparelho moderno onde você os coloca para ouvir, seja através de um simples fone ou um fone com bluetooth e assim você fica confinado a tão limitadas alternativas.

Esta limitação não se aplica ao CD, porque tendo um som em casa, você pode escutá-lo sem precisar ligar qualquer dispositivo moderno feito nos dias de hoje. Com o CD, você pode fazer uma escolha simples: Qual CD ouvirei hoje e sacá-lo de sua estante. Não há mídia musical melhor que um CD.

Longa vida ao CD, que não é limitado ao PC, celular, Ipad, Ipod e outros dispositivos afins e que ainda lhe permite conseguir um autógrafo do seu artista favorito, coisa que nenhum arquivo digital lhe dará.

domingo, 9 de outubro de 2016

Coisas que perdemos por ignorância- Threshold


A banda britânica de prog metal corre por fora, um pouco ofuscada por nomes como Dream Theater e Symphony X, mas, apesar disso, segue firme, lançando trabalhos de qualidade, aliando o peso com a distinta classe inglesa.

Esta banda, oriunda da cidade de Surrey, Inglaterra, está na estrada desde o final dos anos 80, não deixa a peteca cair e lança um CD excelente após o outro, como Critical Mass, Subsurface, Dead Reckoning, com Andrew "Mac"McDermott que cantava com uma empatia espantosa e uma interpretação muito emotiva da música, como em Narcissus, no CD ao Vivo Critical energy e na faixa Flags and Footprints.

Agora, a banda britânica conta novamente e, espero, permanentemente com Damian Wilson nos vocais, com dois CD's lançados, March of Progress e For The Journey.

Em 2015, pela Nuclear Blast, foi lançado European Journey, que faz um registro da turnê de promoção de For The Journey, sendo gravado em diferentes países europeus.

Veja um vídeo de Watchtower of the Moon e de Lost In Your Memory. 








sábado, 1 de outubro de 2016

Músicas que não saem da cabeça- III

As músicas que marcam a vida de uma pessoa nunca envelhecem, nunca se desgastam e, a cada audição, elas parecem ainda inéditas e este é o grande e bom ponto dessas músicas que nunca saem da cabeça.


Scorpions


A banda alemã tem em seu repertório algumas músicas que simplesmente grudam e não saem mais da memória. Temos Big City Nights, Winds of Change, Still Loving You e uma mais recente, a belíssima The Good Die Young, com participação de Tarja Turunen.




O vocal imbatível de Klaus Meine contribui e muito para que essas músicas permaneçam sempre em nossas melhores lembranças.


Soul Sirkus


Lamentavelmente, não há mais Soul Sirkus. O vocalista Jeff Scott Soto aqui canta, como sempre, muito bem e as músicas deste CD são uma maravilha e aqui fica a minha decepção pela não continuidade deste excelente projeto. Temos Soul Goes On, Periled Divide, Soul Goes On e Friends 2 Lovers. Quem tem este CD, sabe que é o único de sua espécie.




Avantasia


Sim, temos músicas grudentas do Avantasia sim. Então, vamos fazer uma volta no tempo até o primeiro CD, Avantasia- The Metal Opera. Neste CD, temos Reach Out for the Light, Serpents in Paradise, Avantasia e Sign of The Cross, músicas que ainda ouço, diante da garra colocada nessas músicas.

Já no CD, simplesmente intitulado parte II, temos Neverland e Into the Unknown, com uma jovem e ainda não tão famosa Sharon Den Adel.

Pulamos alguns anos e vamos ao The Scarecrow, que já na sua primeira faixa, já conta com uma excelente música, Twisted Mind, com a participação especialíssima de Alice Cooper. A partir daí, vamos para Lost in Space, Carry me Over, The Toy Master e Shelter from The Rain.

O segundo desta trilogia é o The Wicked Symphony e, como o seu predecessor, já começa a toda na música título, com um arranjo orquestral muito bom, para emendar num metal de primeira qualidade. Em seguida, temos Dying for an Angel e Runaway Train. 

No mesmo ano, temos Angel of Babylon, terceira parte da trilogia iniciada com The Scarecrow, e vamos de Stargazers, indo a Angel of Babylon e , por fim, Simphony of Life, com Cloudy Young, que fez parte de Avantasia - The Flying Opera.

Passam alguns anos e o artista alemão Tobias Sammet nos presenteia com mais um CD do Avantasia, The Mistery of Time. Temos as músicas que mais parecem chiclete Spectres, Sleepwalking, Savior in The Clockwork e The Watchmaker Dream.

Finalmente, chegamos naquele que, para mim, é um dos melhores deste ano, Ghostlights. já começa bem com Mistery of a Blood Red Rose, temos a pesada e sombria Seduction of Decay, Draconian Love, a bela e delicada Isle of Evermore, que tem o retorno de Sharon Den Adel ao projeto após mais de dez anos e Unchain the Light. 

A boa música sempre traz clássicos.







sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Músicas que não saem da cabeça- II

Voltando à mais uma séria série, continuamos com músicas que não saem da cabeça e o CD de agora é a trilha sonora de Stallone Cobra, que já começa com Voice of America's Sons, de John Cafferty e Beaver Brown, com uma puxada acústica empolgante, indo à Feel The Heat, de Jean Beauvoir, o mesmo que participou das comemorações de 20 e 25 anos de carreira da Rainha do Metal, Doro Pesch, que tem um refrão pegajoso e uma música de primeira e uma Gloria Estefan, em início de Carreira, com o The Miami Sound Machine.



Journey




Antes de Arnel Pineda, esta banda contou com o excepcional Steve Perry, que nos presenteou com músicas como Don't Stop Believin, Open Arms, Separate Ways ( Worlds Apart). Ressonate, do mais recente album, Eclipse, mostra o quão Pineda é bom e que sorte teve Neal Schon ao achá-lo no Youtube, que é mostrado no documentário Don't Stop Believin- Everyman Journey e que também contém algumas apresentações de Pineda, sozinho e com o Journey.As músicas do Journey ainda continuam com melodias marcantes e vocais excepcionais e instrumental idem.

Metallica


A banda Norte-Americana Metallica, a maior banda de Thrash Metal do mundo, possui diversas músicas que não saem da cabeça, entre músicas clássicas como One e outras não tanto, como Dyers Eve, Fight Fire With Fire,Ride The Lighthing e The Four Horseman. Quando escutei pela primeira vez Welcome Home ( Sanatarium) fiquei pasmo. Que música era aquela e que energia ela tem ao vivo, na caixa Live Shit- Binge and Purge e daí temos The Unforgiven, Master of Puppets,a faixa título do CD And Justice For All e Eye of The Beholder e Creeping Death. Escute Motorbreath, do Kill 'em All, pegue um envenenado e caia na estrada a toda.Metallica ainda é uma das maiores, apesar de deslizes como ST Anger. 


sábado, 17 de setembro de 2016

Músicas que não saem da cabeça- I.

Existem músicas que simplesmente não desgrudam dos seus ouvidos e você fica ouvindo de novo e de novo, só para apreciar aquela melodia uma vez mais ou aquele riff pesadão que você curte muito e não consegue enjoar de ouvir.

É um sentimento, para mim, pelo menos, inexplicável, de querer ouvir a música ou o CD que você mais curte uma, duas , três, várias vezes até, literalmente, gastar e este sentimento eu tenho em relação à algumas músicas.

Vamos então àquelas músicas ou CD's que me marcaram:

Trilha sonora do longa animado Transformers de 1986.


Tudo bem, concordo, é um desenho animado, mas antes da preguiça de pegar um linkin park da vida pra trilha sonora, os produtores de outrora tinham um cuidado na hora de montar a trilha do filme, seja com pessoas ou não e a prova disso está nesta trilha sonora. Músicas como Dare, Instruments of Destruction, Nothin's Gonna Stand in Our Way e etc. são puro rock and roll, com garra, melodias marcantes e refrões pegajosos, algo impensável para um longa animado nos dias chatos e pra lá de sensíveis de hoje, onde linkin park se torna a melhor opção viável para uma música de trilha de filme.

Within Temptation



Esta banda tem músicas que, sempre que posso, escuto mais uma vez, como Mother Earth, do CD homônimo, Stand My Ground, de The Silent Force, The Last Dance, e Sinead, do álbum The Unforgiving e que foi tocada no show Elements, que faz parte do CD/DVD Let Us Burn, que também vem com um show da turnê do mais recente CD da banda, Hydra, que também tem as suas músicas grudentas, como Paradise ( What About Us), com a cantora finlandesa Tarja Turunen e And We Run, com o rapper norte-americano Xzibit. Esta banda tem mais músicas grudentas, mas estas foram as que mais grudaram na minha cabeça.

Nightwish


Esta banda tem diversas músicas que grudam, que marcam desde o seu início com Tarja Turunen. O CD Oceanborn, com The Riddler, Devil and the Deep Dark Ocean, e Gethsemane,o CD Century Child com Ever Dream e Ocean Soul, além de uma senhora versão de O Fantasma da Ópera, de Andrew Lloyd Weber e temos Once, que conta com a música que virou vídeo clip, Nemo, Planet Hell e Creek Mary's Blood, que conta com o artista norte-americano John Two Hawks. O último trabalho da banda, Endless Forms Most Beautiful, primeiro com a holandesa Floor Jansen nos vocais, conta com músicas bonitas como My Walden, Alpenglow e Élan.

Nevermore


Esta banda de Seattle, infelizmente, não está mais em atividade até o momento, mas tem as suas músicas grudentas.

O CD Dreaming Neon Black já começa com Beyond Within, uma pancada pra esquentar a orelha, I am the Dog para a adrenalina ir a mil e Poison God Machine para os seus neurônios entrarem numa rodinha.

Em Dead Heart on a Dead World, temos a faixa de abertura, Narcosynthesis, Inside Four Walls e a melhor, Engines of Hate, que te dá vontade de balançar a cabeça o resto do dia e The River Dragon Has Come, que faz o dedo próximo do botão de repetir apertar este botão só mais uma vez, para curtir novamente.







domingo, 11 de setembro de 2016

O que esperar de novo da sua banda favorita?

Ao escutar o mais novo lançamento da sua banda e perceber que você ouviu um senhor CD e que você não consegue enjoar de ouvi-lo, o que, então você espera da sua banda favorita?

A minha banda favorita dos dias de hoje é a norte-americana Symphony X e o seu último CD, Underworld, está nesta categoria de CD que eu simplesmente não consigo deixar de ouvir em toda a oportunidade que tenho, principalmente quando vou à academia. As músicas são arrojadas, o peso, característica da banda desde sempre, está lá, principalmente na faixa Kiss of Fire. Agora, e depois de Underworld, o que posso esperar da banda. Outro Underworld? Não, mas sim que se superem.

Eu nunca espero que as minhas bandas favoritas caiam na comodidade da repetição da fórmula do CD anterior e sim torço para que se superem, para que façam ainda melhor, para que, novamente eu ouça repetidamente o novo lançamento como eu ouvi o anterior. Com a cantora finalndesa Tarja Turunen, não foi diferente, porque também ouvi quase que sem parar o Colours of the Dark, repetindo algumas vezes a faixa Deliverance, diante do uso espetacular de sua voz para dar acrescentar melodia à música e, ao escutar The Shadow Self, vi outro CD para escutar e escutar novamente, mas sem esperar que ela repetisse a fórmula de Colours.

O CD Ghostlights do Avantasia é, para mim, muito bom e, infelizmente, não sei quando terei o prazer de ouvir outro Avantasia, mas espero e torço para que o próximo de estúdio seja melhor que este e que tenha a sua própria alma.

Que cada banda que lance um CD bom pra caramba se supere e sempre.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Coisas que perdemos por ignorância- Ayreon e Star One




A seria série volta e com dois assuntos diferentes, mas que giram em torno de um só artista, Arjen Lucassen, talentoso multi-instrumentista holandês.

O principal projeto, Ayreon, é uma mistura de rock/ metal com progressivo feita com uma perfeição ímpar começou em 1995 e até hoje é um senhor passatempo ao lado do seu ipod ou mp 4, CD ROM, Som e 3 em um. Embora a fórmula seja uma só, as músicas ou são bem pesadas ou possuem uma melodia incrível, daquelas que você não ache possível ouvir em um CD que realiza tal mistura e aqui vai um exemplo.



Cada artista envolvido em cada CD mergulha nas músicas que são incumbidos de cantar ou nos seus personagens, como no mais recente lançamento do Ayreon, The Theater Equation. Este projeto também conta com vários cantores e instrumentistas. Eu, quando ouvi pela primeira vez, curti pra caramba. Tire as suas próprias conclusões.



O seu outro projeto, Star One, é um pouco mais pesado e voltado ao metal tradicional. O seu primeiro CD, de 2002, foi voltado para filmes de ficção científica e contou com uma capa bem sugestiva, de uma banda chamada Boston.



A lista de músicas contém homenagens a clássicos da ficção como Outland- Comando Titânio, Guerra nas Estrelas, Alein- o 8º passageiro, entre outros. Como no projeto Ayreon, alguns cantores se fazem presente e desta vez, a cada faixa, desempenham um papel diferente. Os riffs, além de pesados, são de muito bom gosto e bem contagiantes e você se sente como os personagens de cada música e mergulha novamente no universo dos filmes que cada uma das faixas aborda. Fez tanto sucesso que rendeu uma turnê pela Europa e um CD duplo e DVD denominado Star One Live on Earth.



 Infelizmente, desde 2002, só foi lançado mais um CD deste projeto, Victims of The Modern Age, em 2010.


Ambos os CD's deste projeto, Space e Victims, contam com edições simples e especiais, com dois CD's para cada um. Dois trabalhos completamente diferentes que refletem o talento de um só Arjen Lucassen.