O Iron Maiden fez um show onde o vocalista Bruce Dickinson não pode falar palavrão e não balançou a bandeira britânica na música The Trooper, fazendo, ao invés disso, um gesto de mãos vazias.
Tal impropério com a banda, consagrada mundialmente, ocorreu na China comunista, onde a internet é limitada, a opinião contra o regime é crime e a democracia lá é inexistente, mas , segundo a esquerda, é um pedaço do paraíso na terra.
Por outro lado, o maiden poderia também ter se recusado a se apresentar naquele país e assim evitar esta censura desavergonhada, mas escolheu ir lá e assim mereceu este desrespeito.
Se tal censura fosse nos EUA de Trump, numa Inglaterra hipotética de Farage ou qualquer outro conservador, as redes sociais estariam cheias de reclamações, defesas da banda, dizendo que Dickinson falar palavrão era normal e que The Trooper sem bandeira britânica não é The Trooper, mas como foi na China, está tudo mudo.
A dita rebeldia headbanger é pura covardia e conveniência.
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