As pessoas compram os seus ingressos esperando ver o artista dar o seu melhor no show que eles se apresentam, ainda que errem uma ou duas notas musicais, mas que se apresentem ao público que ali está.
O segundo caderno de Sábado, do jornal O Globo, tenta, em uma gigantesca matéria, apresentar uma justificativa para algo indefensável, o playback, um artifício que "artistas" usam, para encobrir a sua mediocridade ou ruindade. Sim, quem sabe faz ao vivo e quem não sabe usa o playback, vide Anitta e Milli Vanilli, entre outros tantos.
O uso de playback, ou, no novo jargão politicamente correto, bases pré-gravadas, é um desrespeito para com o público fã de artista A ou B, independente do estilo. Se o artista estiver presente ou num festival ou numa apresentação solo, ele tem a obrigação de cantar e tocar, mesmo que erre e dizer que há festivais onde não dá pra cantar todas as músicas é desculpa esfarrapada de alguém que não dá para o ofício e que devia estar devidamente fora do showbizz, mas no Brasil reina o quanto pior melhor, então esses ditos " artistas" jamais perderão público, pois sabem que respeito aos fãs não cabe, já que eles gastam o seu suado dinheiro em shows com playback, porque cantar de verdade cansa.
Pink deu uma lição de respeito aos fãs em Anitta, ao se balançar pra lá e pra cá e cantar, coisa que esta criatura do funk não fez. Artista é isso, faz uma presepada e canta, solta a voz, ao contrário de quem usa playback, que desrespeita seus fãs ao não se dignar a cantar.
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
terça-feira, 22 de outubro de 2019
domingo, 13 de outubro de 2019
Hora de tirar o "rock" do rock in rio
O festival rock in rio já perdeu a parte rock desde 2011, onde você ainda tinha um pouco de rock propriamente dito dentro do festival. Nos anos de 2017 e 2019, bem, a coisa virou 180 graus, com algumas bandas e artistas pífios que de rock (e talento) nada tinham, desde Anita, que solta a pérola que há festivais que não dá pra cantar, por isso que recorreu ao playback, mas em se tratando de uma funkeira, querer que tenha talento e vergonha na cara é uma viagem que daria inveja ao mais chapado dos hippies.
A macaquiagem do festival se resume a isto, que é encher de coisas que não dariam nem pra atração de circo, como o tal Drake e Elza Soares, sendo ela uma excelente aquisição para um corredor de terror em algum circo, Weezer, que não cura e sim causa uma profunda depressão. Os pífios seriam camuflados por artistas de verdade, porque, afinal, quem que é fã de Seal que não iria assistir a apresentação deste talentoso cantor que fez uma excelente versão de Who Wants to Live Forever, do Queen, no tributo a Freddy Mercury? Resumo da ópera, vamos encher de lixo, com pitadas de ouro e vender o festival como se fosse algo bom, do rock. Que de rock quase nada tem, exceto em algumas horas e dias específicos, como no dito dia do metal e ao escalar Whitesnake ( absurdamente colocado no palco Sunset) , Scorpions e outros poucos. O rock in rio hoje é somente uma marca de sucesso, que deveria mudar de nome e se tornar lacre in rio, porque ao colocar uma reportagem onde a tal da pink faz história ao se balançar pra lá e pra cá é insultar a inteligência alheia. Se esta coisa faz história, então chegou atrasada, porque quem pula na tirolesa já fez história antes dela.
O espaço favela nada mais é do que a espetacularização da miséria pela qual passa o povo que vive uma realidade dura, de tristeza e de temor do narcotráfico, onde as pessoas que saem pra trabalhar não estão nem um pouco preocupadas com este cenário feito para ganhar dinheiro em cima da desgraça alheia. Glorificar a pobreza é debochar destas pessoas, que tiram leite de pedra para simplesmente sobreviver. Coisas de rico que gosta de bancar o humanitário.
Rock in rio, tire o rock e ponha o lacre in rio. É mais de acordo com sua atual conjuntura.
A macaquiagem do festival se resume a isto, que é encher de coisas que não dariam nem pra atração de circo, como o tal Drake e Elza Soares, sendo ela uma excelente aquisição para um corredor de terror em algum circo, Weezer, que não cura e sim causa uma profunda depressão. Os pífios seriam camuflados por artistas de verdade, porque, afinal, quem que é fã de Seal que não iria assistir a apresentação deste talentoso cantor que fez uma excelente versão de Who Wants to Live Forever, do Queen, no tributo a Freddy Mercury? Resumo da ópera, vamos encher de lixo, com pitadas de ouro e vender o festival como se fosse algo bom, do rock. Que de rock quase nada tem, exceto em algumas horas e dias específicos, como no dito dia do metal e ao escalar Whitesnake ( absurdamente colocado no palco Sunset) , Scorpions e outros poucos. O rock in rio hoje é somente uma marca de sucesso, que deveria mudar de nome e se tornar lacre in rio, porque ao colocar uma reportagem onde a tal da pink faz história ao se balançar pra lá e pra cá é insultar a inteligência alheia. Se esta coisa faz história, então chegou atrasada, porque quem pula na tirolesa já fez história antes dela.
O espaço favela nada mais é do que a espetacularização da miséria pela qual passa o povo que vive uma realidade dura, de tristeza e de temor do narcotráfico, onde as pessoas que saem pra trabalhar não estão nem um pouco preocupadas com este cenário feito para ganhar dinheiro em cima da desgraça alheia. Glorificar a pobreza é debochar destas pessoas, que tiram leite de pedra para simplesmente sobreviver. Coisas de rico que gosta de bancar o humanitário.
Rock in rio, tire o rock e ponha o lacre in rio. É mais de acordo com sua atual conjuntura.
domingo, 6 de outubro de 2019
Living The Dream Tour- Slash Ft Myles Kennedy and The Conspirators
Slash, junto de Myles Kennedy e os Conpiradores lançou,quatro anos após o Live At the Roxy 9.25.14, o Living the Dream Tour, filmado durante o show realizado no lendário Hammersmith Apollo, em Londres, Inglaterra. A banda já começa a toda com The Call of the Wild, do Living the Dream e a partir daí é uma entrega de sucessos novos e antigos, destacando as sempre presentes Back from Cali, Ghost, Halo, além das mais recentes, como My Antidote e a bela música Boulevard of Broken Hearts, do mais recente CD. A já tradicional entrada nos vocais do baixista Todd Kerns agora engloba a faixa We're All Gonna Die, além de Doctor Alibi, onde o músico já coloca as cartas na mesa com o seu vocal rasgado.
Myles Kennedy ( Vocais), Slash e Frank Sidoris (Guitarras), Todd Kerns ( Baixo) e Brent Fitz ( Bateria) entregam um produto de primeira qualidade e que cativou a platéia inglesa e que cativará também os seus fãs mundo afora. Pra comprar sem medo de curtir uma boa música de uma banda afiada como nunca.
domingo, 29 de setembro de 2019
O prazer de ouvir música
Eu não creio que a música tenha sido inventada para ser feita de maneira medíocre ou pasteurizada, completamente padronizada e sem vida e sim algo vivo, mutável, com várias camadas para a admiração daqueles que a ouvem e a realização do compositor , por ver que a sua obra é consumida, depois de horas de trabalho ao criar dadas melodias e arranjos.
O ser humano gosta de ouvir música, em sua grande maioria. Aqueles que não gostam de ouvir música, creio eu, tem uma vida mais entristecida, estressada e por assim dizer, mais entendiante. Ouvir música relaxa, acalma e nos deixa prontos para mais um round de nossas obrigações e vidas. É aquele momento de puro relaxamento, de sossego, onde descansamos um pouco para voltar ao ringue da vida e enfrentar as agruras com um pouco de menos peso nos ombros. Aqui faço um parêntese, pois o que nos trás verdadeira paz e sossego para enfrentar os nossos desafios do dia a dia é o Senhor. Ouvir música é o paliativo.
Voltando ao tópico, ouvir música, boa música, é um calmante, um balsamo para um dia estressante, uma maratona de estudos extenuante ou simplesmente uma boa diversão num dia qualquer. O prazer de ouvir música se resume a uma boa diversão e uma festa particular entre você e você mesmo ou junto de um grupo de amigos, para conversar, tomar uma gelada e curtir o dia. Ouvir música é mesmo prazeroso, uma terapia, onde você extravasa.
Ouça música, relaxe. Conquiste o dia.
O ser humano gosta de ouvir música, em sua grande maioria. Aqueles que não gostam de ouvir música, creio eu, tem uma vida mais entristecida, estressada e por assim dizer, mais entendiante. Ouvir música relaxa, acalma e nos deixa prontos para mais um round de nossas obrigações e vidas. É aquele momento de puro relaxamento, de sossego, onde descansamos um pouco para voltar ao ringue da vida e enfrentar as agruras com um pouco de menos peso nos ombros. Aqui faço um parêntese, pois o que nos trás verdadeira paz e sossego para enfrentar os nossos desafios do dia a dia é o Senhor. Ouvir música é o paliativo.
Voltando ao tópico, ouvir música, boa música, é um calmante, um balsamo para um dia estressante, uma maratona de estudos extenuante ou simplesmente uma boa diversão num dia qualquer. O prazer de ouvir música se resume a uma boa diversão e uma festa particular entre você e você mesmo ou junto de um grupo de amigos, para conversar, tomar uma gelada e curtir o dia. Ouvir música é mesmo prazeroso, uma terapia, onde você extravasa.
Ouça música, relaxe. Conquiste o dia.
sábado, 7 de setembro de 2019
Gosto não se discute, mas se critica.
O ser humano gosta de diversas coisas, que vão desde comida até pneu de carro, passando por CD's e bandas relacionadas à boa música. Na vida em sociedade, as discussões, que podem ser acaloradas ou não, caem nos gostos de cada um e no caso de bandas, é muito comum ouvir " mas como você pode gostar disso aí? Esta banda é péssima, todas as músicas são iguais demais, os músicos são uma porcaria".
Sim, gosto é igual a impressão digital, cada um tem o seu, mas, ao contrário da impressão digital, é passível de críticas, pois até hoje ainda não descobriram uma maneira de agradar gregos e troianos e, exatamente por causa desta variável, é que os gostos não a prova de criticas, sejam elas justificadas ou não, porque afinal, critica é critica. Pra que ficar justificando, se é perda de tempo?
As criticas vão desde que o guitarrista / vocalista / baterista e etc. são ruins, péssimos, não fazem um solo competente, a banda é sem sal, determinado estilo é igual e padronizado demais, a pessoa que gosta de uma banda de metal extremo não sabe o que é um bom metal e por aí vai. Banda X é farofa demais e você gosta, logo você é farofa também, um poser e ainda fica andando com camisa de banda de thrash metal. Curte Megadeth, mas anda com camisa de Nightwish, que é uma banda da modinha ou algo parecido que dá vontade é de cair na gargalhada, porque nada impede que determinada pessoa se amarre num thrash metal e curta Nightwish. Gosto é isso aí, um conjunto de variáveis imprevisíveis como o ser humano. O paradoxo é que as melhores conversas numa roda de amigos ou conhecidos são exatamente sobre os gostos de cada um, que leva a enaltecer um músico ou outro ou até mesmo um lançamento recente. Ou pode cair numa grande risada geral com cerveja no meio.
Gosto é gosto, tudo bem, mas não é a prova de criticas. Ou de boas risadas no meio da conversa.
Sim, gosto é igual a impressão digital, cada um tem o seu, mas, ao contrário da impressão digital, é passível de críticas, pois até hoje ainda não descobriram uma maneira de agradar gregos e troianos e, exatamente por causa desta variável, é que os gostos não a prova de criticas, sejam elas justificadas ou não, porque afinal, critica é critica. Pra que ficar justificando, se é perda de tempo?
As criticas vão desde que o guitarrista / vocalista / baterista e etc. são ruins, péssimos, não fazem um solo competente, a banda é sem sal, determinado estilo é igual e padronizado demais, a pessoa que gosta de uma banda de metal extremo não sabe o que é um bom metal e por aí vai. Banda X é farofa demais e você gosta, logo você é farofa também, um poser e ainda fica andando com camisa de banda de thrash metal. Curte Megadeth, mas anda com camisa de Nightwish, que é uma banda da modinha ou algo parecido que dá vontade é de cair na gargalhada, porque nada impede que determinada pessoa se amarre num thrash metal e curta Nightwish. Gosto é isso aí, um conjunto de variáveis imprevisíveis como o ser humano. O paradoxo é que as melhores conversas numa roda de amigos ou conhecidos são exatamente sobre os gostos de cada um, que leva a enaltecer um músico ou outro ou até mesmo um lançamento recente. Ou pode cair numa grande risada geral com cerveja no meio.
Gosto é gosto, tudo bem, mas não é a prova de criticas. Ou de boas risadas no meio da conversa.
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
Tarja- In the Raw
A cantora finlandesa Tarja Turunen nos presenteia com um senhor CD, In the Raw. É um presentão porque temos peso, numa música que há um dueto com Bjorn Strid Soilwork, The Night Flight Orchestra) e este alterna vocais limpos e rasgados, somado ao instrumental surpreendentemente pesado em se tratando de composições da artista . Passando por esta faixa , vamos para Goodbye Stranger, onde a participação mais que especial de Cristina Scabbia ( Lacuna Coil) dá um charme extra a uma música não só bonita, mas com arranjos de extremo bom gosto, sem deixar o peso de lado. O último dueto se dá com Tommy Karevik ( Kamelot, Seventh Wonder) e nesta está uma das mais bonitas composições de Tarja, onde o contraponto de ambas as vozes é o ponto forte de Silent Masquerade. Railroads dá o seu show também, onde a delicada melodia que guia a música faz toda a diferença. You and I possui uma delicadeza na melodia que a torna grudenta e vale uns repetecos, por ser a faixa mais bonita . Se tiver dúvidas se compra ou não este CD, vai na fé e manda bala. Vale muito a pena.
terça-feira, 20 de agosto de 2019
Avantasia- 19 anos de boa música
Eu jamais esperava que o projeto Avantasia, do musico alemão Tobias Sammet, fosse durar tanto. Não, peraí, eu não esperava que ia chegar aos incríveis 19 anos de existência e ainda por cima lançando um CD melhor que o outro, demonstrando que a criatividade de Sammet não tinha limites e que o céu era realmente o limite.
The metal opera parte 1, 2, The Scarecrow, The Wicked Symphony, Angel of Babylon, The mistery of Time, Ghostlights, Moonglow e o ao vivo Ao redor do mundo em 20 dias- A opera voadora, primeiro e, infelizmente, único registro ao vivo do Avantasia fizeram a história de um projeto que tomou enormes proporções devido ao time de excelentes músicos que por ali passaram e que tornaram este projeto alemão uma referência em metal opera.
Os cantores Eric Martin, Geoff Tate, Klaus Meine, o saudoso André Matos, Candice Night e etc. se juntaram com Oliver Hartmann, Sascha Paeth, Arjen Lucassen, Eric Singer, Michael Rodenberg e outros tantos para escrever a história do Avantasia, uma história, que, aliás, conta com 19 anos de idade e com mais energia, assim espero, para mais alguns (vários) anos de um feito musical que rendeu desde músicas pesadas até baladas muito bonitas. Longa vida ao Avantasia.Que venham mais músicas belas e outro lançamento ao vivo. Os ouvintes da boa música agradecem. E eu também.
The metal opera parte 1, 2, The Scarecrow, The Wicked Symphony, Angel of Babylon, The mistery of Time, Ghostlights, Moonglow e o ao vivo Ao redor do mundo em 20 dias- A opera voadora, primeiro e, infelizmente, único registro ao vivo do Avantasia fizeram a história de um projeto que tomou enormes proporções devido ao time de excelentes músicos que por ali passaram e que tornaram este projeto alemão uma referência em metal opera.
Os cantores Eric Martin, Geoff Tate, Klaus Meine, o saudoso André Matos, Candice Night e etc. se juntaram com Oliver Hartmann, Sascha Paeth, Arjen Lucassen, Eric Singer, Michael Rodenberg e outros tantos para escrever a história do Avantasia, uma história, que, aliás, conta com 19 anos de idade e com mais energia, assim espero, para mais alguns (vários) anos de um feito musical que rendeu desde músicas pesadas até baladas muito bonitas. Longa vida ao Avantasia.Que venham mais músicas belas e outro lançamento ao vivo. Os ouvintes da boa música agradecem. E eu também.
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
SOTO- Origami
A banda SOTO, em seu terceiro CD, permanece afiada e a primeira faixa, Hypermania, já é um cartão de entrada e tanto. A faixa começa com um leve arranjo eletrônico e prossegue na característica principal da banda, o metal tradicional . Assim, Jeff Scott Soto (Vocais), Jorge Salan (Guitarra e vocal), BJ ( Guitarra, Teclado e Vocal), Tony Dickinson ( Baixo e Vocais) e Edu Cominato ( Bateria e Vocal) entregam um excelente CD, cujos pontos altos são a faixa título, BeLie e Torn, duas belas baladas entregues com a qualidade JSS de sempre, a excelente cover de Michael Jackson, Give in to Me, a alegre Torn, com saxofones ao fundo. Se você quer ouvir um excelente vocalista no auge, compre este CD e se você quer ouvir uma banda impecável, tanto musicalmente quanto tecnicamente, é para, definitivamente, ter este CD na coleção para ouvir sem medo de ser feliz.
terça-feira, 18 de junho de 2019
Andre Matos- Fora de série!!
Eu nunca fui um fã assíduo de André Matos e sempre acompanhei pequenos trechos de sua carreira, principalmente quando ele participou do projeto do músico alemão Tobias Sammet, o Avantasia, ou quando ele esteve à frente do Shaman, uma banda brasileira que me agradou muito.
O que notei foi um profissional irrepreensível, um senhor cantor e um artista que tinha a platéia na mão e que não se intimidava pela fronteira do idioma, como é mostrado no DVD do Avantasia Around the World- 20 days live, onde ele saúda a platéia da Republica Tcheca na língua mãe deste país do leste europeu, o que já diz muito sobre o profissionalismo deste artista do metal nacional.
Ele tinha a sua banda solo, André Matos, gravou o primeiro e único CD da superbanda Symphonia, In Paradisum, e, no dia 02 de junho, em São Paulo, apresentou-se novamente com seus colegas de Shaman e junto ao Avantasia, cantando a música Reach Out For The Light.
No dia 08 de Junho, ele, infelizmente, faleceu, de infarto. Quando um amigo me passou a notícia, fiquei num misto de choque e surpresa.Como assim? Ele tinha se apresentado com o Avantasia poucos dias antes. Este colega está me pregando uma peça de humor negro, pensei. A surpresa deu lugar ao choque, quando chegaram notícias das revistas e blogs especializados.Ele tinha falecido, mas a ficha não tinha caído ainda. Passados dez dias da sua morte, a ficha caiu e fica aquele vazio de que este cantor talentoso e profissional impecável já não está mais entre nós. Que Nossa Senhora cuide dele e que ouça a sua incrível voz no céu.
O que notei foi um profissional irrepreensível, um senhor cantor e um artista que tinha a platéia na mão e que não se intimidava pela fronteira do idioma, como é mostrado no DVD do Avantasia Around the World- 20 days live, onde ele saúda a platéia da Republica Tcheca na língua mãe deste país do leste europeu, o que já diz muito sobre o profissionalismo deste artista do metal nacional.
Ele tinha a sua banda solo, André Matos, gravou o primeiro e único CD da superbanda Symphonia, In Paradisum, e, no dia 02 de junho, em São Paulo, apresentou-se novamente com seus colegas de Shaman e junto ao Avantasia, cantando a música Reach Out For The Light.
No dia 08 de Junho, ele, infelizmente, faleceu, de infarto. Quando um amigo me passou a notícia, fiquei num misto de choque e surpresa.Como assim? Ele tinha se apresentado com o Avantasia poucos dias antes. Este colega está me pregando uma peça de humor negro, pensei. A surpresa deu lugar ao choque, quando chegaram notícias das revistas e blogs especializados.Ele tinha falecido, mas a ficha não tinha caído ainda. Passados dez dias da sua morte, a ficha caiu e fica aquele vazio de que este cantor talentoso e profissional impecável já não está mais entre nós. Que Nossa Senhora cuide dele e que ouça a sua incrível voz no céu.
quarta-feira, 12 de junho de 2019
Quando a mediocridade alça vôo
Eu fico espantado com essa babação do pior , do medíocre e do péssimo. Esses fracos da música pesada são incensados a níveis olímpicos e ai de quem criticar, porque a turma do palavras machucam já fica toda atacada, chorona e quase vai pra terapia com mais esta queixa , cercado de milhares de lenços de papel.
Tom Morello, da banda chata Rage Against the Machine é um dos piores guitarristas que já tive o desprazer de ouvir. É sempre aquele arranjo de sempre de rap com metal, não sola, não manda um a só nota que empolgue. O audioslave só teve destaque por causa da voz de Chris Cornell e quando sai Cornell, adeus audioslave. Se ele é tão bom assim, por que a banda não vingou? Se fosse, a banda ainda estaria em atividade e com outro guitarrista, mas ele não tem a competência para tal. Agora está no tal prophets of rage, que adota uma simbologia fascista e um ritmo que putzgrilo, chato pra caramba. Devia se aposentar, pra deixar também de ser um arroz de festa de primeira. Mas, pra turma da revolta de adidas, ele é o máximo. Não dá pra entender.
Limp Bizkit também é levada a sério como banda, mas deveria ser um show de comédia. Eu não sei como acham que um sujeito esquisito, que se fantasia de qualquer coisa, é guitarrista. Quando leio que ele faz experiências sonoras, dá um calafrio. E quando a banda vai pro palco, é a senha pra cair fora, porque senão vai acabar dormindo, de tão vazias e entendiantes as ditas músicas disto são.
Aí, quando você ouve Gladys Knight ou Sade cantando, para sair um pouco do metal e rock, vem a pergunta de como alguém tão insossa como Beyonce é considerada cantora ou quando ouve um Human League, Human, não deixa de pensar que Ed Sheeran dá aquele falsete sem vergonha que mais parece uma crise de diarreia e que a mediocridade não só alça vôo, mas ainda consegue planar.
Tom Morello, da banda chata Rage Against the Machine é um dos piores guitarristas que já tive o desprazer de ouvir. É sempre aquele arranjo de sempre de rap com metal, não sola, não manda um a só nota que empolgue. O audioslave só teve destaque por causa da voz de Chris Cornell e quando sai Cornell, adeus audioslave. Se ele é tão bom assim, por que a banda não vingou? Se fosse, a banda ainda estaria em atividade e com outro guitarrista, mas ele não tem a competência para tal. Agora está no tal prophets of rage, que adota uma simbologia fascista e um ritmo que putzgrilo, chato pra caramba. Devia se aposentar, pra deixar também de ser um arroz de festa de primeira. Mas, pra turma da revolta de adidas, ele é o máximo. Não dá pra entender.
Limp Bizkit também é levada a sério como banda, mas deveria ser um show de comédia. Eu não sei como acham que um sujeito esquisito, que se fantasia de qualquer coisa, é guitarrista. Quando leio que ele faz experiências sonoras, dá um calafrio. E quando a banda vai pro palco, é a senha pra cair fora, porque senão vai acabar dormindo, de tão vazias e entendiantes as ditas músicas disto são.
Aí, quando você ouve Gladys Knight ou Sade cantando, para sair um pouco do metal e rock, vem a pergunta de como alguém tão insossa como Beyonce é considerada cantora ou quando ouve um Human League, Human, não deixa de pensar que Ed Sheeran dá aquele falsete sem vergonha que mais parece uma crise de diarreia e que a mediocridade não só alça vôo, mas ainda consegue planar.
domingo, 12 de maio de 2019
Eterno e Efêmero
Existem obras artísticas que transcendem o tempo, que passam de geração a geração seja pelos livros de história ou através de fitas cassete, vinis e CD's .
Essas obras são imortais, não cairão no esquecimento e ainda serão desfrutadas pelas pessoas através dos séculos, por diferentes formas tecnológicas, que não diminuirão a beleza de tal conjunto artístico. Nada abalará a sua grandeza, feita inicialmente com talento, garra e inteligência, pois o que é o talento sem a boa dose de inteligência para direcioná-lo?
Contemplamos, hoje, com uma repetição exaustiva, uma enxurrada de coisas estéreis, obras ( se é que podemos chamar de obras) natimortas que, ao ouvir, não há talento, garra ou mesmo inteligência para criação de algo que seja memorável, que fique para a história e sim um monte de coisas, sim, coisas, feitas sem inspiração, talento ou inteligência, já que são escritas por outras pessoas e não o artista que lança, vide Taylor Swiftou a tresloucada "artista" que já foi Hannah Montana. Afinal, pra que queimar a cachola se outro faz isso por dinheiro? A música perde com tal atitude medíocre, sem contar com os medíocres que não pagam ninguém, mas que são péssimos no que fazem, como um Korn, Limp Bizkit ou Evanescense.
A música bem escrita, onde os compositores sentam ou à mesa ou à escrivaninha, arregaçando as mangas, é aquela que cativa e que você põe algumas vezes no repeat, até estar pronto pra seguir em frente e ouvir o resto do CD ou botar o CD todo no repeat. Fica ao gosto pessoal de cada um.
Agora, vou ouvir pela enésima vez Powerslave e viajar com Rime of The Ancient Mariner, porque este CD, como as obras de Bach e Beethoven e tantas outras da boa música, não desaparecerão no tempo, como os lixos incensados pela grande mídia.
Essas obras são imortais, não cairão no esquecimento e ainda serão desfrutadas pelas pessoas através dos séculos, por diferentes formas tecnológicas, que não diminuirão a beleza de tal conjunto artístico. Nada abalará a sua grandeza, feita inicialmente com talento, garra e inteligência, pois o que é o talento sem a boa dose de inteligência para direcioná-lo?
Contemplamos, hoje, com uma repetição exaustiva, uma enxurrada de coisas estéreis, obras ( se é que podemos chamar de obras) natimortas que, ao ouvir, não há talento, garra ou mesmo inteligência para criação de algo que seja memorável, que fique para a história e sim um monte de coisas, sim, coisas, feitas sem inspiração, talento ou inteligência, já que são escritas por outras pessoas e não o artista que lança, vide Taylor Swiftou a tresloucada "artista" que já foi Hannah Montana. Afinal, pra que queimar a cachola se outro faz isso por dinheiro? A música perde com tal atitude medíocre, sem contar com os medíocres que não pagam ninguém, mas que são péssimos no que fazem, como um Korn, Limp Bizkit ou Evanescense.
A música bem escrita, onde os compositores sentam ou à mesa ou à escrivaninha, arregaçando as mangas, é aquela que cativa e que você põe algumas vezes no repeat, até estar pronto pra seguir em frente e ouvir o resto do CD ou botar o CD todo no repeat. Fica ao gosto pessoal de cada um.
Agora, vou ouvir pela enésima vez Powerslave e viajar com Rime of The Ancient Mariner, porque este CD, como as obras de Bach e Beethoven e tantas outras da boa música, não desaparecerão no tempo, como os lixos incensados pela grande mídia.
terça-feira, 9 de abril de 2019
Delain- Hunter's Moon
A banda de metal sinfônico Delain não gosta que seus fãs fiquem esperando muito tempo para adquirir material novo e aqui estamos com o EP Hunter's Moon, que tem 4 novas músicas para uma boa audição, começando pela bela Masters of Destiny, que conta com uma inspiradíssima Charlotte e uma melodia pegajosa para ouvir no repeat algumas milhares de vezes.
Hunter's Moon é puro Delain, com um vocal bem rasgado de Timo Somers e a já conhecida competência de Wessels e fechando as inéditas com This Silence is Mine Art Kills, com vocal gutural de Twan Driessen. Este EP ainda conta com algumas músicas ao vivo tocadas no Tivoli Vredenburg, em Utrecht, Holanda, ainda com Ruben Israel na bateria, como Hands of Gold e Scandal, do CD MoonBathers e a belíssima Scarlet, presente na versão especial de The Human Contradiction.
Assim, a banda composta por Charlotte Wessels no vocal, Timo Somers e Merel Bechtold nas Guitarras, Otto Schimmelpennick Van der Oije no baixo e Joey de Boer na bateria entregam um EP excelente EP que já aplaca um pouco a ansiedade por um novo CD dos holandeses.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Within Temptation- Resist
A banda holandesa Within Temptation, após um hiato de cinco anos, devido ao esgotamento e bloqueio criativo de sua vocalista, Sharon Den Adel, lança Resist.
A banda incorpora elementos de industrial e de música eletrônica, que não comprometem a qualidade das músicas, como "Raise your Banner", "Mad World" e "Firelight," sem abandonar totalmente o metal sinfônico que a consagrou.
A escolha dos convidados é quase acertada, pois, embora Jasper Steverlinck (Arid) e Anders Fridén cumpriram os seus papéis com excelência, Jacoby Shaddix é quem quase põe a perder " The Reckoning", com o seu vocal insípido e estéril. Felizmente, a inépcia de Shaddix não prejudicou o resultado final da música, que poderia ser bem melhor, caso não fosse ele quem dividisse os vocais com Sharon Adel, que é quem salva a faixa.
Um bom CD de uma banda cuja longa ausência foi bastante sentida. Tomara que não fiquem ausentes novamente tanto tempo.
domingo, 10 de fevereiro de 2019
A restrição do streaming
O streaming de músicas é um serviço que lhe dá a chance de ouvir um determinado CD tão logo seja lançado, desde que, claro, você escolha adquirir tal produto, na sua versão gratuita ou paga.
Não nego as qualidades de tal serviço, mas ele traz determinadas restrições, como ter um bom serviço de internet, um programa específico fornecido pela empresa fornecedora e um aparelho que possa executar o software, como um smartphone ou um tablet ou um pc. Se você não possuir qualquer destes produtos, você não terá acesso ao CD que você tanto espera ser lançado.
Outra restrição, a principal, é que você será dependente dos aparelhos listados acima para ouvir o álbum que você baixou via um dado serviço de streaming de músicas. Poderá usar uma caixa ou fone wireless, se for o caso, mas não poderá ouvir sem que o smartphone, tablet e etc. estejam ligados e executando o programa. Pode ser útil caso você seja ansioso ou esperando a sua encomenda, mas é só. Não é um serviço que lhe dê a mesma liberdade de um CD, pois lhe torna dependente dos aparelhos acima nominados e de um programa de streaming para que você curta um simulacro digital de um dado álbum, portanto, restrito.
É um serviço como qualquer outro, mas que lhe restringe a determinados aparelhos e serviços interdependentes, que, caso falte qualquer um destes, você não terá acesso à CD algum que você goste.
Não nego as qualidades de tal serviço, mas ele traz determinadas restrições, como ter um bom serviço de internet, um programa específico fornecido pela empresa fornecedora e um aparelho que possa executar o software, como um smartphone ou um tablet ou um pc. Se você não possuir qualquer destes produtos, você não terá acesso ao CD que você tanto espera ser lançado.
Outra restrição, a principal, é que você será dependente dos aparelhos listados acima para ouvir o álbum que você baixou via um dado serviço de streaming de músicas. Poderá usar uma caixa ou fone wireless, se for o caso, mas não poderá ouvir sem que o smartphone, tablet e etc. estejam ligados e executando o programa. Pode ser útil caso você seja ansioso ou esperando a sua encomenda, mas é só. Não é um serviço que lhe dê a mesma liberdade de um CD, pois lhe torna dependente dos aparelhos acima nominados e de um programa de streaming para que você curta um simulacro digital de um dado álbum, portanto, restrito.
É um serviço como qualquer outro, mas que lhe restringe a determinados aparelhos e serviços interdependentes, que, caso falte qualquer um destes, você não terá acesso à CD algum que você goste.
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Redes sociais : Excelente meio de divulgação
As pessoas, hoje, possuem um perfil nas ditas redes sociais e assim o fazem algumas bandas de rock/metal. Suas páginas oficiais divulgam os passos das bandas, que vão desde turnês à lançamentos de material inédito, ou, no caso da banda holandesa Within Temptation, um show completo, transmitido pela internet e divulgado via Facebook .
Twitter e o próprio Facebook possuem perfis de diversas bandas de metal e também de publicações especializadas, como a Metal Hammer, que envia os chamados feeds para divulgação de suas mais novas edições e as bandas ali presentes, possibilitando ao leitor uma pequena prévia do que virá.
Os exemplos práticos são Moonglow, do Avantasia, e Resist, do Within Temptation, que tiveram suas datas de lançamento divulgadas no Facebook, além de Lyrics Vídeos e vídeo clips de algumas músicas, no caso de Resist.
Uma ferramenta bem prática, na hora de alocar parte do orçamento para adquirir estes e outros lançamentos que porventura saiam neste ano.
Twitter e o próprio Facebook possuem perfis de diversas bandas de metal e também de publicações especializadas, como a Metal Hammer, que envia os chamados feeds para divulgação de suas mais novas edições e as bandas ali presentes, possibilitando ao leitor uma pequena prévia do que virá.
Os exemplos práticos são Moonglow, do Avantasia, e Resist, do Within Temptation, que tiveram suas datas de lançamento divulgadas no Facebook, além de Lyrics Vídeos e vídeo clips de algumas músicas, no caso de Resist.
Uma ferramenta bem prática, na hora de alocar parte do orçamento para adquirir estes e outros lançamentos que porventura saiam neste ano.
domingo, 20 de janeiro de 2019
Sem repetições
As bandas de rock e metal lançam a sua obra prima, aquele disco que não pode faltar na sua coleção e que você volte e meia volta para ouvir, mas , às vezes, lançam um CD que, embora não seja outra obra prima, se aproxima deste.
The Divine Wings of Tragedy, do Symphony X é considerado a obra prima da banda norte-americana de metal progressivo, mas Underworld é um excelente CD que, para mim, quase chega aos pés de Divine. Volte e meia eu escuto este CD e ainda não enjoei. Mas, o que se esperar da banda após tão bom CD? Um repeteco?
Não, nada de repetições. Eu, assim como alguns fãs, espero e torço para que a banda se supere, que lance algo melhor e que inove ao lançar o sucessor de tão bom CD. Esperar que se repita é apostar na limitação, na acomodação e assim um tremendo revés para a banda, ao se repetir e não inovar. Afinal, se não se supera e não inova, por que comprar o CD, afinal? Completismo de coleção , nessas horas, não vale o dinheiro gasto.
A banda vive pros seus fãs através de seu trabalho, seja no lançamento de um novo CD, seja na turnê de promoção do mesmo e isso se esvaziaria se ficasse repetindo o mesmo disco com algumas garibadas discretas, só para dizer que fez algo novo.
Aí, nem com reza braba se gasta dinheiro com banda ruim a este ponto e sim a deixa cair no fosso do ostracismo.
The Divine Wings of Tragedy, do Symphony X é considerado a obra prima da banda norte-americana de metal progressivo, mas Underworld é um excelente CD que, para mim, quase chega aos pés de Divine. Volte e meia eu escuto este CD e ainda não enjoei. Mas, o que se esperar da banda após tão bom CD? Um repeteco?
Não, nada de repetições. Eu, assim como alguns fãs, espero e torço para que a banda se supere, que lance algo melhor e que inove ao lançar o sucessor de tão bom CD. Esperar que se repita é apostar na limitação, na acomodação e assim um tremendo revés para a banda, ao se repetir e não inovar. Afinal, se não se supera e não inova, por que comprar o CD, afinal? Completismo de coleção , nessas horas, não vale o dinheiro gasto.
A banda vive pros seus fãs através de seu trabalho, seja no lançamento de um novo CD, seja na turnê de promoção do mesmo e isso se esvaziaria se ficasse repetindo o mesmo disco com algumas garibadas discretas, só para dizer que fez algo novo.
Aí, nem com reza braba se gasta dinheiro com banda ruim a este ponto e sim a deixa cair no fosso do ostracismo.
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