As bandas de rock e metal lançam a sua obra prima, aquele disco que não pode faltar na sua coleção e que você volte e meia volta para ouvir, mas , às vezes, lançam um CD que, embora não seja outra obra prima, se aproxima deste.
The Divine Wings of Tragedy, do Symphony X é considerado a obra prima da banda norte-americana de metal progressivo, mas Underworld é um excelente CD que, para mim, quase chega aos pés de Divine. Volte e meia eu escuto este CD e ainda não enjoei. Mas, o que se esperar da banda após tão bom CD? Um repeteco?
Não, nada de repetições. Eu, assim como alguns fãs, espero e torço para que a banda se supere, que lance algo melhor e que inove ao lançar o sucessor de tão bom CD. Esperar que se repita é apostar na limitação, na acomodação e assim um tremendo revés para a banda, ao se repetir e não inovar. Afinal, se não se supera e não inova, por que comprar o CD, afinal? Completismo de coleção , nessas horas, não vale o dinheiro gasto.
A banda vive pros seus fãs através de seu trabalho, seja no lançamento de um novo CD, seja na turnê de promoção do mesmo e isso se esvaziaria se ficasse repetindo o mesmo disco com algumas garibadas discretas, só para dizer que fez algo novo.
Aí, nem com reza braba se gasta dinheiro com banda ruim a este ponto e sim a deixa cair no fosso do ostracismo.
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