As pessoas compram os seus ingressos esperando ver o artista dar o seu melhor no show que eles se apresentam, ainda que errem uma ou duas notas musicais, mas que se apresentem ao público que ali está.
O segundo caderno de Sábado, do jornal O Globo, tenta, em uma gigantesca matéria, apresentar uma justificativa para algo indefensável, o playback, um artifício que "artistas" usam, para encobrir a sua mediocridade ou ruindade. Sim, quem sabe faz ao vivo e quem não sabe usa o playback, vide Anitta e Milli Vanilli, entre outros tantos.
O uso de playback, ou, no novo jargão politicamente correto, bases pré-gravadas, é um desrespeito para com o público fã de artista A ou B, independente do estilo. Se o artista estiver presente ou num festival ou numa apresentação solo, ele tem a obrigação de cantar e tocar, mesmo que erre e dizer que há festivais onde não dá pra cantar todas as músicas é desculpa esfarrapada de alguém que não dá para o ofício e que devia estar devidamente fora do showbizz, mas no Brasil reina o quanto pior melhor, então esses ditos " artistas" jamais perderão público, pois sabem que respeito aos fãs não cabe, já que eles gastam o seu suado dinheiro em shows com playback, porque cantar de verdade cansa.
Pink deu uma lição de respeito aos fãs em Anitta, ao se balançar pra lá e pra cá e cantar, coisa que esta criatura do funk não fez. Artista é isso, faz uma presepada e canta, solta a voz, ao contrário de quem usa playback, que desrespeita seus fãs ao não se dignar a cantar.
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