Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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domingo, 12 de maio de 2019

Eterno e Efêmero

Existem obras artísticas que transcendem o tempo, que passam de geração a geração seja pelos livros de história ou através de fitas cassete, vinis e CD's .

Essas obras são imortais, não cairão no esquecimento e ainda serão desfrutadas pelas pessoas através dos séculos, por diferentes formas tecnológicas, que não diminuirão a beleza de tal conjunto artístico. Nada abalará a sua grandeza, feita inicialmente com talento, garra e inteligência, pois o que é o talento sem a boa dose de inteligência para direcioná-lo?

Contemplamos, hoje, com uma repetição exaustiva, uma enxurrada de coisas estéreis, obras ( se é que podemos chamar de obras) natimortas que, ao ouvir, não há talento, garra ou mesmo inteligência para criação de algo que seja memorável, que fique para a história e sim um monte de coisas, sim, coisas, feitas sem inspiração, talento ou inteligência, já que são escritas por outras pessoas e não o artista que lança, vide Taylor Swiftou a tresloucada "artista" que já foi Hannah Montana. Afinal, pra que queimar a cachola se outro faz isso por dinheiro? A música perde com tal atitude medíocre, sem contar com os medíocres que não pagam ninguém, mas que são péssimos no que fazem, como um Korn, Limp Bizkit ou Evanescense.

A música bem escrita, onde os compositores sentam ou à mesa ou à escrivaninha, arregaçando as mangas, é aquela que cativa e que você põe algumas vezes no repeat, até estar pronto pra seguir em frente e ouvir o resto do CD ou botar o CD todo no repeat. Fica ao gosto pessoal de cada um.

Agora, vou ouvir pela enésima vez Powerslave e viajar com Rime of The Ancient Mariner, porque este CD, como as obras de Bach e Beethoven e tantas outras da boa música, não desaparecerão no tempo, como os lixos incensados pela grande mídia.


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