Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

2018 já foi. Que venha 2019.

2018 foi bom demais pra boa música. Passaram por aqui Phil Collins, Ozzy, Judas Priest, Alice in Chains, Tarja, Arch Enemy e Kreator, Black Star Riders. Que 2019 venham mais artistas da boa música, além dos já selecionados pro dia 4 de outubro do ano vindouro, como Scorpions, Megadeth, Maiden, Anthrax e Slayer. Um bom 2019 metal pra todos.

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

My Indigo


A cantora holandesa Sharon Den Adel ( Within Temptation), para lidar com problemas pessoais e com um bloqueio de criação, que lhe impediu de se reunir com os seus colegas de banda para iniciar o processo de composição de mais um CD do Within Temptation,  ela lidou com tais problemas compondo músicas mais introspectivas e o resultado foi o lançamento do CD My Indigo, com influências de Kate Bush e Florence and The Machine, numa excelente combinação de pop e indie rock. 

Pra quem achou que Sharon Adel iria ficar como peixe fora d'água, se enganou. Cantando num ritmo musical completamente oposto ao que lhe deu renome, ela mostra que o seu talento não está restrito ao metal sinfônico  e, junto a um instrumental delicado, a cantora nos presenteia com faixas belas como a canção título, My Indigo e Out of the Darkness, seguindo com Crash and Burn e Star Crossed Lovers. Um excelente trabalho fora do metal sinfônico de uma das melhores cantoras do gênero, que, apesar das dificuldades, presenteou os seus fãs com um trabalho de primeira.  



terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Accept- Symphonic Terror- Live at Wacken 2017


Na edição de 2017 do Wacken Open Air, o Accept se apresentou acompanhado pela Orquestra sinfônica nacional Tcheca e o registro deste show deu origem a este mais novo lançamento com a qualidade Accept de sempre.

O show foi dividido em 3 partes, começando com o Accept a todo vapor e iniciando o show com Die by The Sword, passando por  Koolaid, do mais recente CD, The Rise of Chaos , e fechando com The Final Journey a primeira parte do show.

A seguir vemos Wolf Hoffmann, acompanhado de Daniel Silvestri na guitarra, Philip Shouse, baixo, e Carmelo Marfali, teclado, além do raçudo Christopher Willians na bateria , tocando as músicas do  projeto de Hoffmann, Headbangers Symphony, junto da orquestra, apresentando uma adaptação para o heavy metal, muito bem feita por Hoffmann, de obras da música clássica, como Scherzo, adaptada da sinfonia nº 9, de Beethoven e Double Cello in G Minor, cuja origem é Concerto for two cellos in G Minor de Vivaldi, entre outras.

E eis que Peter Baltes ( Baixo) , em seu último registro oficial ao vivo junto do Accept, Mark Tornillo (vocal), Wolf Hoffmann e Uwe Lulis (guitarras) e Christopher Willians ( Bateria) aparecem no palco junto da Orquestra Sinfônica Nacional Tcheca, a toda, com Princess of the Dawn pra começar a pancadaria, Shadow Soldiers, com a platéia cantando junto e alguns membros da orquestra balançando o pescoço, junto da banda. Então, vamos para Dark side of My Heart, do CD Blind Rage e encerrando com a antológica Balls to the Wall, com uma felicidade indescritível nos rostos dos músicos e ainda a plateia ainda cantando o coro de Balls to the Wall. Peter Baltes sempre será lembrado com carinho pelos fãs do Accept, devido aos seus 42 anos de dedicação a este gigante do metal. A Nuclear Blast merece um adendo, devido ao trabalho fantástico neste digipack que contém os CD's e Blu Ray do show.

domingo, 4 de novembro de 2018

Headbanger e a esquerda- nada a ver

O rock e o metal são modos de vida, de acordo com alguns, baseados na individualidade calcado no exercício do livre arbítrio, onde o individualismo é presente no uso de uma camisa de banda, na ida a um show de sua banda favorita ou em discussões sobre quem é melhor, como Maiden ou Metallica, Nightwish ou Within Temptation, por exemplo ou ainda se Evanescence presta para ser metal ou presta pra algo.

É o indivíduo que toma para sí a defesa de sua banda ou artista favorito e tal aspecto individual é incompatível com o coletivismo natural do socialismo / comunismo, por não ser permitido tais aspectos personalíssimos do indivíduo. Se há um coletivismo forçado pelo aparato estatal comunista, não é e nem será permitido arroubos individualistas. A lista de artistas soviética é a maior prova desta ideologia policial, no sentido de policiar o ser humano enquanto indivíduo. Afinal, como pode um estado de uma ideologia atéia se preocupar com um folclórico ocultismo presente numa letra de Black Sabbath? Para inibir e punir aquele que saia do formigueiro socialista/ comunista, já que todos devem se comportar igualmente. Logo, como pode um headbanger ser de esquerda, se ele seria caçado como o mais abjeto animal se posasse com uma camisa do Slayer em pleno centro de Havana, por exemplo? Não seria um ato censor e de esquerda, ao custo da vida de um homem ou uma mulher que agisse desta forma? Mas, se na esquerda há a liberdade, por que não há headbangers desfilando em Pyongyang e sem o uniforme de presídio em forma de país? Ter uma banda de garagem em qualquer país comunista ou no Irã é um ato clandestino e tais ditaduras colocariam todos em jaulas e os poria num simulacro de julgamento, para falsamente, justificar as execuções.

Nos países conservadores, de natureza capitalista, bandas como Iron Maiden, Metallica, Megadeth, Edguy, Threshold e Dream Theater, como tantas outras, começaram do zero, batalharam por um lugar ao sol e não foram caçados ou mortos como seriam num país socialista / comunista. Essas bandas conquistaram uma boa base de fãs, fazem shows de maneira regular, fazem mesas de autógrafos, lançam CD's e seus fãs podem transitar livremente com camisas promocionais de álbuns ou de shows da turnê que está em curso e que atrai os fãs para vê-los ao vivo, sem nada faltando, como foi o show do Iron Maiden na China, onde foram proibidos de usar a bandeira da Inglaterra durante a música The Trooper. Mas países de esquerda não são livres e cheios de amor?


domingo, 28 de outubro de 2018

Roger Waters, um canalha medíocre

Roger Waters, que nunca saiu de cima do muro e repete o mesmo espetáculo de um álbum lançado em 1979, adorado por fãs e por um dito artista que parou no tempo. No tempo do muro de Berlim, onde se pulasse o muro, a morte era certa.

Ele faz parte da longa lista de artistas da esquerda festiva, aquela que festeja a desgraça que o socialismo leva à vida do outro com rolex de mais de mil dólares, enquanto critica o capitalismo do alto da sua cobertura em Beverly Hills.

As fotos de um espetáculo, novamente chamado de Wall, não sei porque, já que isto lançou mais alguns CD'S solo, mostram um muro fascista, algo que ele pretensamente diz combater, do alto de sua cobertura.

Eu não sei o que é visto neste cara. Não é um grande baixista e se vale somente de ter feito parte do Pink Floyd, uma banda chata pra caramba e feito um álbum que somente uma música se salva, que é the wall . Todos entram num transe que mais parece uma viagem de LSD. Acabou pensamento, raciocínio, o lance é prestigiar alguém que já até acabou com os ossos deste disco, de tanto que se aproveita dele. Muda o disco, Roger.

Ele, em 2018, veio ao Brasil com sua mais nova turnê US+Them e, em Sampa, já apronta das suas de esquerdista  caviar : Manda um elenão e com isso incendeia o estádio do Palmeiras, com gritos contrários e hostis a ele (bem feito). Quem procura acha e ele achou o achincalhe do ano. Repetiu o ato em Curitiba, um pouco antes da hora em que iria para a cadeia. Mais pancada no ativista da hipocrisia. Curitiba, sua linda, como bem frisou o site socialista de iphone. Eu nunca vi ele tomar tal atitude contra o Irã, quanto ao apedrejamento de mulheres. Vai que explodem ele ou ele perde dinheiro. Perder dinheiro pra um esquerdista festivo é inaceitável. Vide Chaetano Veloso e o seu equipamento roubado. Ser egoísta, nem socializou com os mais necessitados.

Roger Waters se sente bem com isso, do alto da sua torre de marfim, mas nós que não bebemos deste cálice não devemos nunca deixar de rejeitar tais crápulas ou vaiá-los sempre que pudermos.

VAI PRA CUBA QUE PARTIU, PRO INFERNO, PRA TUMBA, ROGER WATERS.


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

A rebeldia covarde ataca de novo

Eu recebi pelo Facebook, que é uma mão na roda pra lançamentos de CD de determinadas bandas, um panfleto / evento/ chamariz para o metaleiros contra o fascismo, no circo voador.

Esta luta já começou mal, porque o símbolo é um punho esquerdo cerrado, um símbolo de natureza... fascista. Se é para tocar contra o fascismo, ora bolas, não usem um símbolo fascista. Usem o crescente do islã, a foice e o martelo, uma capa do manifesto comunista de marx, junto do livro do Hitler, vídeos com as práticas violentas e de morte  contra os opositores na Venezuela, fuzilamentos de dissidentes em Cuba e até apedrejamento ( covardia abjeta) em mulheres.

Gangrena Gasosa, Tamuya Thrash Tribe e outros repetem a mesma rebeldia covarde. Vamos nos rebelar contra quem não reage. A máxima serve para quando se referem a religiões organizadas, uma chamada para atacar o cristianismo, claro. Essa turma sabe que se atacam o islã, eles ou voam pros ares ou acabam com um buraco extra na garganta. Não protestam contra o morticínio na Venezuela, porque não é chique, não gritam contra o Estado Islâmico porque seria islamofobia. Essa gente "rebelde" sabe que esta seita enjaulou e matou mulheres e que muçulmanos casam com meninas, mas isso não dá ibope e sim perda de dinheiro, além daquele medão de apontar o dedo em quem reage.

Então vamos nessa:

Cadê este pessoal quando um japonês foi executado pelo estado islâmico? Em lugar algum.

Onde estavam quando uma moça de vinte e muito poucos anos foi morta pelas milícias comunas de Maduro? Em lugar algum.

Onde estavam quando um opositor do PT foi arremessado em um caminhão e quase morreu, por causa de um severo traumatismo craniano?

Onde estavam quando uma turba de petralhas queimavam uma bandeira do Brasil? Em lugar algum.

Onde estavam quando foi divulgado que os ocupantes do prédio desabado em São Paulo pagavam aluguel ao MTST? Em lugar algum.

A rebeldia covarde ataca novamente, porque ir contra quem não reage sempre é melhor.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Slash Featuring Myles Kennedy and the Conspirators- Living the Dream



Slash nos presenteia neste ano mais um CD de sua banda com Myles Kennedy, The Conspirators, Living the Dream. Neste terceiro disco, são 12 faixas do mais puro rock and roll e que mostra uma banda bem afiada, com Frank Sidoris no line-up, além de Brent Fitz na bateria e Todd Kerns no baixo. Embora a faixa de abertura do CD, The Call of The Wild, tenha um começo um tanto morno, ela engata num bom rock and roll e a partir daí é pura diversão com Serve You Right, My Antidote, Slow Grind, The one You Loved is Gone e Boulevard of Broken Hearts, que encerra o CD. Se você achou que eles não lançariam um CD devido aos compromissos de Slash e Myles  com as suas respectivas bandas, curta este disco .

Imposições

Os seres humanos são indivíduos, dotados de livre arbítrio , que possibilite que tome decisões na sua vida e também nos gostos musicais, seja curtindo determinado artista ou não ou ainda ignorando completamente aqueles que são completamente ineptos ou ruins mesmo ou certos rótulos que não tem lógica alguma.

Roger Waters nunca foi grande coisa como baixista e o progressivo do Pink Floyd é uma das coisas mais chatas que já tive o desprazer de ouvir, mas são colocados como o máximo e se você discorda, se prepare, porque paus e pedras voarão na sua cabeça. Se você gosta de rock / metal e é de direita, ainda que o coletivismo comunista seja a mais pura antítese do rock, que é individualismo e uso da liberdade de escolha, ser conservador e eleitor de Jair Bolsnaro é praticamente um crime contra a humanidade.

As malfadadas listas ou matérias que têm como título álbuns que você tem de ouvir são coisas forçadas, onde a discordância é a ordem do dia, mesmo que tenha as bandas péssimas e modinhas que não tem nem mesmo um pingo de água de talento. Se você despreza a cena underground do metal e acha praticamente tudo que sai de lá uma porcaria sem tamanho, mesmo que seja incensada a algo excepcional, corra, porque tal discordância não será tolerada. Aceitação é obrigatória.

O livre arbítrio é uma das grandes características do ser humano e é pra ser usado com sabedoria e não como carimbo de coisas que você não gosta, só pra fazer parte da patota ou do modismo de hoje em dia.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Quando fui "salvo" pelo rock

No longínquo ano de 1980, quando eu era um projeto de ser humano, eu ainda me lembro de ter visto o Kiss, ainda sem saber quem ou o que era o Kiss e nem entender o que estava acontecendo, já que, na época, eu tinha 5 anos. Não me perguntem como eu lembro, porque vou te dever uma resposta. Eu só sei que aquilo me marcou até hoje e a música foi "I love it Loud".

Esta apresentação prendeu a minha atenção, fiquei fissurado na Telefunken de tubão e que transmitia o show dos mascarados, com Eric Carr na bateria, acho. Então, a partir daí, a minha iniciação no mundo do rock e da boa música se deu com Powerslave, do Iron Maiden. Fiquei espantado e tornei-me fã imediatamente da donzela de ferro, já na primeira faixa, Aces High. Powerslave, Rime of the Ancient Mariner. Que disco!!!

A partir daí foram Live At Donington, V, da banda Symphony X, Into the Electric Castle, do meu projeto favorito, Ayreon, e um dos meus artistas favoritos, Arjen Lucassen, Nevermore, Nightwish com e sem Tarja, a própria Tarja, Threshold, Blind Guardian, SOTO e por aí vai. Todos foram audições espetaculares e me mostraram que parte dos verdadeiros compositores e instrumentistas do mundo estão no rock /metal, tirando aqueles que integram os natimortos metal extremo e black metal.

Rock / metal é alegria e as modinhas são a mais pura e abissal tristeza, tristeza da qual fui salvo pelo rock.


domingo, 23 de setembro de 2018

Tarja - ACT II Mediabook



A cantora finlandesa Tarja Turunen se esforça para lançar produtos de qualidade para os seus fãs e para quem curte uma boa música e este mediabook é um primor. Temos um livreto com fotos da cantora em Milão e se apresentando ao vivo, além de caixas contendo os dois Blu Ray, o primeiro com os dois shows, Metrópolis, em Londres, e o show de Milão, que, embora tenha excelentes músicas, foi um desastre de filmagem e edição, cortando partes do show para mostrar fotos, tirar a câmera da artista para filmar 3/4 do guitarrista Alex Scholpp ou o joelho do baixista Kevin Chown, tirando o brilho do show principal do Blu Ray 1, enquanto que os shows no Woodstock na Polônia e no Hellfest, na França, presentes no Blu Ray 2 foram bem filmados e deram o destaque que ela merece. Os dois CD's gravados no show de Milão fazem parte desta caixa, tornando-o uma boa compra, mesmo com este grande problema no vídeo do show de Milão. 

domingo, 9 de setembro de 2018

Acima da média

No cenário musical, somos assombrados por aqueles ditos artistas, medianos no máximo e que simplesmente não seriam tão bem sucedidos hoje se não fosse um intenso e imenso aparato publicitário pintando-os como algo fora do comum, extraordinário e que teve reconhecimento ao ganhar algum prêmio fajuto como um VMA da MTV ou até mesmo um Grammy, colocando tais feitos ridículos como uma conquista de alguém talentoso, ao invés de retratar que foi um ser limitado e mediano que "ganhou" tais coisas.

Infelizmente, na boa música tais figuras também estão presentes, como Evanescense, Korn, Limp Bizkit e afins. Medianos e limitados e que só despertam lembrança quando lançam algum CD por uma gravadora grande que manda bala na sua artilharia publicitária.

Aqueles que  são acima da média, excepcionais ( não ganham grammy e VMA), mas possuem uma base de fãs sólida, devido ao seu enorme talento musical e demonstrando por CD atrás de CD, seja de estúdio ou na prova de fogo, que são os materiais ao vivo. Eles lotam festivais, estádios, shows próprios, são simpáticos para com seu público e capricham nas suas composições, às vezes, demoram 4 anos para lançar um CD, como a excelente banda norte-americana de metal progressivo Symphony X, cujo mais recente CD, Underworld, não me deixa mentir. Eles, ao vivo, então, ultrapassam todas as escalas, assim como a cantora finlandesa Tarja Turunen e Ayreon.

Se você quer escutar artistas acima da média e curtir pra valer a boa música, procure material de quem tem talento. Quer se entendiar, bem, sempre tem os medianos de sempre.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Em frente. Sempre

A vida nos ensina que ficar olhando para o passado, remoer esta ou aquela escolha errada e pensar na clássica " se voltasse no tempo" é uma pura perda de tempo.

Sempre seguimos em frente, aprendendo com as escolhas passadas, mas jamais nos prendendo a elas e com os artistas da boa música é, ou em alguns casos, deveria ser.

Quando uma banda fez parte da história profissional de um dado artista e este segue em frente, com composições próprias, reúne todo um novo pessoal para tocar com, é altamente improdutivo chorar no leite derramado e recordar um tempo que já passou e que jamais voltará. Dave Mustaine, Megadeth, não fez uma viagem pela estrada da memória quando foi chutado do Metallica. Fundou o Megadeth, fez e ainda faz CD's excelentes e muito pesados, até mais pesados que qualquer coisa que o Metallica lançou até o momento. Tarja Turunen, a melhor vocalista de metal sinfônico e de Heavy Rock da atualizade, embora toque algumas músicas de sua ex-banda, não ficou chorando as suas pitangas. Investiu em novas sonoridades, colocou músicos competentes em sua banda e lança bons CD's até hoje, não perdendo tempo em ficar remoendo o passado, ainda que toque algumas, bem poucas, músicas do Nightwish.


Tal nostalgia desnecessária não é caracterizada quando uma banda resolve tocar algum CD antigo de sua discografia, porque, ao executar tal obra ao vivo, joga para atrair novos fãs para sí e assim apresentá-los ao seu novo trabalho.

O artista não é caranguejo para andar para trás e exemplos não faltam para seguir em frente. Só falta querer e parar de remoer o passado, para apresentar e vislumbrar um brilhante futuro.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Tarja - Act II



A cantora finlandesa Tarja Turunen lança o seu segundo álbum ao vivo, Act II,  com um variado repertório de músicas da sua carreira solo. Gravado em Novembro de 2016 em Milão, na Itália, este CD é a prova definitiva que a artista é a melhor vocalista de metal sinfônico na atualidade. Ela, ao vivo, acompanhada por Alex Scholpp e Julian Barret ( Guitarras), Kevin Chown (baixo), Christian Kretschmar (Teclados) e Timm Schreiner ( Bateria e Percussão), consegue dar um pouco de vida à insossa Eagle Eye, fazer duas excelentes covers, Goldfinger, do filme homônimo da franquia 007, cantada originariamente pela Dama Shirley Bassey, dar uma cara de música da franquia do agente secreto mais famoso do cinema à Supremacy, música da banda Muse e tornar perfeita a já bela música Deliverance e bancar sozinha Demons in You, que no CD The Shadow Self, contava também com Alissa White Gluz ( Arch Enemy) ora com vocais guturais e hora com vocais limpos.
Ela ainda executa medleys com músicas da sua época com o Nightwish, como Ever Dream, The Riddler e Slaying the Dreamer, passando, assim, rapidamente, pela fase inicial de sua carreira. Simplesmente imperdível.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Perseverança

No cenário da boa música, vemos artistas que, apesar das dificuldades, seguem em frente, conseguem boas vendas de seus CD's / DVD/ Blu Ray e/ou lotam estádios ou colocam bastante pessoas num bom local para shows.

Eles não tem um gigantesco aparato publicitário, não contam com exposição exaustiva na Rede (G)lobo e tampouco são um qualquer da esquina que, apesar de péssimo, é alçado a sucesso das paradas.

Bandas como Armored Dawn ( que já assisti ao vivo algumas vezes), Angra, Uganga e Sepultura no Brasil, por exemplo, e Megadeth, Symphony X, Threshold, Within Temptation, no exterior, assim como tantas outras, se fazem presentes junto ao seu público ou em turnês sozinhos ou em conjunto com outras bandas, para, através do esforço próprio, fazer o seu trabalho ser conhecido, divulgado e por fim consumido por novos fãs que estão ali presentes assistindo o resultado de horas, dias, meses e até mesmo um ano de trabalho árduo.

Eles merecem todos os louros da vitória que conseguirem, pois é o seu trabalho ininterrupto que nos traz alegria, através de CD's,  DVD's, Blu Ray ou indo aos seus shows.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Morre Vinnie Paul

Morreu, aos 54 anos, Vinnie Paul, baterista das bandas Pantera e Damageplan, de causa ainda não revelada. Que esteja junto de seu irmão numa jam celeste.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Slash- Novo CD já tem data de lançamento.

Slash, através de sua página no Facebook, anunciou para dia 21 de setembro o lançamento do seu novo álbum com Myles Kennedy and the Conspirators, Living the Dream.

https://www.facebook.com/Slash/?ref=br_rs

terça-feira, 12 de junho de 2018

Sem Rouanet vai bem.

Eu não sei o que pensar desses ditos artistas que correm vorazmente pra uma boquinha na Rouanet. Se eles são preguiçosos, inúteis ou simplesmente querem tudo de mão beijada ou todas as anteriores. Podem ter renome, mas não tem nada de artista. Choram pro estado e conseguem a sua boquinha.

Acabei de ler sobre lançamentos de bandas nacionais como a Carro Bomba. Eles, assim como tantos outros, ralam pra caramba, tocam em vários lugares, lançam DVD e sem ajuda do tiozão estado. O que, não só eles, mas tantos outros têm que os rouanetistas não têm? Vergonha na cara. Dão a cara a tapa, não desistem deste projeto que é a sua banda e investem pesado nela.

Logo, é pura vagabundagem de artista que corre pra Rouanet pra bancar um show, que é um empreendimento privado e quer usar um aparato estatal para fazer um show sem gastar necas de seu bolso.

Antes ir ver uma banda de metal num clube ou bar obscuro que perder tempo com algum "artista" que corre pra Rouanet, por saber que é um completo fracasso.

Leite com pêra e o politicamente correto.

Existem pessoas neste mundo chatas demais e muito choronas e, infelizmente, a boa música tem a sua cota de chorões.

São gente chata, fresca e politicamente correta facilmente identificadas pelo bordão " a banda pode ser prejudicada por uma avaliação negativa" ou " Cara, não fale mal da banda, porque isso atrapalha " e etc.

Isso é de uma criancice e uma chatice ímpar. Se uma banda é ruim, é ruim e se uma banda lançou um CD, DVD ou Blu Ray ruins, continuará ruim, não importa as lágrimas e o esperneio dessa gente chata e super sensível. Essa turminha é insuportável, não aguenta quem acha que as bandas que eles curtem são uma porcaria total e daí a choradeira toma ares de melodrama mexicano.

Se essa turma chora com palavras negativas sobre suas bandas favoritas, estenda um lenço de papel pra um fresco chato. Quem sabe ele cale a boca.

domingo, 6 de maio de 2018

Temos um gosto musical mais apurado?

A pergunta acima pode ser ou não subjetiva, mas será que o amante da boa música tem um gosto musical mais apurado que a maioria que segue as bandas e/ou artistas dos hits de hoje? A resposta é simplesmente sim.

Grande parte das bandas de rock e metal possuem em seu meio compositores, excelentes instrumentistas e até mesmo professores de música, que buscam melhorar na sua profissão com horas diárias de prática, seja guitarra, baixo ou bateria, para não perder a habilidade conquistada por dias e anos de treino.

O primeiro motivo é que as bandas de rock /metal não pagam por time de compositores. Ao consultar o encarte do CD, observe que lá estão os nomes dos artistas daquela banda que compuseram a música e que passaram horas e dias no estúdio para criar a obra que chega na sua casa.

O segundo motivo é que, além das letras, há toda a parte musical, arranjos, melodias, acordes e entonação vocal, que não existe nos hits da moda ou nas bandas da moda, que investem num só acorde, uma melodiazinha amadora e uma entonação una, para todas as suas músicas.

O terceiro motivo vem da superação, da vontade de fazer o próximo CD melhor que aquele que já foi lançado, não repetir a fórmula do anterior, buscando até mesmo em outros estilos como o Blues, inspirações para compor as músicas ou melhorar o próprio estilo, tanto na guitarra como no baixo, por exemplo.

E o mais importante: nada de playback. Quem sabe faz ao vivo e sim, eles erram, mas não fazem playback.

Tudo isto, aliado ao fato que quem gosta de boa música e prefere o rock e/ou metal não se restringe somente ao estilo. Sendo bom, porque não música celta ou Blues, Country made in usa, ou o pop dos anos 80? Voyage, voyage, cantada pela artista Desireless é um musicão. Beyonce nem chega aos pés com toda a sua pretensa discografia. Sim, nosso gosto musical é melhor. Não aceitamos lixo.

domingo, 22 de abril de 2018

Ayreon Universe - Best of Ayreon Live



Percorrendo as milhas ayreonáuticas, através da galáxia de Alpha Pegasi, chega Ayreon Universe, que foi filmado durante o segundo show, também com lotação esgotada, no 013 Poppodium, em Tilburg, Sábado, dia 16 de Setembro de 2017 e que capturou a mágica presente nos CD's perfeitamente nesta primeira apresentação ao vivo do Ayreon.

O show contou com 16 vocalistas, entre eles Tommy Karevik ( Kamelot), Floor Jansen e Marko Hietala ( Nightwish), Damian Wilson ( Wilson e Wakeman, Threshold, Maiden United), Irene Jansen, Marcela Bovio, Hansi Kürsch ( Blind Guardian), Anneke Van Giersbergen (Gentle Storm, Vuur), Lisette Van Den Berg, Jay Van Feggelen, Edward Reekers, John Jaycee Cuijpers e Jonas Renkse( Katatonia), além dos instrumentistas Maaike Peteresen(Cello), Ferry Duijens e Marcel Coenen ( Guitarras), Johan Van Stratum (Baixo), Ed Warby ( Bateria), Jeroen Goosens ( Flautas), Ben Mathot ( Violino) e Joost van den Broek ( Teclados), que também é o produtor do show.

São duas horas e meia de um show irretocável e que percorre toda a trajetória do Ayreon, desde The Final Experiment até o mais recente, The Source, com um pequeno desvio em Star One : Space Metal, onde toda a energia emanada do palco à época lhe contagia enquanto roda o Blu Ray, lhe transportando para o dia em que o show foi gravado .Os extras são um documentário de quase uma hora e meia dos bastidores e melhores momentos dos ensaios gerais. Sem destaques, porque todas são músicas excepcionais e que ficaram ainda melhores ao vivo. É para assistir sem medo de ser feliz um item imperdível e simplesmente obrigatório.

domingo, 15 de abril de 2018

Piada pronta- roqueiro não pode ser de direita

Rir é o melhor remédio e faz um bem danado pra alma. A piada maior é que roqueiro não pode ser de direita, devido ao caráter transgressor do rock, que não combina com ser leitor das obras de Olavo de Carvalho ou aluno dele ou ainda ser eleitor de Jair Bolsonaro.

Esta ideologia é o simples exercício do seu livre arbítrio, dom de Deus dado a nós humanos, seja correta ou erroneamente, com as suas devidas conseqüências. É simplesmente ser um indivíduo que não se deixa amarrar pelas correntes dos modismos reinantes ou seguir a maré, algo completamente proibido nos países socialistas. Quem morava numa Alemanha Oriental da vida contrabandeava vinil do Judas Priest, morrendo de ser pego pela Stasi, portando objeto contrário aos valores socialistas /comunistas ( Como se isto tivesse valor a ser "observado"). Mas o grande alvo é a Igreja e os valores conservadores, porque simplesmente não reagem. Já imaginou a grita se uma banda faz uma música que conta a verdade sobre o porco Ernesto Guevara? Enxurrada de processos e molotov.

Na esteira das escolhas, o roqueiro tem todo o direito de ser de direita, de votar em Jair Bolsonaro e ler obras de Olavo de Carvalho, por ser uma escolha individual. Todos os países onde as pessoas podem andar livremente com camisas de Metallica, Slayer ou Anthrax são países de direita. Roqueiros de direita não ligam se o seu coleguinha idolatra Che, mas os de esquerda choram com lenço se um colega apoia Trump. Se não for politicamente correto e ser contra a abertura de fronteira pra refugiado muçulmano, apoiando Hungria e Polônia, então é o Deus nos acuda. Talvez se eles fossem viver na Venezuela, será que teriam o mais novo CD do Kamelot, The Shadow Theory? Provavelmente seriam presos, por contrabando de material anti-bolivariano (leia-se: comunista).

Para terminar, todo este papo de o rock ser inclusivo pode até ser verdade, mas só se for esquerdopata. Se for de direita, vai ficar alijado num canto, porque se esquerdista detesta quem não abaixa a cabeça pra ele, o roqueiro de esquerda vai te olhar como se você fosse o fim do mundo e te xingar até a 20ª geração, porque não pode, ai,ai, isso não é ser contestador. É ser gado. Mas papel de gado é o de esquerdista, que nada contesta e a tudo obedece.

domingo, 18 de março de 2018

Épica ao vivo- Simpatia e categoria

Eu nunca ouvi nada da banda holandesa de metal sinfônico Épica, embora já tenha lido uma ou duas linhas sobre eles. Convencido por amigos, fui ao Circo Voador para assistir ao show dos holandeses, que faz parte de sua mais nova turnê, The Ultimate Principle, completamente na orelhada.

Enquanto aguardava o show, no teste do gelo seco ( ou do que quer que fosse que usassem), o público, empolgado e impaciente, já gritava pela banda. E logo que a banda composta Mark Jansen ( guitarra e gutural), Simone Simons ( Vocal), Isaac Delahaye ( Backing Vocals e Guitarra), Coen Janssen( Teclados), Rob Van der Loo (Baixo) e Ariën Van Weesenbeek ( Bateria) adentraram o palco, aquela alegria represada foi toda liberada quando começaram os primeiros acordes.

Mark Jansen sabe perfeitamente mesclar as partes sinfônicas com as partes do metal, numa combinação bonita pra caramba e Simone, bem, a moça é uma força vocal da natureza. Sua voz é bela e forte, um lírico suave, mas firme como rocha e é um perfeito contraste com o vocal "fera" de Jansen, além de uma simpatia ímpar. Coen Janssen não parava quieto, indo desde alguns pulos e ficar girando incansavelmente o teclado até mesmo com um chute de karatê. Um verdadeiro show a parte.

No final, um set de 14 músicas que mais pareceram 20. Caso eles voltem novamente ao Rio de Janeiro, lá estarei de novo, para prestigiar o excelente trabalho destes holandeses.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Rammstein- Bizarros e competentes

Eu confesso que, até assistir o DVD /Blu Ray Paris, da banda alemã Rammstein, nao sabia o quão bons estes alemães são, exceto por alguns clipes no Youtube, como Sonne e Du Hast e olhe lá.

O metal industrial por eles praticados é limpo, bem executado e há uma leve melodia em algumas de suas músicas, como em Asche Zu Asche, por exemplo. As influências de um shock rock estão lá, em Feuer Frei e as suas máscaras com lança-chamas acoplados, Mein Teil e a sua panela onde o tecladista Christian Flake é "assado" pelo vocalista Till Lindemann, que usa um microfone em formato de faca na hora de cantar esta música no palco, além, claro, de usar um pequeno lança-chamas ou um maior para fazer um "cozido" de Flake. Além, claro, dos colares rojões usados por Kruspe e Paul H. Landers.

Apesar da totalmente desnecessária apresentação simulada de uma sodomia sadomasoquista na apresentação da música Bück Dich, os bizarros alemães fazem um excelente metal que vale a pena acompanhar.


segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Spotify, arma contra a ansiedade e para avaliar a próxima compra

Eu sou ansioso, não tenho muita paciência para esperar o meu CD ou DVD / Blu Ray chegar. Quando peço, se demora mais que o prazo estabelecido, já vou pedir informações para saber a razão da demora, porque, afinal, aqui é o Brasil, o país do jeitinho e da mão facilitadora da burocracia.

Eu uso o Spotify para escutar um CD que tenha comprado e ainda não chegou, para curtir antecipadamente o produto adquirido e que está a caminho de casa, assim como para avaliar uma possível compra. Sim, eu sei que este serviço de mídia paga mal os artistas e, caso aumentassem o seu preço para melhor pagá-los, eu pagaria o preço novo, porque não deixa de ser uma excelente ferramenta tecnológica para avaliação e curtição antecipada do produto já comprado. Não concordo com a solene e única curtição de CD's via programa, por causa da restrição que aí está presente, que é ouvir os CD's somente ou pelo computador ou pelo celular, deixando a pessoa refém da tecnologia e sem autonomia para botar num som a frente de uma piscina ou enquanto arruma um almoço.

Avanços tecnológicos como estes devem ser usados para fazer uma prévia daquele lançamento que você ainda não pôde comprar ou que aguarda chegar ou aquele CD que você pretende comprar, mas não sabe nada sobre a banda ou se ela realmente é boa. Use com moderação.


sábado, 10 de fevereiro de 2018

Não gosto de Led Zeppellin.


O Led Zeppellin é tido como uma das maiores bandas de rock, um totem da boa música, onde a adoração é obrigatória, diante dos anos em que a palavra clássico é associada à banda. Reconheço em Starway to Heaven e Kashmir  boas música e só. Do resto, não gostei nem um pouco. Sim, eles têm uma boa técnica, mas falta paixão posta nas músicas. elas são sem sal e não empolgam na sua execução, por melhores que fossem na época.

É impressionante que a maior lembrança que se tem da banda, e é injusto com os demais integrantes, a eterna lembrança é a da morte de John Bonham, acidental, e não de como a sua técnica foi importante para a boa música e é isto que é errado no rock, lembrar mais da maneira que morreu do que pelo trabalho que desenvolveu.

Voltando à vaca fria, não compreendo esta obrigação implícita de que é obrigatório gostar de Led apenas porque em algum ponto do tempo ficou consagrado que são um dos maiores nomes do rock e quem não gosta ou não entende nada ( aquela chatice boçal "quem não gostou foi quem não entendeu) ou não é roqueiro e sim poser, mais um zé modinha. Discordar do estabelecido é proibido. Ou aceita ou aceita, o que é ridículo.Existirão sempre os que gostam e os que não gostam, ainda que queimem na fogueira os que não gostam, seja lá por qual razão.

Eu não gosto de Led Zeppellin. E daí?

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Royal Hunt divulga lyric vídeo de seu novo CD, Cast in Stone.

A banda dinamarquesa Royal Hunt liberou, via Facebook, o lyric video da música A million ways to die, faixa do CD Cast in Stonem que será lançado no dia 21 de Fevereiro.

https://www.youtube.com/watch?v=spJZOQRYYtk&sns=fb

Mais informações no site da banda ou na página da banda no Facebook.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Kamelot divulga teaser de seu mais novo CD

A banda norte-americana Kamelot divulga o teaser de seu mais novo CD, The Shadow Theory. Link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=ImkLcuSHEKk&feature=youtu.be

Lançamento em seis de abril, pela Napalm Records.