Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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domingo, 28 de outubro de 2018

Roger Waters, um canalha medíocre

Roger Waters, que nunca saiu de cima do muro e repete o mesmo espetáculo de um álbum lançado em 1979, adorado por fãs e por um dito artista que parou no tempo. No tempo do muro de Berlim, onde se pulasse o muro, a morte era certa.

Ele faz parte da longa lista de artistas da esquerda festiva, aquela que festeja a desgraça que o socialismo leva à vida do outro com rolex de mais de mil dólares, enquanto critica o capitalismo do alto da sua cobertura em Beverly Hills.

As fotos de um espetáculo, novamente chamado de Wall, não sei porque, já que isto lançou mais alguns CD'S solo, mostram um muro fascista, algo que ele pretensamente diz combater, do alto de sua cobertura.

Eu não sei o que é visto neste cara. Não é um grande baixista e se vale somente de ter feito parte do Pink Floyd, uma banda chata pra caramba e feito um álbum que somente uma música se salva, que é the wall . Todos entram num transe que mais parece uma viagem de LSD. Acabou pensamento, raciocínio, o lance é prestigiar alguém que já até acabou com os ossos deste disco, de tanto que se aproveita dele. Muda o disco, Roger.

Ele, em 2018, veio ao Brasil com sua mais nova turnê US+Them e, em Sampa, já apronta das suas de esquerdista  caviar : Manda um elenão e com isso incendeia o estádio do Palmeiras, com gritos contrários e hostis a ele (bem feito). Quem procura acha e ele achou o achincalhe do ano. Repetiu o ato em Curitiba, um pouco antes da hora em que iria para a cadeia. Mais pancada no ativista da hipocrisia. Curitiba, sua linda, como bem frisou o site socialista de iphone. Eu nunca vi ele tomar tal atitude contra o Irã, quanto ao apedrejamento de mulheres. Vai que explodem ele ou ele perde dinheiro. Perder dinheiro pra um esquerdista festivo é inaceitável. Vide Chaetano Veloso e o seu equipamento roubado. Ser egoísta, nem socializou com os mais necessitados.

Roger Waters se sente bem com isso, do alto da sua torre de marfim, mas nós que não bebemos deste cálice não devemos nunca deixar de rejeitar tais crápulas ou vaiá-los sempre que pudermos.

VAI PRA CUBA QUE PARTIU, PRO INFERNO, PRA TUMBA, ROGER WATERS.


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