Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
O headbanger pode ser conservador sim
Eu li, alguns dias atrás, no site wikimetal, que não é possível ser conservador e headbanger, que é como misturar água e óleo.
Sim, o metal é contestador, não aceita que lhe digam o que fazer ou o que ouvir. Mas, se é contestador, onde está o metal para ir contra o islã ou contra os estupros coletivos feitos por muçulmanos nos países europeus que acolheram refugiados? Onde está este mesmo vigor rebelde, que bate no peito com orgulho, mas que na hora de se rebelar contra o politicamente correto e o estabilishment globalista, maior inimigo do metal e do rock, ficam calados?
A extinta União Soviética tinha uma lista de bandas e artistas, de metal, rock e outros gêneros musicais que seriam proibidas nos países que faziam parte deste bloco genocida. Eu não me lembro de todos que estavam nesta lista, mas me lembro sim que Judas Priest e Van Halen estavam listadas como bandas perigosas para a mente jovem da época, por conter músicas que continham letras de conteúdo anti-soviético. Os países muçulmanos como o Irã não permitem que se escute metal ou rock, sob pena, provavelmente, de acordo com as leis muçulmanas, de prisão ou até mesmo algo pior, mas não vejo também a dita " rebeldia" headbanger" contra tal afronta ao livre arbítrio perpetrada por teocracias como o Irã.
Sim, há headbangers conservadores, de direita, eleitores do Deputado Jair Bolsonaro e leitores de Olavo de Carvalho que contestam a palhaçada politicamente correta, o esquerdismo relativista, brigam contra o multiculturalismo que só traz chagas para o povo europeu, com os saques, quebradeiras e estupros coletivos feitos por muçulmanos, que, aliás, apedrejariam um headbanger sim, porque veriam nele um infiel.
Antes um headbanger de direita do que um panaca lobotomizado pelo politicamente correto, com camisa de Ernesto Guevara e que se diz contestador.
Contestador de nada.
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Que vergonha cara mds.
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