A cantora finlandesa Tarja Turunen, que fez gande parte de sua carreira na banda Nightwish, é outra artista do meio que também tem o dom da música, ao por a sua voz não só como um meio de externar a sua música, mas também como um instrumento a mais na banda que ela comanda, exarcebando a melodia contida na música, aumentanto-a expoencialmente, dando à canção uma beleza impar, como nas faixas Deliverance, do Colours on the Dark e Naiad, do What Lies Beneath, que constou do set list do CD/DVD ao vivo, Act I.
Os norte americanos Michael Romeo e Russel Allen, da banda Symphony X, são os responsáveis, ao vivo, pela excelência dos shows de sua banda, seja em solo norte americano ou fora dele. Os riffs pesados e intrincados de um dão a sustentação para que o outro solte a voz e realmente dê à música de um dado CD da banda uma outra roupagem, até mesmo concedendo uma força maior à música quando esta é tocada ao vivo, como em My Darkest Hour, que ao vivo ficou monstruosa.
Em terras brazucas, temos André Matos, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Yamandu Costa ( vide Fagner), Fagner ( não é metal ou rock, eu sei, mas tem o dom da música), Zé Ramalho, ( mesma coisa que o Fagner), Hugo Mariuti, Andreas Kisser, Igor Cavalera, Aquiles Priester, enfim, a lista é imensa.
E só existe um Rei e este é Elvis Presley, um dos maiores portadores do dom da música que já caminhou neste mundo criado por Deus Nosso Senhor.
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@Leonardo de Abreu dos Santos
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