Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Dream Theater- The Astonishing


O que acontece quando você junta Dream Theater, David Campbel,  e a Filarmônica de Praga? O mais novo e , por que não, muito do bem feito, com canções belíssimas, The Astonshing, onde a banda norte americana de metal progressivo, contando com um inspiradíssimo John Petrucci, que se amarra em Guerra nas Estrelas e em Senhor dos Anéis

São 34 faixas divididas em 2 CD's, que narra a história de Gabriel,  que vive em um futuro sombrio, cujo dom de compor e cantar torna-se uma ameaça ao Status Quo desta sociedade, onde a única diversão, ou simulacro de diversão, são ruídos emitidos pelas Máquinas Barulhentas ou NOMACS em inglês.

James La Brie está cantando com uma energia emotiva imensa e os arranjos de Jordan Rudess, a bateria de Mangini e o baixo de Myung estão tão integrados que até mesmo parecem um só, tamanha a concentração destes músicos ao gravar as músicas componentes deste álbum duplo.

Agora vamos aos CD's em sí:

No primeiro, já temos uma introdução com a banda e a orquestra, que, sinceramente já mostram a que vieram, que é entregar um lançamento execpcional, mesclando toda a raiz progressiva da banda com a filarmônica de praga e já começamos com uma aula de boa música na faixa The Gift of Music, onde há um inspiradíssimo La Brie cantando com emoção à flor da pele, interpretando Arhys, irmão de Gabriel, o portador do dom da música. Toda a primeira parte desta metal opera está nas 20 faixas que compõem este CD e se você acha que as 20 faixas são chatas, boçais e que nem com vodka desce, escute primeiro e renda-se à primeira parte de The Astonishing.

No segundo CD, o ritmo continua, a audição torna-se mais agradável e aí vemos o metal progressivo que os consagrou, com composições pesadas, sim, mas carregadas de melodia, com os corais e a orquestra  transformando  essas músicas em espetáculos a parte, dando uma beleza exótica a um dos melhores álbuns do metal progressivo que já ouvi, com um primor de bateria de Mike Mangini e um baixo pulsante de John Myung.

Se e quando o Dream Theater vier ao Brasil, no Rio de Janeiro, lá estarei eu pra privilegiar esta banda sensacional.


Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos



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