A primeira máquina humana de barulho chama-se Amy Lee, da banda Evenescense. Com o seu alcance vocal limitado e uma voz estéril, completamente canastrona, esta moça "canta" como se estivesse numa grande dor de barriga e num vocal fanho que dá pena. Ela não alia a voz ao instrumental, não incrementa a música em nada, somente recita os versos da mesma maneira e não há nenhum esforço de impor qualquer carga emocional para dar uma profundidade maior ao que ela , em tese, canta.
A segunda atende pelo nome de David Getta ( é assim que se escreve o nome deste nada?). Ficar fazendo o que quer que ele faça, numa pick up, mexendo um vinil pra lá e pra cá, nuns ditos ritmos que vão do nada ao lugar algum, sempre no mesmo padrão igual e repetitivo, com a tal da batida padronizada é difícil de acreditar que ele leve gente aos seus "shows".
A terceira são as chamadas bandas de metal extremo, incluídas aí as de black metal. Qual a graça dessas coisas? Tocar rápido pra cacete, igualmente, de uma banda pra outra, sem imaginação nenhuma, sem nenhuma linha harmônica, onde depois da dita velocidade, embaixo daquela aceleração toda, não há nada, somente está lá uma linha morta, vazia, estéril e fica difícil identificar qualquer talento, qualquer dom da música dentro dessas bandas que não são boas por tocar rápido pra caramba e sim são é medíocres demais.
No Brasil temos o Axé, o pagode, o funk, o techno e a tal música da metralhadora. Com tanta barulheira insuportável, fica difícil identificar aqueles que tem o dom da música.
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@Leonardo de Abreu dos Santos
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