Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Guns And Roses no festival de Coachella

É isso aí, galera. O Guns and Roses, aquela banda que fez muito sucesso no final da década de 1980 e início da de 1990, do vocalista que adorava se atrasar para entrar no palco, Axl Rose, voltará e será com artilharia pesada, porque terá Slash e Duff Mckagan no line up,  eque lançou CD's de sucesso, como os álbuns Use Your Illusion I e II, que têm músicas excelentes como Estranged, Civil War e as baladas Don't Cry e November Rain, além da música que compôs a trilha sonora do filme Exterminador do Futuro 2- O julgamento final, You Could be Mine, com aquela levada de bateria que gruda igual a chiclete, no festival de Coachella, nos dias 15 a 17 e 22 a 24 de Abril.Sem atrasos de Axl, por favor.

Que volta do Guns é essa, sem o Izzy ou Gilby, Adler ou Sorum? Que volta é essa onde só temos da formação original, aquela do Appetite for Destruction ou a do Illusion, Slash e Duff? A tal volta do Guns mais parece conversa pra boi dormir ou , pra falar seriamente, Axl e sua patota, com dois convidados de luxo, porque este não é o Guns, com tanta gente estranha, como Frank Ferrer e Richard Fortus, por exemplo. Não dá pra levar a sério, embora sempre existam os otimistas e o pessoal fanático que acredita que esta versão pirata é a autêntica, com a presença que chancela tudo, Duff e Slash.

Essa dita reunião de Duff, Axl e Slash mais parece um grande golpe publicitário para alavancar alguém e esse alguém não é o Slash, que faz sucesso na sua carreira solo, com o Myles Kennedy and the conspirators ou o Duff, que está no Hollywood Vampires, sobrando então o Axl, que já não canta muita coisa desde 2001, onde a única coisa que vale nota foi a chuvarada que nego encarou no Rock in Rio deste ano e esperando horas por ele.

Eu não ponho fé neste retorno de Slash e Duff e acho que será um fiasco. Até o Coachella para ver se acertarei ou se errarei.


Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos

sábado, 27 de fevereiro de 2016

13 de março. É o dia do caia fora, Dilma.Leve o PT junto e Bolsonaro presidente em 2018.

Com a cambada de vagabundos que depredam este país não tem pena, conversa e aquela conversa mole da coitadice profissional. É cadeia.

Bolsonaro- Presidente 2018.

Symphony X Underworld e na torcida pra eles passarem aqui no Rio de Janeiro


Eu não sei quanto a vocês, mas eu curti pacas este ultimo lançamento da banda norte americana, Symphony X. Tem guitarras pesadonas, teclados melancólicos e um Russel Allen pra lá de inspirado, mostrando uma senhora evolução desde o The Odissey.

A faixa inicial deste trabalho já é um primor, onde há uma bela sinfonia que antecede a destruição que são as faixas seguintes, como a super pesada e rápida Nevermore e nesta vemos, sim, mais peso, mas estão também presentes, ocultos nesta enxurrada sonora, as partes progressivas que fizeram desta banda uma das maiores do mundo no gênero e os solos afiados e espetaculares de Michael Romeo, que é um monstro da guitarra. Romeo no G3 já.

E assim, ao avançar do CD, temos uma aula de como o metal progressivo pode ter passagens intrincadas, com uma dose absurda de peso, uma melodia embutida, corais e , por que não, uma bateria ora nervosa, ora cadenciada , como nos presenteia neste álbum Jason Rullo, especialmente na faixa título do CD, Underworld. E assim vamos pra Without You, que já tem um tom mais de balada, pesadinha sim, mas com uma melodia cativante e letras grudentas. 

Sem mais demoras, compre este CD, curta a música, desfrute do encarte e cante junto da banda pra já ensaiar pra poder cantar com eles quando aportarem em terra brazuca.

Sim, o Symphony X pode demorar muito pra lançar os seus trabalhos pra nós fãs curtirmos, mas quando lança, é pra abalar os fundamentos da boa música pesada e estou na torcida pra que eles venham ao Rio de Janeiro e não fiquem só em Sampa, mesmo enfrentando o fedor da Baía de Guanabara, aquela das competições aquáticas da minha linda e largada pra lá cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.



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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Os portadores do dom da musica

A música, muitas vezes, nos leva a algum tempo, traz de volta alguma lembrança, marca uma determinada fase de nossas vidas e isso sempre é possível com compositores e músicos que possuem o dom da música, que é aquela faísca infinita, a criatividade sem barreiras onde até mesmo de um simples acorde o portador de tal dom tira uma melodia fantástica, como podemos observar em uma gravação de Arjen Lucassen na faixa Liquid Eternity, onde há a mescla de progressivo com o metal, a junção das vozes das vocalistas Floor Jansen, Simone Simons e o cantor Hansi Kürsch, da banda alemã Blind Guardian, ao cantar a faixa que inicia o set duplo, Age of Shadows /We live Forever, que , aliás, compõem o melhor CD lançado pelo artista holandês há muuito tempo.

A cantora finlandesa Tarja Turunen, que fez gande parte de sua carreira na banda Nightwish, é outra artista do meio que também tem o dom da música, ao por a sua voz não só como um meio de externar a sua música, mas também como um instrumento a mais na banda que ela comanda, exarcebando a melodia contida na música, aumentanto-a expoencialmente, dando à canção uma beleza impar, como nas faixas Deliverance, do Colours on the Dark e Naiad, do What Lies Beneath, que constou do set list do CD/DVD ao vivo, Act I.

Os norte americanos Michael Romeo e Russel Allen, da banda Symphony X, são os responsáveis, ao vivo, pela excelência dos shows de sua banda, seja em solo norte americano ou fora dele. Os riffs pesados e intrincados de um dão a sustentação para que o outro solte a voz e realmente dê à música de um dado CD da banda uma outra roupagem, até mesmo concedendo uma força maior à música quando esta é tocada ao vivo, como em My Darkest Hour, que ao vivo ficou monstruosa.

Em terras brazucas, temos André Matos, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Yamandu Costa ( vide Fagner), Fagner ( não é metal ou rock, eu sei, mas tem o dom da música), Zé Ramalho, ( mesma coisa que o Fagner), Hugo Mariuti, Andreas Kisser, Igor Cavalera, Aquiles Priester, enfim, a lista é imensa.

E só existe um Rei e este é Elvis Presley, um dos maiores portadores do dom da música que já caminhou neste mundo criado por Deus Nosso Senhor.


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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Os NOMACS ( Noise Machines) de hoje

Escutando o novo CD da banda Dream Theater, percebi que o futuro distópico posto na obra  conceitual pode ter um determinado paralelo com o mundo real, não com máquinas, mas com falsos e pretensos artistas que nada tem de talento e sim um enorme aparato publicitário onde fabrica-se um falso talento, uma falsa chama do dom da música.

A primeira máquina humana de barulho chama-se Amy Lee, da banda Evenescense. Com o seu alcance vocal limitado e uma voz estéril, completamente canastrona, esta moça "canta" como se estivesse numa grande dor de barriga e num vocal fanho que dá pena. Ela não alia a voz ao instrumental, não incrementa a música em nada, somente recita os versos da mesma maneira e não há nenhum esforço de impor qualquer carga emocional para dar uma profundidade maior ao que ela , em tese, canta.

A segunda atende pelo nome de David Getta ( é assim que se escreve o nome deste nada?). Ficar fazendo o que quer que ele faça, numa pick up, mexendo um vinil pra lá e pra cá, nuns ditos ritmos que vão do nada ao lugar algum, sempre no mesmo padrão igual e repetitivo, com a tal da batida padronizada é difícil de acreditar que ele leve gente aos seus "shows".


A terceira são as chamadas bandas de metal extremo, incluídas aí as de black metal. Qual a graça dessas coisas? Tocar rápido pra cacete, igualmente, de uma banda pra outra, sem imaginação nenhuma, sem nenhuma linha harmônica, onde depois da dita velocidade, embaixo daquela aceleração toda, não há nada, somente está lá uma linha morta, vazia, estéril e fica difícil identificar qualquer talento, qualquer dom da música dentro dessas bandas que não são boas por tocar rápido pra caramba e sim são é medíocres demais.

No Brasil temos o Axé, o pagode, o funk, o techno e a tal música da metralhadora. Com tanta barulheira insuportável, fica difícil identificar aqueles que tem o dom da música.



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@Leonardo de Abreu dos Santos

Star One


O projeto Star One Space Metal foi idealizado pelo compositor e multi-instrumentista holandês Arjen Lucassen, sobre o qual já comentei anteriormente neste blog.

Inspirado por filmes de ficção como Guerra nas Estrelas e Alien o 8º passageiro, o músico convidou alguns artistas que estavam despontando na época, como Russel Allen, do Symphony X e Floor Jansen, que ainda estava no After Forever, bem antes de encerrarem as atividades.

Indo para as músicas em sí, o que ouvimos são músicas bem agressivas, diferente dos CD's anteriores de Arjen, como Into the Electric Castle, sustentados por uma base mais metal, embora tenha os toques de progressivo, presentes principalmente nas faixas " Perfect Survivor", Songs of the Ocean" e a , para mim pelo menos, espetacular  "Starchild". 

Sim, tem refrões que nos levam direto aos filmes que assistimos e que nos marcaram, sendo crianças ou adolescentes, como High Moon, inspirado em Outland, com Sean Connery, Jornada nas Estrelas IV, em Songs of the Ocean e a sombria Sandrider, que me lembrou de cara o filme Duna.

O cara acertou a mão em cheio neste CD, que deu tudo certo. A produção está nos trinques, o instrumental perfeito e os vocalistas dão um show, como Russel Allen em Master of Darkness e Floor Jansen em Perfect Survivor.

Foi lançado em 2002 e à época teve também uma edição limitada que conta com um CD bônus que contava com uma cover do saudoso David Bowie e uma homenagem ao Hawkwind, com participação de Dave Brock.

Esta é uma das melhores aquisições que já tive o prazer de comprar e merece ser ouvida uma vez e de novo e de novo.



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@Leonardo de Abreu dos Santos

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Dream Theater- The Astonishing


O que acontece quando você junta Dream Theater, David Campbel,  e a Filarmônica de Praga? O mais novo e , por que não, muito do bem feito, com canções belíssimas, The Astonshing, onde a banda norte americana de metal progressivo, contando com um inspiradíssimo John Petrucci, que se amarra em Guerra nas Estrelas e em Senhor dos Anéis

São 34 faixas divididas em 2 CD's, que narra a história de Gabriel,  que vive em um futuro sombrio, cujo dom de compor e cantar torna-se uma ameaça ao Status Quo desta sociedade, onde a única diversão, ou simulacro de diversão, são ruídos emitidos pelas Máquinas Barulhentas ou NOMACS em inglês.

James La Brie está cantando com uma energia emotiva imensa e os arranjos de Jordan Rudess, a bateria de Mangini e o baixo de Myung estão tão integrados que até mesmo parecem um só, tamanha a concentração destes músicos ao gravar as músicas componentes deste álbum duplo.

Agora vamos aos CD's em sí:

No primeiro, já temos uma introdução com a banda e a orquestra, que, sinceramente já mostram a que vieram, que é entregar um lançamento execpcional, mesclando toda a raiz progressiva da banda com a filarmônica de praga e já começamos com uma aula de boa música na faixa The Gift of Music, onde há um inspiradíssimo La Brie cantando com emoção à flor da pele, interpretando Arhys, irmão de Gabriel, o portador do dom da música. Toda a primeira parte desta metal opera está nas 20 faixas que compõem este CD e se você acha que as 20 faixas são chatas, boçais e que nem com vodka desce, escute primeiro e renda-se à primeira parte de The Astonishing.

No segundo CD, o ritmo continua, a audição torna-se mais agradável e aí vemos o metal progressivo que os consagrou, com composições pesadas, sim, mas carregadas de melodia, com os corais e a orquestra  transformando  essas músicas em espetáculos a parte, dando uma beleza exótica a um dos melhores álbuns do metal progressivo que já ouvi, com um primor de bateria de Mike Mangini e um baixo pulsante de John Myung.

Se e quando o Dream Theater vier ao Brasil, no Rio de Janeiro, lá estarei eu pra privilegiar esta banda sensacional.


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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Avantasia



Avantasia é um supergrupo de power metal sinfônico capitaneado por Tobias Sammet, que é a cabeça pensante, compositora, arranjadora e está acompanhado pelo talentoso guitarrista e produtor Sascha Paeth e ambos foram responsáveis pelo excelente The Scarecrow, Angel of Babylon, The Wicked Symphony, The Mistery of Time e o mais recente e, porque não, também excelente, Ghostlights. 

Embora seja o cantor da banda de Power Metal Edguy, aqui Sammet solta toda a sua criatividade, indo do speed metal, ao melódico, à balada, ao metal mais pesado e sem muita firula, enfim, uma grande fusão de todos os estilos combinados ou em CD somente ou nos seguintes, sempre observando o resultado final, que, convenhamos, tem de ser excelente e tudo feito com a maior preocupação com quem realmente importa, que é o fã.

Admiro a capacidade deste artista de conseguir colocar figuras clássicas do meio, como Klaus Meine, Alice Cooper, Dee Sinder e etc. nos seus CD's e de obter atuações inspiradas pra caramba de Michael Kiske e Jorn Lande, o que dá muito gosto de ouvir.

Se ainda não ouviu, ouça. E embarque nesta viagem da boa música e do bom gosto.

Segue a discografia:










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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Sharon den Adel



A cantora holandesa Sharon den Adel é um primor de voz e presença de palco, vide os DVD's Black Symphony e Let us Burn, onde a moça mostra que quem sabe faz (e bem) ao vivo e sem deixar a peteca cair, vide a reação da plateia em ambos os shows quando ela está no palco, que mais parece a 2ª casa dela, de tão a vontade que a moça está.

Nascida na Holanda em 1974, ela canta desde os 14 anos, estando na banda Within Temptation desde o seu início, quando esta ainda se chamava The Portal.

A sonoridade de sua voz, sempre com uma delicadeza impar não condiz com o real alcance de sua voz, cuja classificação é Mezzo Soprano, embora a sua voz englobe o local do show e isto é perfeitamente audível quando se assiste qualquer show da banda, estando no local ou não.

Recentemente, ela retornou ao projeto Avantasia, do artista alemão Tobias Sammet, no seu mais recente CD, Ghostlights, depois de um hiato de aproximadamente 14 anos entre os dois primeiros Avantasia e esta edição mais recente desta metal opera, onde, na faixa em que ela canta, a moça demonstra um amadurecimento como cantora, perceptível na constância de sua voz, mas sem perder a delicadeza característica que sempre esteve presente nas suas apresentações ao vivo e nos CD's de estúdio.

Que ela nos presenteie com mais músicas bonitas e que a sua voz alce vôos mais altos.



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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Coisas que perdemos por ignorância- Dream Theater

Eu nunca dei muita importância pro Dream Theater e passei batido pelos CD's que esta banda lançou por bobeira, ignorância mesmo, diante de achar que qualquer coisa que tenha progressivo no seu meio é chato e enfadonho, com uma pitada de tédio. Quebrei a cara e quebrei bonito.

O primeiro DVD ao vivo que comprei desta banda espetacular ( que eu nem tinha ideia que era espetacular) foi The Score, um show excelente, muito do bem executado, mas com uma escolha de músicas que não me agradou, por não ter Pull me Under, que eu tinha escutado no longíquo Phillips Monsters of Rock. Então lá fui eu correr atrás de algum DVD que tinha um set list que eles tocam esta música e foi quando descobri Live at Budokan, que consegue ser ainda melhor que the score, diante  de uma variedade de músicas que variavam entre o peso do metal e a melodia incomum e bonita que só eles conseguem fazer.

Não satisfeito, fui ao show deles no Vivo Rio em 2014, sem ser fã deles, confesso, mas com aquela vontade de conferir pessoalmente se eles eram tão bons ao vivo e a cores como eram nos DVD's já citados e aí lá veio a pedrada: São melhores. O que fiz? Adquiri dois DVD's deles, Live at Luna Park e Braking the Fourth Wall, que tinha as músicas que eu vi no show do Vivo Rio e descobri nesta peripécia toda, depois de comprar os CD's A dramatic turn of events e o auto intitulado Dream Theater que prefiro eles ao vivo. Virei fã da banda e agora espero o novo album, The Astonishing, já armando um esquema de dinheiro para ir vê-los ao vivo quando vierem ao Rio de Janeiro.



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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Varg Vikernes- Ostracismo nele

Esse cidadão norueguês, assassino e incendiário, tem contrato com gravadora e lança CD, livros, enfim, leva uma vida de artista, tem gente que acha que este indivíduo nefasto é artista, provavelmente deve pedir autógrafos pra ele.

Não tem que pedir nada pra este elemento, nem comprar seus CD's, nem livros, nem ir a qualquer coisa que ele faça, sejam palestras, sejam shows ou sessão de autógrafos. Tem é de entregá-lo ao ostracismo, ao nada, ao esquecimento.

Ostracismo nele.



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