Roger Waters, que nunca saiu de cima do muro e repete o mesmo espetáculo de um álbum lançado em 1979, adorado por fãs e por um dito artista que parou no tempo. No tempo do muro de Berlim, onde se pulasse o muro, a morte era certa.
Ele faz parte da longa lista de artistas da esquerda festiva, aquela que festeja a desgraça que o socialismo leva à vida do outro com rolex de mais de mil dólares, enquanto critica o capitalismo do alto da sua cobertura em Beverly Hills.
As fotos de um espetáculo, novamente chamado de Wall, não sei porque, já que isto lançou mais alguns CD'S solo, mostram um muro fascista, algo que ele pretensamente diz combater, do alto de sua cobertura.
Eu não sei o que é visto neste cara. Não é um grande baixista e se vale somente de ter feito parte do Pink Floyd, uma banda chata pra caramba e feito um álbum que somente uma música se salva, que é the wall . Todos entram num transe que mais parece uma viagem de LSD. Acabou pensamento, raciocínio, o lance é prestigiar alguém que já até acabou com os ossos deste disco, de tanto que se aproveita dele. Muda o disco, Roger.
Ele, em 2018, veio ao Brasil com sua mais nova turnê US+Them e, em Sampa, já apronta das suas de esquerdista caviar : Manda um elenão e com isso incendeia o estádio do Palmeiras, com gritos contrários e hostis a ele (bem feito). Quem procura acha e ele achou o achincalhe do ano. Repetiu o ato em Curitiba, um pouco antes da hora em que iria para a cadeia. Mais pancada no ativista da hipocrisia. Curitiba, sua linda, como bem frisou o site socialista de iphone. Eu nunca vi ele tomar tal atitude contra o Irã, quanto ao apedrejamento de mulheres. Vai que explodem ele ou ele perde dinheiro. Perder dinheiro pra um esquerdista festivo é inaceitável. Vide Chaetano Veloso e o seu equipamento roubado. Ser egoísta, nem socializou com os mais necessitados.
Roger Waters se sente bem com isso, do alto da sua torre de marfim, mas nós que não bebemos deste cálice não devemos nunca deixar de rejeitar tais crápulas ou vaiá-los sempre que pudermos.
VAI PRA CUBA QUE PARTIU, PRO INFERNO, PRA TUMBA, ROGER WATERS.
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
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domingo, 28 de outubro de 2018
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
A rebeldia covarde ataca de novo
Eu recebi pelo Facebook, que é uma mão na roda pra lançamentos de CD de determinadas bandas, um panfleto / evento/ chamariz para o metaleiros contra o fascismo, no circo voador.
Esta luta já começou mal, porque o símbolo é um punho esquerdo cerrado, um símbolo de natureza... fascista. Se é para tocar contra o fascismo, ora bolas, não usem um símbolo fascista. Usem o crescente do islã, a foice e o martelo, uma capa do manifesto comunista de marx, junto do livro do Hitler, vídeos com as práticas violentas e de morte contra os opositores na Venezuela, fuzilamentos de dissidentes em Cuba e até apedrejamento ( covardia abjeta) em mulheres.
Gangrena Gasosa, Tamuya Thrash Tribe e outros repetem a mesma rebeldia covarde. Vamos nos rebelar contra quem não reage. A máxima serve para quando se referem a religiões organizadas, uma chamada para atacar o cristianismo, claro. Essa turma sabe que se atacam o islã, eles ou voam pros ares ou acabam com um buraco extra na garganta. Não protestam contra o morticínio na Venezuela, porque não é chique, não gritam contra o Estado Islâmico porque seria islamofobia. Essa gente "rebelde" sabe que esta seita enjaulou e matou mulheres e que muçulmanos casam com meninas, mas isso não dá ibope e sim perda de dinheiro, além daquele medão de apontar o dedo em quem reage.
Então vamos nessa:
Cadê este pessoal quando um japonês foi executado pelo estado islâmico? Em lugar algum.
Onde estavam quando uma moça de vinte e muito poucos anos foi morta pelas milícias comunas de Maduro? Em lugar algum.
Onde estavam quando um opositor do PT foi arremessado em um caminhão e quase morreu, por causa de um severo traumatismo craniano?
Onde estavam quando uma turba de petralhas queimavam uma bandeira do Brasil? Em lugar algum.
Onde estavam quando foi divulgado que os ocupantes do prédio desabado em São Paulo pagavam aluguel ao MTST? Em lugar algum.
A rebeldia covarde ataca novamente, porque ir contra quem não reage sempre é melhor.
Esta luta já começou mal, porque o símbolo é um punho esquerdo cerrado, um símbolo de natureza... fascista. Se é para tocar contra o fascismo, ora bolas, não usem um símbolo fascista. Usem o crescente do islã, a foice e o martelo, uma capa do manifesto comunista de marx, junto do livro do Hitler, vídeos com as práticas violentas e de morte contra os opositores na Venezuela, fuzilamentos de dissidentes em Cuba e até apedrejamento ( covardia abjeta) em mulheres.
Gangrena Gasosa, Tamuya Thrash Tribe e outros repetem a mesma rebeldia covarde. Vamos nos rebelar contra quem não reage. A máxima serve para quando se referem a religiões organizadas, uma chamada para atacar o cristianismo, claro. Essa turma sabe que se atacam o islã, eles ou voam pros ares ou acabam com um buraco extra na garganta. Não protestam contra o morticínio na Venezuela, porque não é chique, não gritam contra o Estado Islâmico porque seria islamofobia. Essa gente "rebelde" sabe que esta seita enjaulou e matou mulheres e que muçulmanos casam com meninas, mas isso não dá ibope e sim perda de dinheiro, além daquele medão de apontar o dedo em quem reage.
Então vamos nessa:
Cadê este pessoal quando um japonês foi executado pelo estado islâmico? Em lugar algum.
Onde estavam quando uma moça de vinte e muito poucos anos foi morta pelas milícias comunas de Maduro? Em lugar algum.
Onde estavam quando um opositor do PT foi arremessado em um caminhão e quase morreu, por causa de um severo traumatismo craniano?
Onde estavam quando uma turba de petralhas queimavam uma bandeira do Brasil? Em lugar algum.
Onde estavam quando foi divulgado que os ocupantes do prédio desabado em São Paulo pagavam aluguel ao MTST? Em lugar algum.
A rebeldia covarde ataca novamente, porque ir contra quem não reage sempre é melhor.
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Slash Featuring Myles Kennedy and the Conspirators- Living the Dream
Slash nos presenteia neste ano mais um CD de sua banda com Myles Kennedy, The Conspirators, Living the Dream. Neste terceiro disco, são 12 faixas do mais puro rock and roll e que mostra uma banda bem afiada, com Frank Sidoris no line-up, além de Brent Fitz na bateria e Todd Kerns no baixo. Embora a faixa de abertura do CD, The Call of The Wild, tenha um começo um tanto morno, ela engata num bom rock and roll e a partir daí é pura diversão com Serve You Right, My Antidote, Slow Grind, The one You Loved is Gone e Boulevard of Broken Hearts, que encerra o CD. Se você achou que eles não lançariam um CD devido aos compromissos de Slash e Myles com as suas respectivas bandas, curta este disco .
Imposições
Os seres humanos são indivíduos, dotados de livre arbítrio , que possibilite que tome decisões na sua vida e também nos gostos musicais, seja curtindo determinado artista ou não ou ainda ignorando completamente aqueles que são completamente ineptos ou ruins mesmo ou certos rótulos que não tem lógica alguma.
Roger Waters nunca foi grande coisa como baixista e o progressivo do Pink Floyd é uma das coisas mais chatas que já tive o desprazer de ouvir, mas são colocados como o máximo e se você discorda, se prepare, porque paus e pedras voarão na sua cabeça. Se você gosta de rock / metal e é de direita, ainda que o coletivismo comunista seja a mais pura antítese do rock, que é individualismo e uso da liberdade de escolha, ser conservador e eleitor de Jair Bolsnaro é praticamente um crime contra a humanidade.
As malfadadas listas ou matérias que têm como título álbuns que você tem de ouvir são coisas forçadas, onde a discordância é a ordem do dia, mesmo que tenha as bandas péssimas e modinhas que não tem nem mesmo um pingo de água de talento. Se você despreza a cena underground do metal e acha praticamente tudo que sai de lá uma porcaria sem tamanho, mesmo que seja incensada a algo excepcional, corra, porque tal discordância não será tolerada. Aceitação é obrigatória.
O livre arbítrio é uma das grandes características do ser humano e é pra ser usado com sabedoria e não como carimbo de coisas que você não gosta, só pra fazer parte da patota ou do modismo de hoje em dia.
Roger Waters nunca foi grande coisa como baixista e o progressivo do Pink Floyd é uma das coisas mais chatas que já tive o desprazer de ouvir, mas são colocados como o máximo e se você discorda, se prepare, porque paus e pedras voarão na sua cabeça. Se você gosta de rock / metal e é de direita, ainda que o coletivismo comunista seja a mais pura antítese do rock, que é individualismo e uso da liberdade de escolha, ser conservador e eleitor de Jair Bolsnaro é praticamente um crime contra a humanidade.
As malfadadas listas ou matérias que têm como título álbuns que você tem de ouvir são coisas forçadas, onde a discordância é a ordem do dia, mesmo que tenha as bandas péssimas e modinhas que não tem nem mesmo um pingo de água de talento. Se você despreza a cena underground do metal e acha praticamente tudo que sai de lá uma porcaria sem tamanho, mesmo que seja incensada a algo excepcional, corra, porque tal discordância não será tolerada. Aceitação é obrigatória.
O livre arbítrio é uma das grandes características do ser humano e é pra ser usado com sabedoria e não como carimbo de coisas que você não gosta, só pra fazer parte da patota ou do modismo de hoje em dia.
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
Quando fui "salvo" pelo rock
No longínquo ano de 1980, quando eu era um projeto de ser humano, eu ainda me lembro de ter visto o Kiss, ainda sem saber quem ou o que era o Kiss e nem entender o que estava acontecendo, já que, na época, eu tinha 5 anos. Não me perguntem como eu lembro, porque vou te dever uma resposta. Eu só sei que aquilo me marcou até hoje e a música foi "I love it Loud".
Esta apresentação prendeu a minha atenção, fiquei fissurado na Telefunken de tubão e que transmitia o show dos mascarados, com Eric Carr na bateria, acho. Então, a partir daí, a minha iniciação no mundo do rock e da boa música se deu com Powerslave, do Iron Maiden. Fiquei espantado e tornei-me fã imediatamente da donzela de ferro, já na primeira faixa, Aces High. Powerslave, Rime of the Ancient Mariner. Que disco!!!
A partir daí foram Live At Donington, V, da banda Symphony X, Into the Electric Castle, do meu projeto favorito, Ayreon, e um dos meus artistas favoritos, Arjen Lucassen, Nevermore, Nightwish com e sem Tarja, a própria Tarja, Threshold, Blind Guardian, SOTO e por aí vai. Todos foram audições espetaculares e me mostraram que parte dos verdadeiros compositores e instrumentistas do mundo estão no rock /metal, tirando aqueles que integram os natimortos metal extremo e black metal.
Rock / metal é alegria e as modinhas são a mais pura e abissal tristeza, tristeza da qual fui salvo pelo rock.
Esta apresentação prendeu a minha atenção, fiquei fissurado na Telefunken de tubão e que transmitia o show dos mascarados, com Eric Carr na bateria, acho. Então, a partir daí, a minha iniciação no mundo do rock e da boa música se deu com Powerslave, do Iron Maiden. Fiquei espantado e tornei-me fã imediatamente da donzela de ferro, já na primeira faixa, Aces High. Powerslave, Rime of the Ancient Mariner. Que disco!!!
A partir daí foram Live At Donington, V, da banda Symphony X, Into the Electric Castle, do meu projeto favorito, Ayreon, e um dos meus artistas favoritos, Arjen Lucassen, Nevermore, Nightwish com e sem Tarja, a própria Tarja, Threshold, Blind Guardian, SOTO e por aí vai. Todos foram audições espetaculares e me mostraram que parte dos verdadeiros compositores e instrumentistas do mundo estão no rock /metal, tirando aqueles que integram os natimortos metal extremo e black metal.
Rock / metal é alegria e as modinhas são a mais pura e abissal tristeza, tristeza da qual fui salvo pelo rock.
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