Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Músicas que não saem da cabeça- II

Voltando à mais uma séria série, continuamos com músicas que não saem da cabeça e o CD de agora é a trilha sonora de Stallone Cobra, que já começa com Voice of America's Sons, de John Cafferty e Beaver Brown, com uma puxada acústica empolgante, indo à Feel The Heat, de Jean Beauvoir, o mesmo que participou das comemorações de 20 e 25 anos de carreira da Rainha do Metal, Doro Pesch, que tem um refrão pegajoso e uma música de primeira e uma Gloria Estefan, em início de Carreira, com o The Miami Sound Machine.



Journey




Antes de Arnel Pineda, esta banda contou com o excepcional Steve Perry, que nos presenteou com músicas como Don't Stop Believin, Open Arms, Separate Ways ( Worlds Apart). Ressonate, do mais recente album, Eclipse, mostra o quão Pineda é bom e que sorte teve Neal Schon ao achá-lo no Youtube, que é mostrado no documentário Don't Stop Believin- Everyman Journey e que também contém algumas apresentações de Pineda, sozinho e com o Journey.As músicas do Journey ainda continuam com melodias marcantes e vocais excepcionais e instrumental idem.

Metallica


A banda Norte-Americana Metallica, a maior banda de Thrash Metal do mundo, possui diversas músicas que não saem da cabeça, entre músicas clássicas como One e outras não tanto, como Dyers Eve, Fight Fire With Fire,Ride The Lighthing e The Four Horseman. Quando escutei pela primeira vez Welcome Home ( Sanatarium) fiquei pasmo. Que música era aquela e que energia ela tem ao vivo, na caixa Live Shit- Binge and Purge e daí temos The Unforgiven, Master of Puppets,a faixa título do CD And Justice For All e Eye of The Beholder e Creeping Death. Escute Motorbreath, do Kill 'em All, pegue um envenenado e caia na estrada a toda.Metallica ainda é uma das maiores, apesar de deslizes como ST Anger. 


sábado, 17 de setembro de 2016

Músicas que não saem da cabeça- I.

Existem músicas que simplesmente não desgrudam dos seus ouvidos e você fica ouvindo de novo e de novo, só para apreciar aquela melodia uma vez mais ou aquele riff pesadão que você curte muito e não consegue enjoar de ouvir.

É um sentimento, para mim, pelo menos, inexplicável, de querer ouvir a música ou o CD que você mais curte uma, duas , três, várias vezes até, literalmente, gastar e este sentimento eu tenho em relação à algumas músicas.

Vamos então àquelas músicas ou CD's que me marcaram:

Trilha sonora do longa animado Transformers de 1986.


Tudo bem, concordo, é um desenho animado, mas antes da preguiça de pegar um linkin park da vida pra trilha sonora, os produtores de outrora tinham um cuidado na hora de montar a trilha do filme, seja com pessoas ou não e a prova disso está nesta trilha sonora. Músicas como Dare, Instruments of Destruction, Nothin's Gonna Stand in Our Way e etc. são puro rock and roll, com garra, melodias marcantes e refrões pegajosos, algo impensável para um longa animado nos dias chatos e pra lá de sensíveis de hoje, onde linkin park se torna a melhor opção viável para uma música de trilha de filme.

Within Temptation



Esta banda tem músicas que, sempre que posso, escuto mais uma vez, como Mother Earth, do CD homônimo, Stand My Ground, de The Silent Force, The Last Dance, e Sinead, do álbum The Unforgiving e que foi tocada no show Elements, que faz parte do CD/DVD Let Us Burn, que também vem com um show da turnê do mais recente CD da banda, Hydra, que também tem as suas músicas grudentas, como Paradise ( What About Us), com a cantora finlandesa Tarja Turunen e And We Run, com o rapper norte-americano Xzibit. Esta banda tem mais músicas grudentas, mas estas foram as que mais grudaram na minha cabeça.

Nightwish


Esta banda tem diversas músicas que grudam, que marcam desde o seu início com Tarja Turunen. O CD Oceanborn, com The Riddler, Devil and the Deep Dark Ocean, e Gethsemane,o CD Century Child com Ever Dream e Ocean Soul, além de uma senhora versão de O Fantasma da Ópera, de Andrew Lloyd Weber e temos Once, que conta com a música que virou vídeo clip, Nemo, Planet Hell e Creek Mary's Blood, que conta com o artista norte-americano John Two Hawks. O último trabalho da banda, Endless Forms Most Beautiful, primeiro com a holandesa Floor Jansen nos vocais, conta com músicas bonitas como My Walden, Alpenglow e Élan.

Nevermore


Esta banda de Seattle, infelizmente, não está mais em atividade até o momento, mas tem as suas músicas grudentas.

O CD Dreaming Neon Black já começa com Beyond Within, uma pancada pra esquentar a orelha, I am the Dog para a adrenalina ir a mil e Poison God Machine para os seus neurônios entrarem numa rodinha.

Em Dead Heart on a Dead World, temos a faixa de abertura, Narcosynthesis, Inside Four Walls e a melhor, Engines of Hate, que te dá vontade de balançar a cabeça o resto do dia e The River Dragon Has Come, que faz o dedo próximo do botão de repetir apertar este botão só mais uma vez, para curtir novamente.







domingo, 11 de setembro de 2016

O que esperar de novo da sua banda favorita?

Ao escutar o mais novo lançamento da sua banda e perceber que você ouviu um senhor CD e que você não consegue enjoar de ouvi-lo, o que, então você espera da sua banda favorita?

A minha banda favorita dos dias de hoje é a norte-americana Symphony X e o seu último CD, Underworld, está nesta categoria de CD que eu simplesmente não consigo deixar de ouvir em toda a oportunidade que tenho, principalmente quando vou à academia. As músicas são arrojadas, o peso, característica da banda desde sempre, está lá, principalmente na faixa Kiss of Fire. Agora, e depois de Underworld, o que posso esperar da banda. Outro Underworld? Não, mas sim que se superem.

Eu nunca espero que as minhas bandas favoritas caiam na comodidade da repetição da fórmula do CD anterior e sim torço para que se superem, para que façam ainda melhor, para que, novamente eu ouça repetidamente o novo lançamento como eu ouvi o anterior. Com a cantora finalndesa Tarja Turunen, não foi diferente, porque também ouvi quase que sem parar o Colours of the Dark, repetindo algumas vezes a faixa Deliverance, diante do uso espetacular de sua voz para dar acrescentar melodia à música e, ao escutar The Shadow Self, vi outro CD para escutar e escutar novamente, mas sem esperar que ela repetisse a fórmula de Colours.

O CD Ghostlights do Avantasia é, para mim, muito bom e, infelizmente, não sei quando terei o prazer de ouvir outro Avantasia, mas espero e torço para que o próximo de estúdio seja melhor que este e que tenha a sua própria alma.

Que cada banda que lance um CD bom pra caramba se supere e sempre.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Coisas que perdemos por ignorância- Ayreon e Star One




A seria série volta e com dois assuntos diferentes, mas que giram em torno de um só artista, Arjen Lucassen, talentoso multi-instrumentista holandês.

O principal projeto, Ayreon, é uma mistura de rock/ metal com progressivo feita com uma perfeição ímpar começou em 1995 e até hoje é um senhor passatempo ao lado do seu ipod ou mp 4, CD ROM, Som e 3 em um. Embora a fórmula seja uma só, as músicas ou são bem pesadas ou possuem uma melodia incrível, daquelas que você não ache possível ouvir em um CD que realiza tal mistura e aqui vai um exemplo.



Cada artista envolvido em cada CD mergulha nas músicas que são incumbidos de cantar ou nos seus personagens, como no mais recente lançamento do Ayreon, The Theater Equation. Este projeto também conta com vários cantores e instrumentistas. Eu, quando ouvi pela primeira vez, curti pra caramba. Tire as suas próprias conclusões.



O seu outro projeto, Star One, é um pouco mais pesado e voltado ao metal tradicional. O seu primeiro CD, de 2002, foi voltado para filmes de ficção científica e contou com uma capa bem sugestiva, de uma banda chamada Boston.



A lista de músicas contém homenagens a clássicos da ficção como Outland- Comando Titânio, Guerra nas Estrelas, Alein- o 8º passageiro, entre outros. Como no projeto Ayreon, alguns cantores se fazem presente e desta vez, a cada faixa, desempenham um papel diferente. Os riffs, além de pesados, são de muito bom gosto e bem contagiantes e você se sente como os personagens de cada música e mergulha novamente no universo dos filmes que cada uma das faixas aborda. Fez tanto sucesso que rendeu uma turnê pela Europa e um CD duplo e DVD denominado Star One Live on Earth.



 Infelizmente, desde 2002, só foi lançado mais um CD deste projeto, Victims of The Modern Age, em 2010.


Ambos os CD's deste projeto, Space e Victims, contam com edições simples e especiais, com dois CD's para cada um. Dois trabalhos completamente diferentes que refletem o talento de um só Arjen Lucassen.




quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Ayreon- The Theater Equation


Este espetáculo foi realizado em Rotterdam, Holanda, nos dias 18 a 20 de setembro de 2015 e no último show foi feita a gravação deste espetacular material.

Dos cantores que participaram de The Human Equation, retornam James Labrie ( Dream Theater) como Me ( eu), Marcela Bovio ( Stream  of Passion) como Wife ( Esposa), Eric Clayton (Savior Machine) como Reason ( Razão), Heather Findlay ( Ex Mostly Autumn) como Love ( Amor), Irene Jansen ( Gary Hughes Once and Future King I e II) como Passion ( Paixão), Devon Graves ( Dead Soul Tribe) como Agony ( Agonia) e Magnus Ekwall ( The Quill) como Pride ( Orgulho).Substituindo Mikael Akerfeldt como Fear ( Medo) temos Anneke Van Giersbergen e no lugar de Devin Townsend como Rage ( Raiva) temos Mike Mills, que também faz  o papel de Father ( Pai), que antes foi de Mike Baker ( Shadow Gallery).

O show foi dividido em dois atos nestes temos 20 dias, sendo uma música para cada dia que passa. A banda reunida para estes 4 shows, pois, devido ao esgotamento dos ingressos, outro show foi posto também no dia 19, consiste em Joost Van Broek, possuidor de um talento musical natural, que integrou em 2002 a trupe que levou o projeto Star One aos palcos e que foi registrado no CD/DVD Star One Live on Earth e que também foi o diretor musical desta empreitada, Ed Warby, fator constante nos álbuns de Arjen, na bateria, entre outros. Ao escutar estas músicas ao vivo, fiquei espantado em como elas ganham força, sensação que já tive ao assistir o DVD do Star One .

Em rimo de ópera rock, com os cantores compenetrados em seus papéis, temos performances excelentes, destacando Mike Mills como Rage /Father que  mostra muita personalidade no palco e alterna com muita categoria vocais limpos e guturais na parte inicial do Ato I e a sua performance como Father ( Pai) é digna de aplausos (Se estivesse lá, o aplaudiria de pé) e Jermain "Wudstick" Van Der Bogt, como Best Friend ( Melhor Amigo), pela emoção que pôs na sua parte, como o melhor amigo de " Me" ( Eu), substituindo Arjen.

Irene Jansen, irmã da vocalista Floor Jansen ( Nightwish), põe paixão no seu personagem durante todo o correr do show e o Epic Rock Choir dá o toque de classe neste show fenomenal. Esta caixa é vendida com dois CD's e DVD /Blu Ray e vale cada centavo pago. Divirta-se.