Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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terça-feira, 28 de junho de 2016

Óperas rock /metal. Pura diversão

Sim, a boa música é capaz de produzir determinadas obras que parecem peças da Broadway, denominadas óperas rock /metal e temos diversas provas através dos anos, a começar por Jesus Christ Superstar, de Andrew Lloyd Weber, que já tinha adaptado para os palcos o romance francês " O Fantasma da Ópera, escrito por Gaston Leroux, passando por Tommy, da consagrada banda britânica The Who, que gerou um filme de 1975 , que rendeu à Ann Margret e a Pete Townshend indicações ao Oscar e que ainda conta com Elton John como o Pinball Wizard, Tina Turner, entre outros.

O rock realmente é uma arte incansável e irrefreável, diante da vontade e da gana de seus artistas de explorar novos campos, numa incessante espiral de provações e triunfos frente as dificuldades enfrentadas, como é o caso, até hoje, da Trans Siberian Orchestra, que em 2015 lançou o seu mais novo CD, Letters From The Labyrinth - http://musicaqueempolga.blogspot.com.br/2015/12/letters-from-labyrinth-tso.html - uma companhia de músicos talentosos que lançam rock óperas, como Night Castle, antecessor de Letters, entre outros. Uma amostra do TSO pode ser conferida aqui.





Eu realmente fui pego de surpresa quando vi nomes de atores consagrados em Tommy, como Jack Nicholson, Ann Margret e do falecido Oliver Reed no elenco, o que demonstra que a boa música atrai talentos de outros campos artísticos. Como o filme é de 1975, ano em que nasci, jamais tive a oportunidade de assistir o mesmo, o que pretendo corrigir em breve.

Esta é uma maneira da boa música se arriscar, ousar e atrair mais ouvintes e cito um exemplo excelente, que é o projeto Avantasia, do músico alemão e workahollic nas horas vagas, Tobias Sammet, que conta com 7 CD's lançados e uma caixa ao vivo, " The Flying Opera- Around The World in Twenty Days- Live e que esteve no Brasil, na cidade de São Paulo, na turnê de divulgação do mais novo CD, Ghostlights, cujo show foi gravado para o lançamento futuro de mais um DVD deste brilhante e ousado projeto.

Temos outras rock/ metal óperas, como Rock of Ages, Quadrophenia, Tenacious D, American Idiot e a recente adaptação do filme " Escola do Rock", com Jack Black, idealizada por ele, Lloyd Weber, novamente.

Sim, o rock é incansável e uma diversão sem fim.



terça-feira, 21 de junho de 2016

Antes de mais nada - #SOMOSTODOSBOLSONARO

#SOMOSTODOSBOLSONARO

Fãs obcecados

Nós, fãs, acompanhamos os nossos artistas favoritos via publicações especializadas, perfis oficiais nas redes sociais e ao comprar os produtos que eles lançam exatamente para que nós apreciemos o esforço que eles fazem para nos entretermos.

Infelizmente, existem pessoas que querem cruzar esta fronteira, seja não respeitando o artista, seja através de um comportamento psicologicamente anormal, como se o artista fosse o seu melhor amigo, o que não é verdade. Eles estão em atividade, vivendo através do ofício que amam, por causa do nosso suporte, suporte nosso, ao apreciar o seu trabalho, ou no CD ou nas turnês.

Vamos, assim, à tragédia que se abateu sobre Dimebag Darrel. A morte do guitarrista foi estúpida, fútil e fruto de um delírio de uma pessoa desequilibrada, que culpou o guitarrista pelo fim da banda Pantera. O que ele tinha a ver com isso?? Sendo decisão dos músicos que compunham a banda, não era problema dele, nem de ninguém, exceto dos componentes da banda.

A música 500 Letters, da vocalista finlandesa Tarja Turunen, trata exatamente dessas pessoas que de fãs não tem nada e nutrem uma obsessão doentia pela cantora, que beira o assédio. O artista, através de seus shows e dos CD's e dos DVD's que registram-nos, está mostrando o seu apreço ao fã que não pôde estar no concerto, por qualquer motivo que seja, mas, infelizmente, estas pessoas não compreendem e acham que tem uma "ligação especial" que mais ninguém tem, o que motiva os seguranças que, em determinadas ocasiões, os acompanham.

Deixar que tal obsessão tome conta de sua vida não traz benefício algum, só malefícios.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A mediocridade alça vôo

É impressionante a cultura do "quanto pior, melhor". Vimos o quanto os piores ditos "artistas" conseguem premiações, viajam e conseguem contratos com gravadoras, quando deviam estar limitados aos chuveiros de suas residências.

O primeiro exemplo vem do Rio de Janeiro, terra onde o ápice da mediocridade humana, denominado funk, vira patrimônio cultural do estado, o que é triste, porque algo tão limitado, insípido, consegue algo deste tipo. As batidas iguais, repetidas e as letras chulas não seriam culturais se a mediocridade não fosse enaltecida e, ao estar na cidade do Rio de Janeiro, em um desses noticiários de ônibus, vi que a tal da Anitta vai a Cannes, festival das coisas estranhas e agora ruins, cantar em inglês. Se antes ela soa péssima em português, em inglês soará pior ainda, porque o pessoal do "quanto pior..." não tem limites quando o assunto é descer rolando os degraus da mediocridade, indo aonde nenhum inepto jamais foi. É igual indicar a banda de metal extremo Mayhem para o Oscar de melhor canção competindo com o Satyricon. É uma cena abominável demais para sequer imaginar.

O segundo exemplo vem da terra do Tio Sam. No Oscar em que concorreu a música May It Be, da artista reclusa Enya e de Roma Ryan. Enya até foi à cerimônia para cantar a música, competindo com uma música do Eminem, rapper norte-americano que nem cantar sabe, quanto mais compor arranjos, escrever melodias e etc., enquanto que a artista irlandesa, junto de sua colaboradora de longa data, criaram arranjos delicados, letras fortes, que resultaram numa das melhores e mais bonitas músicas que eu já tive o prazer de ouvir, mas quem ganhou foi o rapper medíocre e o seu garrancho fonográfico que insistem em enganar dizendo que é música.

A mediocridade ainda voará alto, infelizmente.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos

domingo, 12 de junho de 2016

Festivais de metal brasileiros- Força Total à frente.

Os festivais de metal brazucas andavam em baixa neste país, terra do axé, do pagode e, infelizmente, também da Anitta, até 2015, ano do Monsters of Rock, em Sampa, onde estavam presentes Kiss e Ozzy Osborne e agora neste ano de 2016 com o Roça 'n' Roll e o Maximus, onde, com a exceção de Marylin Manson, a boa música impera.

Infelizmente, os modismos e os medíocres acabam ocupando uma maior fatia no espaço midiático brasileiro, contaminado pelo pensamento do quanto pior e insípido for, melhor. Se tiver o aditivo Rouanet, então a briga é absurdamente desigual, porque , teoricamente, o dinheiro público não conhece limites.

Onde for que ocorra, os festivais de metal brazucas merecem todo o apoio do headbanger, para que eles aconteçam mais e mais e mais vezes e com atrações  cada vez mais variadas, porque nossos artistas, com A maiúsculo, não precisam e nem se apoiam com Rouanet e se viram e, literalmente, tiram leite de pedra. O monsters de 2015 foi um sucesso, pois, com o Kiss e o grande Ozzy, como poderia fracassar? Não poderia, porque lá estava o headbanger para encher o local de preto, com muita alegria.

Festivais de metal brasileiros, a todo vapor. Para a manutenção da nossa sanidade.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos




quarta-feira, 8 de junho de 2016

Quem não tem Rouanet se garante. Quem tem...

Quem tem Rouanet ao seu lado, não se garante por ser eternamente dependente do dinheiro público, um investimento sem retorno.O quadro onde aparecem vários "artistas" defendendo o minc, paras não perderem a verdadeira fonte de seus cachês. É errado ver pessoas que se denominam artistas que não tiram os meios de subsistência do seu ofício e choram lágrimas verdes atrás de captação de Lei Rouanet, que devia ser usada para a reforma de museus e melhorias de acervos bibliotecários ao redor do país, porque cultura é livro e não um showzinho boçal de uma Claudia Leitte ou um Otto, que só sabe aparecer em foto, porque nem show faz. Ainda bem que ainda não foi retirado de avião igual ao Tico Santa Cruz.

Eu gosto do metal e aprecio muito a luta destes verdadeiros lutadores e artistas, que, quando divulgam seus trabalhos ou festivais que organizam, não há uma singela quota de paitrocínio público.
Estão ali, patrocinando o evento, empresas privadas, desde gravadoras até publicações especializadas e, ainda bem, nada de Rouanet, porque, quem se garante, não precisa de mesada oficial, como os da foto chorona comemorando a volta do ministério da imbecilização coletiva ou minc, caso prefiram.

Temos o roça 'n' roll, tivemos o monsters of rock e agora o 2016 maximus festival, em setembro. Nada de Rouanet e tome participação privada, em um festival que tem tudo para dar um baile em qualquer coisa que seja feita pelos paitrocinados pelo estado brasileiro, que nem saúde pública tem, mas pode dar mesada aos fracassados quase órfãos da Lei Rouanet e do minc. Afinal, em se tratando dos paitrocinados pelo estado paizão irresponsável, o que são dezenas de pessoas agonizando nos hospitais da rede pública?

Artistas polêmicos

A boa música tem sim os seus artistas polêmicos, aqueles que tem uma opinião fechada sobre alguns temas, verdadeiros opositores a alguns temas, como liberação das drogas, "casamento" entre pessoas do mesmo sexo ou até mesmo anti-Barack Hussein Obama, sendo este último o verdadeiro flagelo dos Estados Unidos da América, junto do partido democrata. O que eu posso fazer, se neste ponto e nos antecedentes eu concordo com tais artistas?


Vamos começar com o guitarrista norte-americano Ted Nugent. Conservador, defensor do porte de armas para todos, mas equivocado na culpabilidade dos judeus em relação ao porte de armas. Quem briga para desarmar a população norte-americana é a esquerda caviar ianque, encabeçada por Hillary Clinton, Al Gore e outros mais. O que eu e Donald Trump nos perguntamos é isso: Por que que este pessoal não desarma os seus seguranças? Voltando ao Nugent, acho desagradável ele brigar pelo direito de caçar animais, só para ter troféus. A caça ao animal é para comer e sobreviver, não para expô-lo como uma vitória. Mas, como ele acha diferente e para poder achar diferente, ele segue a lei que permite a caça, a opinião e ação dele, embora desagradáveis neste aspecto, é que causa polêmica e controvérsia.


Temos também Dave Mustaine, guitarrista da banda norte-americana Megadeth ( Excelente banda). O artista também possui uma postura conservadora e anti- Obama.Quando tornou-se um Cristão renascido, Mustaine, ele também parou de tocar qualquer música de temática satânica, como The Conjuring, que escreveu com dicas de feitiços e etc., além de não tocar com essas porcarias satanistas travestidas de bandas, como Rotting Christ e Dark Funeral, que musicalmente são medíocres.

A "banda", se é que podemos chamar aquilo de banda, Mayhem, cuja fileira já contou com o falecido Euronymous,  que foi morto por Varg Vikernes, satanista, supremacista branco e, incrivelmente, "músico", teve a sua cota de polêmica e começou por seu membro Hellhammer, que soltou comentários racistas e ainda o uso de suásticas e símbolos do partido Unidade Nacional, da Noruega, ativo entre 1933 e 1945.

Para terminar, temos Varg Vikernes. Neonazi, supremacista branco e adepto ao paganismo. Condenado a 12 anos de prisão pelo assassinato de Euronymous, ele começou a indentificar-se como neonazista e começou a divulgar a sua crença odinista de dentro da prisão. Sam Dunn, infelizmente, o descreveu como o mais notório músico de metal de todos os tempos. Realmente, assassinato torna qualquer um notório, ainda mais ao estourar os miolos de outra pessoa, sendo acusado pelas autoridades francesas de promover ódio entre judeus e muçulmanos e condenado a seis meses de liberdade condicional e ao pagamento de uma multa de oito mil euros em julho de 2014.

Perto destes dois últimos citados, Mustaine e Nugent são dois coroinhas.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Ayreon- Theater Equation autografado







Em breve será lançado Theater Equation. Segue o link da gravadora InsideOut:

https://www.insideoutshop.de/Category/Ayreon_Theater/205/?AFF=AYRTTEMO