O rock realmente é uma arte incansável e irrefreável, diante da vontade e da gana de seus artistas de explorar novos campos, numa incessante espiral de provações e triunfos frente as dificuldades enfrentadas, como é o caso, até hoje, da Trans Siberian Orchestra, que em 2015 lançou o seu mais novo CD, Letters From The Labyrinth - http://musicaqueempolga.blogspot.com.br/2015/12/letters-from-labyrinth-tso.html - uma companhia de músicos talentosos que lançam rock óperas, como Night Castle, antecessor de Letters, entre outros. Uma amostra do TSO pode ser conferida aqui.
Eu realmente fui pego de surpresa quando vi nomes de atores consagrados em Tommy, como Jack Nicholson, Ann Margret e do falecido Oliver Reed no elenco, o que demonstra que a boa música atrai talentos de outros campos artísticos. Como o filme é de 1975, ano em que nasci, jamais tive a oportunidade de assistir o mesmo, o que pretendo corrigir em breve.
Esta é uma maneira da boa música se arriscar, ousar e atrair mais ouvintes e cito um exemplo excelente, que é o projeto Avantasia, do músico alemão e workahollic nas horas vagas, Tobias Sammet, que conta com 7 CD's lançados e uma caixa ao vivo, " The Flying Opera- Around The World in Twenty Days- Live e que esteve no Brasil, na cidade de São Paulo, na turnê de divulgação do mais novo CD, Ghostlights, cujo show foi gravado para o lançamento futuro de mais um DVD deste brilhante e ousado projeto.
Temos outras rock/ metal óperas, como Rock of Ages, Quadrophenia, Tenacious D, American Idiot e a recente adaptação do filme " Escola do Rock", com Jack Black, idealizada por ele, Lloyd Weber, novamente.
Sim, o rock é incansável e uma diversão sem fim.
