Aí temos um músico completo como André Matos que não recebe nem um terço da atenção que esta medíocre e outros tão " talentosos " quanto recebem, o que já é motivo suficiente para pedir pro mundo parar, porque você quer descer. É, como é dito no desenho "Os Incríveis", psicótico esta celebração da mediocridade. Virá ao Brasil o maior expoente da mediocridade internacional, o Limp Bizkit e justo quando eu me achava livre desta nulidade chamada "banda de sucesso". Se eles são músicos, Nego e Anitta são Mozarts. Como o Korn já tocou no Rock and Rio de 2015, então é absolutamente normal que essa piada como Limp Bizkit venha fingir que toca e o público jogue o seu cada vez mais suado dinheiro fora para perder horas da sua vida num espetáculo de acordes infantis e sem absolutamente nenhum dom ou talento ( É injusto, eles têm o dom, o dom de serem ineptos que acham que tem talento).
O papa roach, por incrível que pareça, ainda está em atividade, com aquela mesma levadinha de revoltadinhos de esquina e com umas guitarras tão mortinhas e tão lineares que eu não sei como conseguiram contrato para o seu primeiro CD. Essas bandas de Nü metal estão entre as mais primárias que há no meio do metal, porque não há o menor suspiro de habilidade, ainda que rasa, de compor algo que não seja com os mesmos acordes, a mesma revoltinha chorona e aquela linha harmônica tão estática que chega a espantar. Como algo musicalmente tão morto ainda lança CD? É um espanto.
As batidas repetitivas do funk, do rap e do hip hop são apenas barulhos desagradáveis que quando chegam ao longe, os seus tímpanos saem correndo, esquecendo o corpo ali presente. A repetição é infinita, as letras dão um dó, porque não há conteúdo algum.Desde quando batida igual é sinal de talento, de habilidade de criação de melodia? Desde quando letras provocativas e sobre sabe-se lá o quê é composição de arte? Só no Brasil, onde a inépcia e a mediocridade é que contam. Enquanto isso, boas músicas de artistas nacionais ficam no escuro, como esta do Angra.
A banda blitz, ainda na estrada, é um perfeito de exemplo de composição, onde uma melodia agradável se junta à uma letra bem agradável e descontraída, como A dois passos do Paraíso. Isso é uma banda com talento, com músicas que tem acordes, vida e não é uma repetição infinita de batidas mortas e letras ridículas.
De verdadeiros artistas, temos Roupa Nova, Kid Abelha, Lobão e outros que agora me fogem à memória. Agora, aqueles de exposição incessante e que são dependentes dela, não passam de indivíduos efêmeros que nem rodapé na história musical terão. Fiquem com Blitz e Damian Wilson.
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@Leonardo de Abreu dos Santos
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