Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

segunda-feira, 7 de março de 2016

O prazer de ouvir um bom CD de rock e heavy-metal








Quando você sabe que o CD que você está comprando resultará em uma boa audição? Pelo artista ou banda que o compôs? Pela formação da banda? Pela habilidade do artista que levou este produto ao seu CD player ou ao seu IPOD?

A resposta a todas a estas perguntas poderá ser sim ou até mesmo não. Algum tempo atrás resolvi comprar dois CD's de uma banda norte-americana chamada Kamelot, devido aos vídeo clips que assisti deles via youtube e realmente curti esta banda, ainda que eu não seja um grande ou até mesmo um razoável conhecedor do trabalho deles, mas a desenvoltura das canções de ambos os CD"s, Silverthorn e Haven, me surpreendeu, transformando a audição de ambos um passatempo pra lá de agradável, mostrando músicas que não param no tempo, que variam na mesma música, do pesado ao leve, do vocal mais melódico ao mais agressivo, proporcionando uma curtição tremenda ao ouvir um bom CD de Metal, que aliás é o gênero musical mais completo e revelador de talentos que há. Mas voltemos ao texto.

O prazer de ouvir um bom CD de rock e metal não só se resume ao seu artista favorito ou aquele álbum que marcou algum ponto de sua vida e sim na música a ser tocada, a emoção que a ultrapassa e que  chega até você, onde você se pega literalmente viajando na melodia, no peso ou até mesmo na voz do cantor da banda, como, por exemplo, Sharon Adel cantando Sinead no Let us Burn, show Elements ou Russel Allen cantando a música Egypt do CD V- A New Mythology Suit, da banda Symphony X ou as mais recentes como Seduction of Decay, presente no mais novo trabalho do Avantasia, Ghostlights.

Resume-se também àquela trilha sonora que você ouviu quando criança, como no caso da melhor trilha sonora de Transformers já feita, a do desenho de 1986. Quem nunca fez um air  guitar ouvindo Instruments of Destruction, da banda N.R.G, que atire a primeira palheta e quem nunca cantou Dare, de Stan Bush, navegando na pura empolgação de uma música feita com raça e talento e a base de rock and roll, não sabe como é ter o sangue correndo tão rápido quanto os Autobots, diante da mais pura degustação do mais arredio e inquieto rock and roll.

Quer sentir o prazer de escutar um bom CD de rock e heavy-metal? Compre, ponha o fone nos ouvidos e permita-se viajar num mundo de guitarras rápidas, melódicas e até mesmo reflexivas da profundidade de uma boa letra que acompanha as guitarras.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos

Nenhum comentário:

Postar um comentário