Eu não creio que a música tenha sido inventada para ser feita de maneira medíocre ou pasteurizada, completamente padronizada e sem vida e sim algo vivo, mutável, com várias camadas para a admiração daqueles que a ouvem e a realização do compositor , por ver que a sua obra é consumida, depois de horas de trabalho ao criar dadas melodias e arranjos.
O ser humano gosta de ouvir música, em sua grande maioria. Aqueles que não gostam de ouvir música, creio eu, tem uma vida mais entristecida, estressada e por assim dizer, mais entendiante. Ouvir música relaxa, acalma e nos deixa prontos para mais um round de nossas obrigações e vidas. É aquele momento de puro relaxamento, de sossego, onde descansamos um pouco para voltar ao ringue da vida e enfrentar as agruras com um pouco de menos peso nos ombros. Aqui faço um parêntese, pois o que nos trás verdadeira paz e sossego para enfrentar os nossos desafios do dia a dia é o Senhor. Ouvir música é o paliativo.
Voltando ao tópico, ouvir música, boa música, é um calmante, um balsamo para um dia estressante, uma maratona de estudos extenuante ou simplesmente uma boa diversão num dia qualquer. O prazer de ouvir música se resume a uma boa diversão e uma festa particular entre você e você mesmo ou junto de um grupo de amigos, para conversar, tomar uma gelada e curtir o dia. Ouvir música é mesmo prazeroso, uma terapia, onde você extravasa.
Ouça música, relaxe. Conquiste o dia.
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
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domingo, 29 de setembro de 2019
sábado, 7 de setembro de 2019
Gosto não se discute, mas se critica.
O ser humano gosta de diversas coisas, que vão desde comida até pneu de carro, passando por CD's e bandas relacionadas à boa música. Na vida em sociedade, as discussões, que podem ser acaloradas ou não, caem nos gostos de cada um e no caso de bandas, é muito comum ouvir " mas como você pode gostar disso aí? Esta banda é péssima, todas as músicas são iguais demais, os músicos são uma porcaria".
Sim, gosto é igual a impressão digital, cada um tem o seu, mas, ao contrário da impressão digital, é passível de críticas, pois até hoje ainda não descobriram uma maneira de agradar gregos e troianos e, exatamente por causa desta variável, é que os gostos não a prova de criticas, sejam elas justificadas ou não, porque afinal, critica é critica. Pra que ficar justificando, se é perda de tempo?
As criticas vão desde que o guitarrista / vocalista / baterista e etc. são ruins, péssimos, não fazem um solo competente, a banda é sem sal, determinado estilo é igual e padronizado demais, a pessoa que gosta de uma banda de metal extremo não sabe o que é um bom metal e por aí vai. Banda X é farofa demais e você gosta, logo você é farofa também, um poser e ainda fica andando com camisa de banda de thrash metal. Curte Megadeth, mas anda com camisa de Nightwish, que é uma banda da modinha ou algo parecido que dá vontade é de cair na gargalhada, porque nada impede que determinada pessoa se amarre num thrash metal e curta Nightwish. Gosto é isso aí, um conjunto de variáveis imprevisíveis como o ser humano. O paradoxo é que as melhores conversas numa roda de amigos ou conhecidos são exatamente sobre os gostos de cada um, que leva a enaltecer um músico ou outro ou até mesmo um lançamento recente. Ou pode cair numa grande risada geral com cerveja no meio.
Gosto é gosto, tudo bem, mas não é a prova de criticas. Ou de boas risadas no meio da conversa.
Sim, gosto é igual a impressão digital, cada um tem o seu, mas, ao contrário da impressão digital, é passível de críticas, pois até hoje ainda não descobriram uma maneira de agradar gregos e troianos e, exatamente por causa desta variável, é que os gostos não a prova de criticas, sejam elas justificadas ou não, porque afinal, critica é critica. Pra que ficar justificando, se é perda de tempo?
As criticas vão desde que o guitarrista / vocalista / baterista e etc. são ruins, péssimos, não fazem um solo competente, a banda é sem sal, determinado estilo é igual e padronizado demais, a pessoa que gosta de uma banda de metal extremo não sabe o que é um bom metal e por aí vai. Banda X é farofa demais e você gosta, logo você é farofa também, um poser e ainda fica andando com camisa de banda de thrash metal. Curte Megadeth, mas anda com camisa de Nightwish, que é uma banda da modinha ou algo parecido que dá vontade é de cair na gargalhada, porque nada impede que determinada pessoa se amarre num thrash metal e curta Nightwish. Gosto é isso aí, um conjunto de variáveis imprevisíveis como o ser humano. O paradoxo é que as melhores conversas numa roda de amigos ou conhecidos são exatamente sobre os gostos de cada um, que leva a enaltecer um músico ou outro ou até mesmo um lançamento recente. Ou pode cair numa grande risada geral com cerveja no meio.
Gosto é gosto, tudo bem, mas não é a prova de criticas. Ou de boas risadas no meio da conversa.
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
Tarja- In the Raw
A cantora finlandesa Tarja Turunen nos presenteia com um senhor CD, In the Raw. É um presentão porque temos peso, numa música que há um dueto com Bjorn Strid Soilwork, The Night Flight Orchestra) e este alterna vocais limpos e rasgados, somado ao instrumental surpreendentemente pesado em se tratando de composições da artista . Passando por esta faixa , vamos para Goodbye Stranger, onde a participação mais que especial de Cristina Scabbia ( Lacuna Coil) dá um charme extra a uma música não só bonita, mas com arranjos de extremo bom gosto, sem deixar o peso de lado. O último dueto se dá com Tommy Karevik ( Kamelot, Seventh Wonder) e nesta está uma das mais bonitas composições de Tarja, onde o contraponto de ambas as vozes é o ponto forte de Silent Masquerade. Railroads dá o seu show também, onde a delicada melodia que guia a música faz toda a diferença. You and I possui uma delicadeza na melodia que a torna grudenta e vale uns repetecos, por ser a faixa mais bonita . Se tiver dúvidas se compra ou não este CD, vai na fé e manda bala. Vale muito a pena.
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