Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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domingo, 31 de dezembro de 2017

Tarja - From Spirits and Ghosts ( Score for a Dark Christmas)


Ouvir Tarja Turunen cantando é ouvir uma cantora acima da média e de um talento ímpar e este CD é um dos mais bonitos que a cantora finlandesa já lançou. As melodias postas em músicas como O, come, come, Emmanuel e We three Kings são simplesmente lindas e Together, música inédita de Tarja, não fica atrás.

A cantora finlandesa se superou neste CD, ao investir em melodias sombrias que deixam as músicas que compõem o álbum mais bonitas e usa a sua voz como mais um instrumento, já que no meio do metal nenhuma outra cantora joga com a voz do jeito que ela faz, como em Pie Jesu.

CD pra lá de recomendado, com o selo Tarja Turunen de qualidade.

Quando os amigos me lembram que há Accept

Olha, acompanhar muitas bandas, comprando os seus CD's, DVD's e Blu Ray faz com que você passe por cima de outras bandas que ou você quer acompanhar ou que você simplesmente esquece ou ignora que estão ainda em atividade, como o Accept.

Sim, sei que os alemães são bons pacas, sei que Balls to the Wall é um clássico, mas acabei, pela falta de grana e por omissão, deixando o Accept de lado. Três amigos meus foram ao Show do Accept no Rio de Janeiro e me contaram que foi um puta show e que arrebentaram a boca do balão. Um deles, via Foicebook, me mandou um vídeo de uma das músicas tocadas no show e de repente estalou na cachola a bobeira de todos estes anos sem escutar esta banda pra lá de fenomenal.

Nestes tempos que empurram pela sua garganta qualquer porcaria, como Linkin Park, Limp Bizkit, Ministry e, no Brasil, a terra do lixo enfiado na sua garganta pela Globo Lixo, caso você aceite, como parâmetro. Ouvir Accept é um alívio imediato, principalmente ao vivo. Eu, graças a estes amigos, corri atrás de material dos alemães e fui logo no ao vivo mais recente, Restless and Live. Que material e que banda. o show é excelente e me arrependi de não ter ido ao show deles. Eu, para não cometer este mesmo erro outra vez, corri atrás do mais recente, Rise of Chaos, e os mais antigos, faltando, dos mais recentes, Stalingrad. Dark Side of My Heart é muito boa no estúdio e excelente ao vivo, cortesia do Restless.

Com amigos assim, bandas como Accept não passarão despercebidas.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Com Tarja e cia, quem precisa de Amy Lee?

Eu ouvi Oceanborn, da banda Nightwish por volta de 1999 ou próximo e gostei muito das músicas e da vocalista Tarja Turunen à época a frente dos vocais e a faixa The Ridller, pra mim, é a melhor do disco e este é o melhor de toda a discografia dos finlandeses.Vamos para Wishmaster, From Wishes to Eternity, Century Child, Over the Hills and Far Away, Once e por fim o DVD / CD ao vivo End of an Era, onde a cover de Fantasma da Ópera está simplesmente fenomenal e é onde vemos a reação do público à sua entrada. Pareciam hibernar antes dela aparecer no palco.

Descobri, depois, Within Temptation, da bela e pra lá de competente Sharon Den Adel, com Mother Earth e assim segui pro The Silent Force, o DVD The Silent Force Tour, Black Symphony, CD e DVD, Hydra, Let us Burn. É ao vivo que vemos que a sua delicada voz tem um alcance incrível e as suas performances no palco são repletas de simpatia com o público e carisma.Sua presença de palco é incrível.

Da Holanda ( sempre de lá), vem Floor Jansen, que começou no After Forever, participou do projeto Star One de Arjen Lucassen, Avalon de Timmo Tolki e coroou sua carreira ao assumir os vocais do Nightwish. Esta moça tem uma senhora pegada rock and roll, presente no CD /DVD Star One Live on Earth e a sua entrada no Nightwish deu uma nova vida a banda e as músicas cantadas por sua antecessora, Anette Olzon, ganharam uma vida nova quando executadas pela cantora holandesa.

Charlotte Wessels, da banda holandesa Delain, com sua voz doce, potente e constante, é um furacão ao vivo, uma força da natureza que não esmorece ou perde potência . Ela esbanja simpatia com o público e encanta o público com a sua simpatia, além de usar, à exemplo de Tarja Turunen, a sua voz como mais um instrumento a serviço da banda.

Daí temos Simone Simons, Sabine Edelsbach e etc., que mostram que, com tanto talento no metal,  Amy Lee é apenas uma criança sem talento brincando de artista talentosa, com apoio de  toda uma mídia pusilânime e tola.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Ver Deep Purple ao vivo- Experiência inesquecível

Eu, até esta sexta feira, nunca vi a lenda do rock, Deep Purple, ao vivo e a cores. Sim, comprei o DVD Live in Verona, with Orchestra, e o assisti, mas isso não foi o suficiente e vi que estava faltando algo, que o festival Solid Rock preencheu.

O primeiro show, da banda Tesla, foi muito bom e eles tocaram com raça, para um público ainda crescente, com alguns fãs dos norte-americanos cantando junto do vocalista Jeff Keith. Espero que voltem ao Rio mais vezes.

Não gostei do Cheap Trick. Se uma apresentação sem sal é o forte deles, que não voltem mais. Com músicas que me levam ao De volta para o futuro, foi, no máximo, passável.

Para tornar a noite quase perfeita, devido ao fiasco do Trick, vieram as lendas do rock, Deep Purple. Esbanjando técnica, simpatia, eles, novamente, mostraram porque são o máximo. Tivemos Space Truckin, Smoke on the Water, Strange Kind of Woman e tantas outras que valeram esta experiência para carregar pra vida. Se você ainda não tem qualquer material ao vivo destes titãs do rock, não perca tempo e compre. Vale cada centavo, porque é ao vivo que eles são insuperáveis.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Dia triste. Faleceu Warrel Dane.

Faleceu Warrel Dane, um dos melhores vocalistas que já ouvi e assim morrem as chances de uma volta do Nevermore. Descanse em paz, titã dos vocais.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Qual a contribuição de Tom Morello para a boa música?

Eu  vejo Tom Morello em algum documentário de algum artista ou até mesmo no extinto That's metal show e pergunto que contribuição para a boa música este sujeito deu.

Como você acha vídeos antigos no Youtube, resolvi pesquisar algo do Rage Against The machine ( banda ruim, mas ruim de dar dó), Audioslave e Prophets of Rage, a junção bizarra com o Public Enemy, vi que a contribuição dele é nula. Nenhum riff é digno de nota, não influenciou ninguém e, sinceramente, nem com toda a boa vontade do Dalai Lama consigo achar que ele é um bom guitarrista ou mesmo competente na execução destas ditas músicas sem vida.

Ele começou a sua carreira no Rage e devia ter terminado ali, mas teimou ou foi enganado e juntou o Audioslave, banda que só era relevante por contar com o finado Chris Cornell, dono de uma senhora voz e que, infelizmente, faleceu. Numa enquete destas da vida, Audioslave ganhou como a melhor superbanda. Graças a Cornell e olhe lá. Se dependesse de Morello, ganharia uma abóbora.

Como ele é péssimo, esta nova banda cairá no ostracismo como as outras duas. Mas a vocação dele para arroz de festa continuará para sempre. Vide That Metal Show.