Vocês irão se perguntar que raios de título é este. Sim, parece e muito com os títulos de Nárnia. Confesso que me inspiraram a criar este título. Sem mais enrolação, vamos ao que interessa.
O título é relacionado aos avanços tecnológicos que nos permitem curtir os lançamentos das nossas bandas favoritas e a boa música. Assim sendo, vamos pro último item da lista, o walkman. À época, várias pessoas tinham vinil ou fita cassete e para não detonar as pilhas, usavam a velha e até hoje ativa caneta bic, que devido às suas ranhuras, era uma poderosa ferramenta de rebobinar a fita cassete. O som era bom, você podia carregar para uma academia, andar no aterro do flamengo sem ser assaltado ( hoje, isso é impossível. Agradeça aos direitos humanos defensores de bandidos).
Os dois meios de gravação da boa música, CD e Cassete, tem e tinha, respectivamente, os seus meios de reprodução e ambos têm algo em comum que é a ausência de restrição para ouvir e curtir aquele lançamento do seu artista favorito da boa música, o que não ocorre hoje com aparelhos como o IPOD.
A apple store vende faixar separadamente por $0,99 e, ao adquirir tal produto, você ficará restrito ao aparelho acima. Sim, poderá ser utilizado como um walkman e sem o custo de uma bic para rebobinar o que já foi ouvido, mas ficará restrito ao aparelho, não podendo migrar para algum outro aparelho de CD, que apesar das más línguas, está bem forte e bom pra brigar. As gravadoras capricham na embalagem que acompanha o CD e você ainda poderá escutar nos cômodos onde há aparelhos micro sistem ou um bom som. Sim, há um excelente substituto para o walkman e é o IPOD. Ao comprar um CD, caso você tenha um, baixe o ITUNES e importe o CD. Daí é para colocar no IPOD e ser feliz, lendo um livro ou exorcizando aquela excrescência que dizem que é música que tocam nas academias. Assim, não há restrição e sim a mais pura curtição de um grande avanço tecnológico que nos dá conforto.
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017
domingo, 15 de outubro de 2017
Mudança de formação I
As mudanças em algumas das nossas bandas favoritas acontecem e, no início ou sempre, torcemos o nariz para este acontecimento. Temos como exemplos os finlandeses do Nightwish que já contaram em suas fileiras Tarja Turunen, que foi substituida por Anette Olzon e, por fim, teve o posto ocupado pela holandesa Floor Jansen. Eu, provavelmente como muitos, à época, torcemos o nariz para esta mudança e, depois de ouvir Olzon cantando, percebi que a sua saída para a posterior entrada da holandesa foi o melhor que poderia ter acontecido para o Nightwish, vide as caixas Showtime, Storytime e Vehicle of Spirit, além do mais recente CD, Endless Forms Most Beautiful.
Os ingleses do Threshold já sofreram algumas mudanças na formação, seja com saída de vocalista ou de guitarrista.
Pela banda já passaram os vocalistas Jon Jeary, Damian Wilson, Glynn Morgan e Andrew "Mac" Mcdermott. Eu escutei Extinct Instinct, que contava com Wilson nos vocais e gostei da banda, mas as performances cheias de feeling de Mac foram que me tornaram fã da banda, que acompanho até hoje. As suas entonações, espetaculares no ao vivo Critical Energy não são nada menos que brilhantes, especialmente em Narcissus.Infelizmente, ele saiu da banda e veio a falecer algum tempo depois, sendo substituído por Damian Wilson, que, embora não tenha o mesmo feeling de Mac, possui uma entonação bem emotiva e utiliza sua voz em algumas músicas como mais um instrumento, deixando certas músicas como Coda e The box muito prazerosas de serem ouvidas. Já Morgan, que voltou à banda no CD Legends of The Shires, embora tenha uma voz potente, carece do feeling de Mac nas músicas mais cadenciadas e mais parece um recitador que um cantor. Agora a banda conta com apenas um guitarrista, devido à saída de Pete Morten da banda. Boa sorte aos ingleses.
Os ingleses do Threshold já sofreram algumas mudanças na formação, seja com saída de vocalista ou de guitarrista.
Pela banda já passaram os vocalistas Jon Jeary, Damian Wilson, Glynn Morgan e Andrew "Mac" Mcdermott. Eu escutei Extinct Instinct, que contava com Wilson nos vocais e gostei da banda, mas as performances cheias de feeling de Mac foram que me tornaram fã da banda, que acompanho até hoje. As suas entonações, espetaculares no ao vivo Critical Energy não são nada menos que brilhantes, especialmente em Narcissus.Infelizmente, ele saiu da banda e veio a falecer algum tempo depois, sendo substituído por Damian Wilson, que, embora não tenha o mesmo feeling de Mac, possui uma entonação bem emotiva e utiliza sua voz em algumas músicas como mais um instrumento, deixando certas músicas como Coda e The box muito prazerosas de serem ouvidas. Já Morgan, que voltou à banda no CD Legends of The Shires, embora tenha uma voz potente, carece do feeling de Mac nas músicas mais cadenciadas e mais parece um recitador que um cantor. Agora a banda conta com apenas um guitarrista, devido à saída de Pete Morten da banda. Boa sorte aos ingleses.
domingo, 1 de outubro de 2017
Threshold- Legends of The Shires
A banda britânica de metal progressivo, Threshold, lança seu 11º album, Legends of The Shires, mas não sem mudanças na sua formação. Saem Pete Morten e Damian Wilson e entra Glynn Morgan, que já fez parte da banda na fase Psychedelicatessen, no lugar de Wilson.
A capa é belíssima e o instrumental, como sempre, quando se fala em Threshold, é impecável. O set duplo já começa com uma bela introdução, The Shire part I e daí emenda para Small Dark Lines, música que virou vídeo clipe, e daí seguimos para The Man Who Saw Through Time, onde Morgan peca um pouco pela ausência de "feeling", mas não compromete a faixa.
Star and Satellites já é aquela música bem cadenciada, com arranjos bonitos pra caramba e aquele toque de classe britânico característico da banda inglesa e já emenda pra On the Edge, outro petardo que vale a pena acionar o repeat do seu aparelho de CD.
A banda pode ter perdido dois importantes membros, Pete Morten e o excelente Damian Wilson, mas achou em Morgan um bom substituto e que não compromete o produto final e assim as lendas dos condados ficam para uma atenta audição para curtir dia sim e outro também.
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