Damian Wilson não é mais o vocalista da banda Threshold e para o seu lugar entra Glynn Morgan, que já tinha assumido os vocais da banda de 1994 a 1996.
Como fã de Damian Wilson, não gostei da notícia, mas estarei na torcida para que o novo vocalista leve a banda novos e altos patamares.
Mais sobre a saída de Damian Wilson no perfil da banda no Facebook e na sua homepage:
https://www.facebook.com/threshold/?hc_ref=NEWSFEED&fref=nf
http://www.thresh.net/2017/03/27/threshold-announce-new-vocalist/
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
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segunda-feira, 27 de março de 2017
domingo, 26 de março de 2017
O "Pork" in Rio vem aí
Eu recebi a lista das outras atrações do rock in rio, que agora chamo de "pork" in rio, e vejo que se apresentarão, se é que posso chamar de apresentação, de coisas nascidas no ostracismo, mas que a rede lobo insiste em dizer que são artistas de qualidade como a moça ceu, um tal de scalene que nunca ouvi falar, Justin Timberlake, Titica, Ivete Sangalo e por aí vai.
Esta será a mais fraca edição do festival de música ( que de rock só o nome) e, em nome da dita diversidade, que musicalmente falando é a desculpa para pôr os mais medíocres tipos que a grande mídia insiste em dizer que são artistas, e daí tirar o único gênero musical que tem rock na veia , o heavy-metal.
O "Pork in Rio" promoverá a reunião dos piores músicos de todos os tempos, com a devida cobertura de atrações do quilate de Billy Idol, Aerosmith, The Who, que são quem darão a palavra respeitável a esta edição.
Eu nunca ouvi falar de Boogarins, o que significa que ou eles aproveitam a chance e se dão bem ou voltarão ao buraco do ostracismo de onde nunca deveriam ter saído.
Esta edição é para assistir de casa, mesmo com The Who, porque a tortura seria insuportável.
Pork in Rio - Vai na fé.
Esta será a mais fraca edição do festival de música ( que de rock só o nome) e, em nome da dita diversidade, que musicalmente falando é a desculpa para pôr os mais medíocres tipos que a grande mídia insiste em dizer que são artistas, e daí tirar o único gênero musical que tem rock na veia , o heavy-metal.
O "Pork in Rio" promoverá a reunião dos piores músicos de todos os tempos, com a devida cobertura de atrações do quilate de Billy Idol, Aerosmith, The Who, que são quem darão a palavra respeitável a esta edição.
Eu nunca ouvi falar de Boogarins, o que significa que ou eles aproveitam a chance e se dão bem ou voltarão ao buraco do ostracismo de onde nunca deveriam ter saído.
Esta edição é para assistir de casa, mesmo com The Who, porque a tortura seria insuportável.
Pork in Rio - Vai na fé.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
domingo, 12 de março de 2017
O metal não precisa do rock in rio
O festival rock in rio abrirá as suas portas em setembro deste ano. As atrações são, entre outras, o falso Guns, The Who, Aerosmith ( tomara que com Jane's Got a Gun) e Billy Idol. Mas, hã, e o dia do metal? Será que o metal precisa do rock in rio?
Nas edições de 2011, 2013 e 2015 o metal teve o seu dia, com boas bandas e outras ruins demais, mas lá estava o metal. E desta vez, nada de metal. Mas o metal precisa do rock in rio?
O metal tem os seus próprios festivais, como o maior deles, o Wacken, na Alemanha e o Hellfest na França, entre outros e neste ano, no Brasil, teremos o Maximus Festival. Como a boa música conta com os seus próprios festivais e com um excelente e ordeiro público, o metal não precisa do rock in rio.
As fotos de reportagens dos festivais de metal, principalmente na Europa, mostram centenas e até milhares de pessoas assistindo as suas bandas favoritas e, até mesmo, comprando mercadorias oficiais das suas bandas favoritas, como camisas, canecas, bonés e etc.
O metal é maior que o festival rock in rio e o público headbanger sabe disso, embora aproveite a oportunidade para , caso faça parte do cast do festival, ver a sua banda favorita e se divertir após mais de um semestre de trabalho pesado e estressante. Pais levam filhos ou até mesmo netos, se a idade permitir. Famílias de hadbangers comparecem em peso para passar uma agradável tarde, noite e madrugada juntos e também num festival de música pesada, que é muito mais calmo que um trio elétrico de Axé.
O metal cresceu, ganhou os seus próprios festivais e com um excelente público para mantê-los, logo, não precisa do rock in rio e a perda de não ter um dia do metal é da organização do festival rock in rio.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
domingo, 5 de março de 2017
O apreço pelo metal e outras considerações
Eu não gosto quando põem algum tipo de rótulo no metal ou nas bandas que curto e acho que é por causa que as modinhas do momento não tem o que as bandas de metal e o que os fãs de metal têm.
As bandas de metal ( tirando as desta nova aberração chamada de nu metal ou metal adidas) tem talento, uma chama criativa que não se apaga e estão sempre se esforçando ao máximo para que o próximo lançamento não seja um espelho do anterior e sim melhor, com melhores músicas, arranjos, letras e com um vocal superior ao anteriormente posto.
Eles entram em um estúdio, após uma turnê, caso estejam excursionando para divulgar o seu novo lançamento, e começam do zero, com anotações, ensaios, conversas de como deve ou não deve soar esta ou aquela música que talvez entre no CD. Então, depois de um longo tempo, começam a soltar nas redes sociais, em seus próprios perfis, algumas faixas para uma pequena audição dos fãs, como fez recentemente Arjen Lucassen, com o ainda não lançado The Source, do Ayreon. A composição de um CD, como todo processo demorado, leva o tempo que precisa levar.
A compensação do fã é comprar o CD e escutar com gosto o resultado final do esforço que o artista do metal empreendeu no seu mais novo lançamento.
O fã de metal se veste de preto sim, gosta de jaqueta com nomes de bandas sim, vai aos shows de suas bandas preferidas sim e curte, canta junto, algumas vezes até ficar rouco, mas quando chega e quando vai embora, quando acaba o show, o faz de maneira ordeira e comportada, ao contrário de fãs de boy bands, Myley Cyrus, Britney e afins.
O fã de metal tem apreço pelo local onde a sua banda favorita se apresenta, para que ela simplesmente volte novamente e, se der, àquele mesmo local, para prestigiar novamente a sua banda favorita ou a banda cujo lançamento tenha cativado os seus ouvidos.
Sou headbanger, curto metal, me visto de preto e respeito o local de show das minhas bandas favoritas. Quem, curtidor das modinhas atuais, pode dizer que respeita o local onde a sua artista ou seu artista da modinha se apresenta?
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
Restrição nunca é uma boa.
Eu conheci algumas pessoas que já me disseram que só escutam metal e nada fora do escopo metálico.
Eu, pessoalmente, nunca gostei de ficar restrito ao rock /metal, porque há um enorme cenário musical fora do rock /metal, principalmente na música pop de antigamente, na época de Barry White, Cindy Lauper, A-HA, Tina Turner e outros. Já escutei e escuto Enya, Loreena Mckennit, Pavarotti e outros, quando- e agora virá o choque- enjôo de metal. E é por isso que detesto tal restrição.
É uma enorme limitação ficar tão somente no circulo de um só gênero musical, embora as porcarias de hoje, como Kate Perry, Gaga, Myley Cyrus e afins contribuem para que fiquemos no metal, que é o gênero mais autêntico e aguerrido que há no mundo.
Não há nada que me impeça de, após ouvir um Underworld ( CD que praticamente ouço todo o dia, ainda mais na academia, assassina de ouvidos alheios) catar um Fagner ou um Zé Ramalho para ouvir ou até mesmo um Bee Gees, Pavarotti and Friends, porque ouvir bons artistas fora do metal, ainda que não lancem mais nada, como o Bee Gees, vale muito a pena e é um furo neste muro restritivo de "só ouvir rock /metal".
Sim, eu sei que é cada um com seu cada um, mas ficar só numa bolha musical de um estilo só nunca é uma boa e, como o ser humano é naturalmente insatisfeito, chega uma hora que a curiosidade fala mais alto e chega a hora de estourar a bolha.
Eu, pessoalmente, nunca gostei de ficar restrito ao rock /metal, porque há um enorme cenário musical fora do rock /metal, principalmente na música pop de antigamente, na época de Barry White, Cindy Lauper, A-HA, Tina Turner e outros. Já escutei e escuto Enya, Loreena Mckennit, Pavarotti e outros, quando- e agora virá o choque- enjôo de metal. E é por isso que detesto tal restrição.
É uma enorme limitação ficar tão somente no circulo de um só gênero musical, embora as porcarias de hoje, como Kate Perry, Gaga, Myley Cyrus e afins contribuem para que fiquemos no metal, que é o gênero mais autêntico e aguerrido que há no mundo.
Não há nada que me impeça de, após ouvir um Underworld ( CD que praticamente ouço todo o dia, ainda mais na academia, assassina de ouvidos alheios) catar um Fagner ou um Zé Ramalho para ouvir ou até mesmo um Bee Gees, Pavarotti and Friends, porque ouvir bons artistas fora do metal, ainda que não lancem mais nada, como o Bee Gees, vale muito a pena e é um furo neste muro restritivo de "só ouvir rock /metal".
Sim, eu sei que é cada um com seu cada um, mas ficar só numa bolha musical de um estilo só nunca é uma boa e, como o ser humano é naturalmente insatisfeito, chega uma hora que a curiosidade fala mais alto e chega a hora de estourar a bolha.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
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