A onda agora é lacrar, é parecer ambiental-social alguma consciente, destilando toda a sua falsa superioridade em cima dos incautos e incultos seres comuns que não são artistas, porque o artista é o verdadeiro iluminado de vitrine.
A egotrip segue para a composição das músicas que formam um CD e isso vemos no Resist do Within Temptation e no Human II Nature do Nightwish, onde a lacração tomou o lugar do talento dessas duas bandas, uma tristeza.
Eu gosto de ambas as bandas, mas esses dois CD's, para comprar, foi com um esforço para não torcer o nariz e a carteira, imenso, devido à discografia completa do WT, que foi um custo montar, e estabelecer uma seqüência com o Nightwish, o que pesou na compra de ambos, mais até do que a ruindade mostrada pelas duas bandas.
Chega de embromação e vamos aos CD's. Resist já começa capenga com uma melodia tão ridícula na primeira faixa, The Reckoning, e com uns arranjos feitos nas coxas que nem dá vontade de terminar a faixa e ainda, quando entra Jacoby Shadix, da ridícula Papa Roach, é quando você pensa em parar de ouvir e guardar o CD logo em seguida, mas você tem que escutar ou para gostar ou para detestar. Ir na onda de quem gostou ou detestou te torna um alvo fácil para quem ouviu e ou gostou ou detestou isto.
A faixa que abre o CD Resist já engana, porque no que parece ser uma boa melodia de abertura, ela dá uma virada de cento e oitenta graus e lá vamos para uma música chata, sem sal, onde se salva tão somente a voz de Sharon Adel.E eu, que ainda não achei o metal sinfônico da banda nesta faixa, mas vai que eu ainda encontro neste CD algo do tipo.
A Endless War é uma faixa chata, sem graça e que não empolga e depois vamos para Raise Your Banner, onde a banda participa do clipe parecendo replicante, provavelmente defendendo os ilegais, aqueles que tocam o terror na Europa, com gangues de estupro. Muitos efeitos de teclado e pouquíssima personalidade nesta faixa, cruzes.
Supernova é pop até dizer chega, mas sabe aquele pop sem graça e sem vida? É Supernova, muito aquém do que a banda pode criar. Que puxa.
Firelight é tão chata, tão arrastada que ao ouvi-la você pode acabar entrando em depressão.
E por aí vai até a Trophy Hunter, onde eles tentam até soar como antigamente, mas depois do estrago já feito, é melhor fechar a conta e passar a régua.
Para uma banda, tão inspirada nas composições e com músicas elaboradas com afinco, este CD é uma tristeza.
E com o Nightwish, bem, esse Human II Nature é de regular para ruim, porque, quando você acha que o CD decolará a partir de Noise, bem, pode tirar o cavalo da chuva, porque a banda estacionou e não decolou. Aquelas composições cheias de vida, brio e garra dos CD'S anteriores estão completamente ausentes deste novo lançamento dos finlandeses ( Endless é muito superior). Music é uma boa faixa, onde Floor Jansen mostra que é uma baita duma cantora lírica e Noise é puro Nightwish, mas parou aí. Pan é muito mais ou menos e o resto das faixas segue esta mesma linha meia bomba do CD, onde o compositor Tuomas deixou o seu lado criativo de castigo e entregou o mais fraco álbum da banda até hoje. Não vou nem falar do segundo CD, de tão chato e enfadonho que é.
Nenhum comentário:
Postar um comentário