Morreu no dia 28 de dezembro uma das figuras mais imponentes do rock and roll, Lemmy Kilmister, da banda Motorhead.
Descanse em paz e que o seu concerto celeste tenha muito rock and roll, uma festança e uns tragos de whisky.
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Royal Hunt- 20TH Anniversary - Special Edition
A gravadora italiana Frontiers Records laçou esta caixa com três CD"s que abrangem 20 anos de carreira da banda dinamarquesa Royal Hunt, desde o seu primeiro disco até um dos mais recentes, Show me How to Live, de 2011. Nesta super compilação, a nata da nata das músicas desta banda imprevisível está irretocável, as gravações parecem que foram feitas ontem, devido ao cuidado com a seleção presente nesta caixa. Temos desde Clown in the Mirror, do CD de mesmo nome até Hard Rain's Coming, do Show me How to Live e no terceiro CD ainda temos uma música inédita, Save Me. Quando eu comprei tal caixa, comprei na orelhada, pois não tinha ideia que seria uma excelente coletânea, embora goste e muito desta banda, pois suas músicas possuem vida e uma energia empolgante, além de melodias cativantes e refrões grudentos e algumas músicas neste box, bem, a maioria delas, são assim.
A decepção fica por conta do DVD, que é só um apanhado de videoclips antigos. Esqueça o DVD e compre por causa dos CD"s, que, embora não cubram toda a carreira da banda, tem a nata da nata das músicas dos vinte anos de carreira desta banda imprevisível e incansável em sua busca de a cada lançamento, soar melhor do que antes.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
A importância dos fã-clubes
Os fã clubes, compostos por fãs de determinados artistas, são, a meu ver, uma importante peça de divulgação do trabalho do artista e estas pessoas o fazem por amor ao astro, indo aos shows, cobrindo-os com os seus parcos recursos, compensados por muita dedicação em mostrar porque o astro é bom no que faz, o conteúdo de seu acervo e a sua passagem pelo nosso país. São eles que conseguem furos que, as vezes, a mídia especializada não consegue obter, set list das músicas do show ao vivo de dada turnê de divulgação de um determinado CD e fotos ao lado do seu artista favorito.
Os fã clubes também contam com uma boa infra estrutura que lhes permite funcionar, ainda que os seus componentes não recebam um centavo por isso e é aí que reside a sua força para continuar funcionando, pois, mesmo com parcos recursos, ao acompanhar suas publicações, você fica por dentro da agenda do artista, onde ele fará sessão de autógrafos e quando será lançado o seu mais novo trabalho.
Os artistas chegam onde chegam por causa de seus fãs e o fã clube é a prova mais que cabal da longevidade dos artistas, vide Within Temptation, com quase vinte anos de estrada e da minha vocalista favorita, Tarja Turunen, que tem uma carreira solo bem posta e que faz mais sucesso a cada novo lançamento.
Os fã clubes também contam com uma boa infra estrutura que lhes permite funcionar, ainda que os seus componentes não recebam um centavo por isso e é aí que reside a sua força para continuar funcionando, pois, mesmo com parcos recursos, ao acompanhar suas publicações, você fica por dentro da agenda do artista, onde ele fará sessão de autógrafos e quando será lançado o seu mais novo trabalho.
Os artistas chegam onde chegam por causa de seus fãs e o fã clube é a prova mais que cabal da longevidade dos artistas, vide Within Temptation, com quase vinte anos de estrada e da minha vocalista favorita, Tarja Turunen, que tem uma carreira solo bem posta e que faz mais sucesso a cada novo lançamento.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
Rolling Stones- Uma banda muito ruim
A banda Rolling Stones é, para mim, uma das piores bandas que existem, a começar pelo vocalista, Mick Jagger, que distoa completamente da banda, ao desafinar quase que imperceptivelmente do instrumental de seus colegas, o que já é péssimo. Keith Richards não é esse guitarrista todo que todos acham, pois sua maneira de tocar é primária. Sobrando Charlie Watts e Ronnie Wood que, se não são medianos, não comprometem.
O que os salvou foi um imenso aparato publicitário que conseguiu vendê-los como uma das maiores bandas de rock do mundo e diversos lançamentos que estão nesse jogo de entroná-los numa posição que não merecem, pois são muito ruins e desde àquela época em que surgiram só Satisfaction é que emplacou e somente são lembrados por isso. Ser incluida no rock and roll hall of fame não diz muita música, porque incluiram ABBA e Dr. Dre, o que já tira qualquer credibilidade que esta dita "instituição" tem ( Eddie Trunk é quem tem razão de chamar de rock and roll hall of shame- Saudades de That Metal Show, que parou de ser transmitido aqui graças a tal da lei da tv por assinatura e sua draconiana diretriz de privilegiar a produção nacional- que, quase sempre, não presta)
Sou muito feliz em não ter nada de Stones, não ir a nenhum de seus shows e nem sentirei falta de nenhum deles quando falecerem.
O que os salvou foi um imenso aparato publicitário que conseguiu vendê-los como uma das maiores bandas de rock do mundo e diversos lançamentos que estão nesse jogo de entroná-los numa posição que não merecem, pois são muito ruins e desde àquela época em que surgiram só Satisfaction é que emplacou e somente são lembrados por isso. Ser incluida no rock and roll hall of fame não diz muita música, porque incluiram ABBA e Dr. Dre, o que já tira qualquer credibilidade que esta dita "instituição" tem ( Eddie Trunk é quem tem razão de chamar de rock and roll hall of shame- Saudades de That Metal Show, que parou de ser transmitido aqui graças a tal da lei da tv por assinatura e sua draconiana diretriz de privilegiar a produção nacional- que, quase sempre, não presta)
Sou muito feliz em não ter nada de Stones, não ir a nenhum de seus shows e nem sentirei falta de nenhum deles quando falecerem.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Tarja Turunen- Ave Maria en Plein Air
Neste CD, a vocalista finlandesa Tarja Turunen aborda a música clássica, que faz parte, uma imensa parte, da sua carreira, o que foi feito no CD/ DVD Harus. Aqui ela canta a canção Ave Maria, composta por diversos artistas, entre eles Von Kothen e Astor Piazolla, numa interpretação cheia de vida, de beleza e, claro, do talento que só esta artista possui. Em nenhum momento, ao cantar, novamente, de maneira belíssima, as diferentes versões que a música teve, ela ou reinventa as melodias, as vocalizações ou até mesmo a melodia dada pelos diversos autores cujas versões compõem este álbum e é aí que Tarja Turunen mostra que é mesmo uma cantora fora do comum, uma vocalista versátil, de raiz clássica, é verdade, mas que vai do metal ao clássico sem absolutamente esforço algum, com uma simplicidade igual a caminhar, um senhor alcance de voz, enfim, tem um talento impar, que dificilmente alguma outra artista contemporânea a ela igualará. Quem quer conhecer a artista Tarja Turunen fora do campo do metal, este CD é uma excelente pedida.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Download de músicas. Sou contra.
Quase todo avanço tecnológico é bom, pois foi assim que tivemos o telefone, os celulares, os aparelhos de som, micro sistems e etc., mas quando a imersão exagerada torna-se algo prejudicial não só ao artista, mas também às fabricas de CD e torna o indivíduo extremamente dependente de tablets, PC, celulares e outras bugigangas, por causa de alguma comodidade indesejável, aí a coisa muda de figura.
MP 3, MP 4, WAV, FLAC são algun s dos formatos de audio para downloads, sendo o ultimo utilizado por gravadoras internacionais como a Nuclear Blast, que até mesmo reverterá para o artista, mas quem adquirir deste modo perderá o encarte com as letras, que não poderá ser visualizado sem algum programa ou o auxílio do computador, não poderá escutar o Cd onde bem entender, seja na sala de casa ou no banheiro ou onde for. " Ah, mas os rádios de carro agora aportam Pen Drives USB."
E daí? Com isso o pc sempre ficará com aqueles arquivos de audio, lhe dará vontade de passar pra cd gravável ou até regravável, caso seja necessário. Um HD externo hoje deve custar o equivalente a dez ou mais CD's, então qual a vantagem do download? Seja ele ilegal ou legal, com preço estabelecido, eu sou contra. Nada substitui o prazer de ter o produto em mãos, curtir o encarte do CD e acompanhar as letras.
Sou contra o download, seja ele legal ou ilegal.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Pronounced Leh-Nérd Skin-Nérd and Second Helping - Live From Jacksonville At The Florida Theatre
A banda norte-americana de rock sulista, Lynyrd Skynyrd, presenteia os seus fãs com mais uma irretocável performance ao vivo. Capitaneada por Johnny Van Zant, eles tocam na integra os dois primeiros albuns da banda, Pronounced e Second Helping, diante de uma plateia extasiada em vê-los ao vivo e na sua terra natal. Começando por I ain't the one e terminando com Call me the Breeze, do segundo CD Second Helping, eles realmente demonstram que, apesar das tragédias que se abateram sobre a banda, continuam firmes e fortes, tendo como prova o imponente Gary Rossington, que é um show a parte, a forte presença de palco de Johnny Van Zant e a figuraça Johnny Colt. A plateia cantou junto algumas das músicas, como Tuesday's Gone e Sweet Home Alabama, para alegria da banda.
É realmente um material com o selo Lynyrd Skynyrd de qualidade. Gimme Three Steps.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Filme Still Crazy e a sua trilha sonora.
O filme é uma comédia britânica de 1998 e que contou com Stephen Rea e Billy Connolly no elenco e é sobre a fictícia banda Strange Fruit, sobre um show em um festival, fictício também, que a banda não executou e o ostracismo de seus integrantes, que seguiram com as suas vidas.
Então o filho do organizador do festival no ano de 1977 encontra o tecladista da banda, papel de Rea, e o convence a reunir a turma novamente e a partir daí é só confusão. O filme tem todo o espirito rock and roll, com performances incríveis dos atores, que cantam até mesmo as músicas compostas para o filme e no filme.
Já a trilha sonora é um espetáculo a parte, com performances emocionantes e até mesmo surpreendentes, porque estamos falando de atores e aparentemente sem nenhum dote para o canto e como se saem bem nas suas músicas, como Bill Nighy cantando Scream Freedom. Já as baladas The Flame Still Burns e What Might Have Been, cantadas por Jimmy Nails, cantor e compositor britânico são emotivas e com uma melodia cheia de vida.
Assista o filme e escute a trilha.
Faixas do CD:
- "The Flame Still Burns" - Strange Fruit with Jimmy Nail - (Jones / Frederiksen / Difford)
- "All over the World" - Strange Fruit - (Jones / Frederiksen / Difford)
- "What Might Have Been" - Jimmy Nail - (Ballard / Difford)
- "Brian's Theme" (Acoustic) - Steve Donnelly - (C. Langer)
- "Dirty Town" - Strange Fruit - (Lynne / La Frenais)
- "Stealin'" - Billy Connolly - (Arr. Connolly)
- "Black Moon" - Strange Fruit - (Pratt / Vyse / Difford)
- "Live for Today" - Hans Matheson - (C. Langer)
- "Bird on a Wire" - Strange Fruit with Jimmy Nail - (Jones / Frederiksen / Difford)
- "Ibiza Theme" - 22.33.44 - (C. Langer)
- "Scream Freedom" - Strange Fruit - (Jones / Frederiksen / Difford)
- "A Woman Like That" - Bernie Marsden - (Lynne / Vela / La Frenais)
- "Dangerous Things" - Strange Fruit - (Langer / Difford)
- "Brian's Theme" (Reprise) - Steve Donnelly - (C. Langer
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
13 de Dezembro- Dá-lhe Brasil
Parabéns ao povo brasileiro pelo 13 de dezembro. Fora Dilma, Fora PT. Impeachment já.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Mulheres no Rock- Não devem nada pra marmanjo não.
Lita Ford, Joan Jett, Tarja Turunen ( minha vocalista favorita), Sharon Den Adel, Lzzy Hale, Kayla Reeves ( Trans Siberian Orchestra) e etc. Nenhuma lista poderá incluir todas as mulheres que fizeram e/ou fazem história ou começam a fazer história no Rock. Invadindo o clube do bolinha com charme, beleza e muuitas horas de treinamento de canto, de voz, em conservatórios para aprimorar o canto lírico, as mulheres fincaram o salto no cenário com uma desenvoltura que faria muito marmanjo corar de vergonha, diante do esforço e do primor em aprimorar, evoluir e vencer. Todas estas cantoras e tantas outras não só passam horas no estúdio ensaiando seus novos lançamentos, mas também cuidam de suas famílias, cultivam e mantém amigos, com toda uma vida fora de excursões, bandas e ensaios, divulgação de novos trabalhos e até mesmo projetos paralelos e participação em outras bandas que não as suas. Essas artistas são exemplos de perseverança, insistência, treino, talento, trabalho duro e, porque não, beleza, que, aliás, nunca foi determinante no sucesso que elas tem hoje em dia. Sem os vitimismos do feminismo, elas chegaram onde chegaram improvisando, adaptando-se aos obstáculos que aparaceram e superando-os e nessa demonstração de coragem e perseverança, são exemplos de que, com muita luta, os sonhos são realizados.
Meus parabéns a elas e tantas outras que lutam para melhorar, seja no ramo musical ou em qualquer outro ramo profissional.
Meus parabéns a elas e tantas outras que lutam para melhorar, seja no ramo musical ou em qualquer outro ramo profissional.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Letters From the Labyrinth- TSO
Com seu mais novo CD lançado em 7 anos, Letters From the Labyrinth, a Trans Siberian Orchestra mostra e prova que não perdeu a mão e que continuam afiados quando o assunto é fazer boa música. O time capitaneado por Paul O' Neil e bem acompanhado por Jeff Scott Soto, Russel Allen, Kayla Reeves e Lzzy Hale, esta uma grata surpresa, executa uma mistura perfeita de rock opera, hard rock /aor, com pitadas de metal progressivo, carregado de melodias contagiantes, refrões pegajosos e riffs deslumbrantes, tudo bem caprichado e nas devidas e equilibradas proporções, como, aliás, vem sendo a trajetória deste incrível grupo de rock progressivo que está em atividade desde 1996, ou seja, quase vinte anos de estrada. Destaco todas as faixas deste CD, o belo trabalho de capa de Greg Hildebrandt, que com seu irmão Tim foram responsáveis por algumas capas das revistas em quadrinhos da Marvel Comics e que, inclusive, desenha uma pequena estória relacionada à faixa King Rurik, onde o espírito do há muito falecido rei retorna à Kiev dos dias atuais e contempla o seu povo dividido, quase em conflito. Mais Trans Siberian impossível. Quem não conhece e deseja conhecer compre o CD e curta uma excelente música.
Faixas:
Faixas:
| Writer(s) | Vocals | Length | ||
|---|---|---|---|---|
| 1. | "Time and Distance (The Dash)" | Paul O'Neill, Jon Oliva | 3:44 | |
| 2. | "Madness of Men" (instrumental) | Ludwig van Beethoven, Paul O'Neill, Jon Oliva | 4:10 | |
| 3. | "Prometheus" | Ludwig van Beethoven, Paul O'Neill, Jon Oliva | Jeff Scott Soto | 3:39 |
| 4. | "Mountain Labyrinth" (instrumental) | Modest Mussorgsky, Paul O'Neill | 3:15 | |
| 5. | "King Rurik" (instrumental) | Paul O'Neill, Vitalij Kuprij | 3:31 | |
| 6. | "Prince Igor" (instrumental) | Nikolai Rimsky-Korsakov,Alexander Borodin, Alexander Glazunov, Paul O'Neill, Jon Oliva | 3:04 | |
| 7. | "The Night Conceives" | Paul O'Neill, Jon Oliva | Kayla Reeves | 3:38 |
| 8. | "Forget About the Blame (Sun Version)"(Johnny Green remake) | Johnny Green | Robin Borneman | 4:15 |
| 9. | "Not Dead Yet" | Paul O'Neill, Jon Oliva | Russell Allen | 3:28 |
| 10. | "Past Tomorrow" | Paul O'Neill, Jon Oliva | Jennifer Cella | 3:22 |
| 11. | "Stay" (Savatage remake) | Paul O'Neill, Jon Oliva | Adrienne Warren | 2:58 |
| 12. | "Not The Same" | Paul O'Neill, Ireland O'Neill | Kayla Reeves | 3:41 |
| 13. | "Who I Am" | Paul O'Neill | 2:49 | |
| 14. | "Lullaby Night" (instrumental) | Johann Sebastian Bach, Paul O'Neill | 2:44 | |
| 15. | "Forget About the Blame" (Moon Version)"(Johnny Green remake)
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
| Johnny Green | Lzzy Hale |
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Recordar é reviver
Ao contrário do que diz o ditado, recordar é reviver, principalmente aquele show que você foi, viu o seu artista preferido tocar as músicas do seu último lançamento, curtiu o show e, inesperadamente, este mesmo artista lança um cd ou dvd /blu ray ao vivo daquela exata turnê e daí você retorna àquele momento em que viu o seu astro preferido ao vivo e a cores, recorda as musicas que foram tocadas e repentinamente se vê cantando-as novamente ou na sala de casa ou durante um dado momento sem família ou cachorros para cuidar, indo fundo na estrada da memória, curtindo novamente aquele momento e recordando os momentos mais marcantes do show em que você compareceu, as letras cantadas durante o concerto, ou até a rouquidão, ou até a duração do show esgotar-se.
De qualquer maneira, determinados lançamentos servem para te levar e lhe recolocar naquele momento em que você finalmente viu o seu artista favorito e eu lhes dou o meu exemplo.
Lá pelos idos de 2012, quando pela primeira vez assisti ao show da minha vocalista favorita, Tarja Turunen, no Vivo Rio, cantei algumas músicas, prestei atenção no show e, um tempo depois, a artista lançou o CD/DVD Act I, daquela mesma turnê e eu, sem nem piscar, comprei este produto e o assisti e voltei àquele momento em que vi, de perto, a minha artista favorita, o set semi acústico e o momento que todos detestam, a música que encerra o show, Over the Hills e Far Away.
Em 2014, agarrei a chance de ver Dream Theater ao vivo, no mesmo Vivo Rio e, apesar de quase perder o show por ter esquecido da minha senha do site ingresso.com, fui vê-los na turnê de seu mais recente CD, que tem o nome da banda, e que show, pois as três horas e pouco nem mesmo pareceram ter pessado, tamanha é a desenvoltura que a banda possui no palco e tudo o que é tocado no CD é reproduzido ao vivo, tamanho é o talento destes músicos e logo depois adquiri o DVD duplo Breaking the Fourth Wall.
E, finalmente, em 2015, fui conferir Slash Featuring Myles Kennedy and The Conspirators na Fundição Progresso e mais uma vez, como nas outras, por Graça de Deus, que meu deu a graça do meu trabalho, conferi este talentoso guitarrista ao vivo, bem como a sua banda e que noite de puro rock and roll e depois descobri, por acaso, que um produto desta mesma turnê fora, Slash Featuring Myles Kennedy and the Conspirators Live At The Roxy 9.25.2014, lançado e diante disso, nem mesmo pisquei e o comprei ( Produto já comentado neste mesmo Blog) para reviver todo aquele tempo em que vi um dos meus artistas favoritos.
Recordar é reviver, principalmente os bons momentos em que você consegue assistir o seu artista favorito ao vivo.
De qualquer maneira, determinados lançamentos servem para te levar e lhe recolocar naquele momento em que você finalmente viu o seu artista favorito e eu lhes dou o meu exemplo.
Lá pelos idos de 2012, quando pela primeira vez assisti ao show da minha vocalista favorita, Tarja Turunen, no Vivo Rio, cantei algumas músicas, prestei atenção no show e, um tempo depois, a artista lançou o CD/DVD Act I, daquela mesma turnê e eu, sem nem piscar, comprei este produto e o assisti e voltei àquele momento em que vi, de perto, a minha artista favorita, o set semi acústico e o momento que todos detestam, a música que encerra o show, Over the Hills e Far Away.
Em 2014, agarrei a chance de ver Dream Theater ao vivo, no mesmo Vivo Rio e, apesar de quase perder o show por ter esquecido da minha senha do site ingresso.com, fui vê-los na turnê de seu mais recente CD, que tem o nome da banda, e que show, pois as três horas e pouco nem mesmo pareceram ter pessado, tamanha é a desenvoltura que a banda possui no palco e tudo o que é tocado no CD é reproduzido ao vivo, tamanho é o talento destes músicos e logo depois adquiri o DVD duplo Breaking the Fourth Wall.
E, finalmente, em 2015, fui conferir Slash Featuring Myles Kennedy and The Conspirators na Fundição Progresso e mais uma vez, como nas outras, por Graça de Deus, que meu deu a graça do meu trabalho, conferi este talentoso guitarrista ao vivo, bem como a sua banda e que noite de puro rock and roll e depois descobri, por acaso, que um produto desta mesma turnê fora, Slash Featuring Myles Kennedy and the Conspirators Live At The Roxy 9.25.2014, lançado e diante disso, nem mesmo pisquei e o comprei ( Produto já comentado neste mesmo Blog) para reviver todo aquele tempo em que vi um dos meus artistas favoritos.
Recordar é reviver, principalmente os bons momentos em que você consegue assistir o seu artista favorito ao vivo.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
A ausência sentida da banda Nevermore
A banda Nevermore, oriunda de Seattle, terra do Grunge e da empulhação denominada Nirvana, era dona de um Thrash Metal vigoroso, ousado, ora cadenciado, ora pesado, que sempre tinha um som moderno e sem absolutamente nenhuma repetição entre um CD e outro, embora tenham escolhido mal o produtor do Enemies of Reality, deixando este lançamento com cara de filme de Zé do Caixão e após o lançamento de The Obsidian Conspiracy, a banda prematuramente encerrou as atividades, por causa da partida de dois membros fundadores da banda, o baterista Van Williams e o guitarrista Jeff Loomis. Segundo a página da wikipedia, há a possibilidade de retorno da banda, que separou-se amigavelmente, mas o vocalista Warrel Dane não traria o Nevermore de volta, não sem Jeff Loomis.
Na torcida pelo retorno desta banda fenomenal.
Na torcida pelo retorno desta banda fenomenal.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Músicos talentosos
O Rock e o Heavy Metal são verdadeiros celeiros de músicos talentosos e que, dependendo do impacto nas suas apresentações ao vivo, seja solo ou com as suas bandas, causa espanto, deleite na maneira que executa as notas ao vivo, no palco, que é onde eles se sentem verdadeiramente vivos e, principalmente, não dependem ou usam do artifício dos medíocres, o playback. Eles arriscam, criam novas linhas harmônicas que pareciam impossíveis, fazem solos limpos e maravilhosos e sim, eles praticam, como relógios, para que a chama de seus talentos, que a sua habilidade jamais definhe e que assim eles nos dêem cada vez mais alegrias todas as vezes em que sobem ao palco ou lancem um novo CD. Talento é inegável. Execrável é a falta dele, superexposta por um extenso aparato publicitário.
Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos
Assinar:
Comentários (Atom)




