Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Descanse em paz, Lemmy

Morreu no dia 28 de dezembro uma das figuras mais imponentes do rock and roll, Lemmy Kilmister, da banda Motorhead.

Descanse em paz e que o seu concerto celeste tenha muito rock and roll, uma festança e uns tragos de whisky.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Royal Hunt- 20TH Anniversary - Special Edition






A gravadora italiana Frontiers Records laçou esta caixa com três CD"s que abrangem 20 anos de carreira da banda dinamarquesa Royal Hunt, desde o seu primeiro disco até um dos mais recentes, Show me How to Live, de 2011. Nesta super compilação, a nata da nata das músicas desta banda imprevisível está irretocável, as gravações parecem que foram feitas ontem, devido ao cuidado com a seleção presente nesta caixa. Temos desde Clown in the Mirror, do CD de mesmo nome até Hard Rain's Coming, do Show me How to Live e no terceiro CD ainda temos uma música inédita, Save Me. Quando eu comprei tal caixa, comprei na orelhada, pois não tinha ideia que seria uma excelente coletânea, embora goste e muito desta banda, pois suas músicas possuem vida e uma energia empolgante, além de melodias cativantes e refrões grudentos e algumas músicas neste box, bem, a maioria delas, são assim. 

A decepção fica por conta do DVD, que é só um apanhado de videoclips antigos. Esqueça o DVD e compre por causa dos CD"s, que, embora não cubram toda a carreira da banda, tem a nata da nata das músicas dos vinte anos de carreira desta banda imprevisível e incansável em sua busca de a cada lançamento, soar melhor do que antes.


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@Leonardo de Abreu dos Santos

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

A importância dos fã-clubes

Os fã clubes, compostos por fãs de determinados artistas, são, a meu ver, uma importante peça de divulgação do trabalho do artista e estas pessoas o fazem por amor ao astro, indo aos shows, cobrindo-os com os seus parcos recursos, compensados por muita dedicação em mostrar porque o astro é bom no que faz, o conteúdo de seu acervo e a sua passagem pelo nosso país. São eles que conseguem furos que, as vezes, a mídia especializada não consegue obter, set list das músicas do show ao vivo de dada turnê de divulgação de um determinado CD e fotos ao lado do seu artista favorito.

Os fã clubes também contam com uma boa infra estrutura que lhes permite funcionar, ainda que os seus componentes não recebam um centavo por isso e é aí que reside a sua força para continuar funcionando, pois, mesmo com parcos recursos, ao acompanhar suas publicações, você fica por dentro da agenda do artista, onde ele fará sessão de autógrafos e quando será lançado o seu mais novo trabalho.

Os artistas chegam onde chegam por causa de seus fãs e o fã clube é a prova mais que cabal da longevidade dos artistas, vide Within Temptation, com quase vinte anos de estrada e da minha vocalista favorita, Tarja Turunen, que tem uma carreira solo bem posta e que faz mais sucesso a cada novo lançamento.


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@Leonardo de Abreu dos Santos

Rolling Stones- Uma banda muito ruim

A banda Rolling Stones é, para mim, uma das piores bandas que existem, a começar pelo vocalista, Mick Jagger, que distoa completamente da banda, ao desafinar quase que imperceptivelmente do instrumental de seus colegas, o que já é péssimo. Keith Richards não é esse guitarrista todo que todos acham, pois sua maneira de tocar é primária. Sobrando Charlie Watts e Ronnie Wood que, se não são medianos, não comprometem.

O que os salvou foi um imenso aparato publicitário que conseguiu vendê-los como uma das maiores bandas de rock do mundo e diversos lançamentos que estão nesse jogo de entroná-los numa posição que não merecem, pois são muito ruins e desde àquela época em que surgiram só Satisfaction é que emplacou e somente são lembrados por isso. Ser incluida no rock and roll hall of fame não diz muita música, porque incluiram ABBA e Dr. Dre, o que já tira qualquer credibilidade que esta dita "instituição" tem ( Eddie Trunk é quem tem razão de chamar de rock and roll hall of shame- Saudades de That Metal Show, que parou de ser transmitido aqui graças a tal da lei da tv por assinatura e sua draconiana diretriz de privilegiar a produção nacional- que, quase sempre, não presta)

Sou muito feliz em não ter nada de Stones, não ir a nenhum de seus shows e nem sentirei falta de nenhum deles quando falecerem.


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Tarja Turunen- Ave Maria en Plein Air







Neste CD, a vocalista finlandesa Tarja Turunen aborda a música clássica, que faz parte, uma imensa parte, da sua carreira, o que foi feito no CD/ DVD Harus. Aqui ela canta a canção Ave Maria, composta por diversos artistas, entre eles Von Kothen e Astor Piazolla, numa interpretação cheia de vida, de beleza e, claro, do talento que só esta artista possui. Em nenhum momento, ao cantar, novamente, de maneira belíssima, as diferentes versões que a música teve, ela ou reinventa as melodias, as vocalizações ou até mesmo a melodia dada pelos diversos autores cujas versões compõem este álbum e é aí que Tarja Turunen mostra que é mesmo uma cantora fora do comum, uma vocalista versátil, de raiz clássica, é verdade, mas que vai do metal ao clássico sem absolutamente esforço algum, com uma simplicidade igual a caminhar, um senhor alcance de voz, enfim, tem um talento impar, que dificilmente alguma outra artista contemporânea a ela igualará. Quem quer conhecer a artista Tarja Turunen fora do campo do metal, este CD é uma excelente pedida.


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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Download de músicas. Sou contra.

Quase todo avanço tecnológico é bom, pois foi assim que tivemos o telefone, os celulares, os aparelhos de som, micro sistems e etc., mas quando a imersão exagerada torna-se algo prejudicial não só ao artista, mas também às fabricas de CD e torna o indivíduo extremamente dependente de tablets, PC, celulares e outras bugigangas, por causa de alguma comodidade indesejável, aí a coisa muda de figura.
MP 3, MP 4, WAV, FLAC são algun s dos formatos de audio para downloads, sendo o ultimo utilizado por gravadoras internacionais como a Nuclear Blast, que até mesmo reverterá para o artista, mas quem adquirir deste modo perderá o encarte com as letras, que não poderá ser visualizado sem algum programa ou o auxílio do computador, não poderá escutar o Cd onde bem entender, seja na sala de casa ou no banheiro ou onde for. " Ah, mas os rádios de carro agora aportam Pen Drives USB." 
E daí? Com isso o pc sempre ficará com aqueles arquivos de audio, lhe dará vontade de passar pra cd gravável ou até regravável, caso seja necessário. Um HD externo hoje deve custar o equivalente a dez ou mais CD's, então qual a vantagem do download? Seja ele ilegal ou legal, com preço estabelecido, eu sou contra. Nada substitui o prazer de ter o produto em mãos, curtir o encarte do CD e acompanhar as letras.

Sou contra o download, seja ele legal ou ilegal.


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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Pronounced Leh-Nérd Skin-Nérd and Second Helping - Live From Jacksonville At The Florida Theatre




A banda norte-americana de rock sulista, Lynyrd Skynyrd, presenteia os seus fãs com mais uma irretocável performance ao vivo. Capitaneada por Johnny Van Zant, eles tocam na integra os dois primeiros albuns da banda, Pronounced e Second Helping, diante de uma plateia extasiada em vê-los ao vivo e na sua terra natal. Começando por I ain't the one e terminando com Call me the Breeze, do segundo CD Second Helping, eles realmente demonstram que, apesar das tragédias que se abateram sobre a banda, continuam firmes e fortes, tendo como prova o imponente Gary Rossington, que é um show a parte, a forte presença de palco de Johnny Van Zant e a figuraça Johnny Colt. A plateia cantou junto algumas das músicas, como Tuesday's Gone e Sweet Home Alabama, para alegria da banda.

É realmente um material com o selo Lynyrd Skynyrd de qualidade. Gimme Three Steps. 

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Filme Still Crazy e a sua trilha sonora.










O filme é uma comédia britânica de 1998 e que contou com Stephen Rea e Billy Connolly no elenco e é sobre a fictícia banda Strange Fruit, sobre um show em um festival, fictício também, que a banda não executou e o ostracismo de seus integrantes, que seguiram com as suas vidas.
Então o filho do organizador do festival no ano de 1977 encontra o tecladista da banda, papel de Rea, e o convence a reunir a turma novamente e a partir daí é só confusão. O filme tem todo o espirito rock and roll, com performances incríveis dos atores, que cantam até mesmo as músicas compostas para o filme e no filme.

Já a trilha sonora é um espetáculo a parte, com performances emocionantes e até mesmo surpreendentes, porque estamos falando de atores e aparentemente sem nenhum dote para o canto e como se saem bem nas suas músicas, como Bill Nighy cantando Scream Freedom. Já as baladas The Flame Still Burns e What Might Have Been, cantadas por Jimmy Nails, cantor e compositor britânico são emotivas e com uma melodia cheia de vida.

Assista o filme e escute a trilha.


Faixas do CD:

  1. "The Flame Still Burns" - Strange Fruit with Jimmy Nail - (Jones / Frederiksen / Difford)
  2. "All over the World" - Strange Fruit - (Jones / Frederiksen / Difford)
  3. "What Might Have Been" - Jimmy Nail - (Ballard / Difford)
  4. "Brian's Theme" (Acoustic) - Steve Donnelly - (C. Langer)
  5. "Dirty Town" - Strange Fruit - (Lynne / La Frenais)
  6. "Stealin'" - Billy Connolly - (Arr. Connolly)
  7. "Black Moon" - Strange Fruit - (Pratt / Vyse / Difford)
  8. "Live for Today" - Hans Matheson - (C. Langer)
  9. "Bird on a Wire" - Strange Fruit with Jimmy Nail - (Jones / Frederiksen / Difford)
  10. "Ibiza Theme" - 22.33.44 - (C. Langer)
  11. "Scream Freedom" - Strange Fruit - (Jones / Frederiksen / Difford)
  12. "A Woman Like That" - Bernie Marsden - (Lynne / Vela / La Frenais)
  13. "Dangerous Things" - Strange Fruit - (Langer / Difford)
  14. "Brian's Theme" (Reprise) - Steve Donnelly - (C. Langer

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13 de Dezembro- Dá-lhe Brasil

Parabéns ao povo brasileiro pelo 13 de dezembro. Fora Dilma, Fora PT. Impeachment já.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Mulheres no Rock- Não devem nada pra marmanjo não.

Lita Ford, Joan Jett, Tarja Turunen ( minha vocalista favorita), Sharon Den Adel, Lzzy Hale, Kayla Reeves ( Trans Siberian Orchestra) e etc. Nenhuma lista poderá incluir todas as mulheres que fizeram e/ou fazem história ou começam a fazer história no Rock. Invadindo o clube do bolinha com charme, beleza e muuitas horas de treinamento de canto, de voz, em conservatórios para aprimorar o canto lírico, as mulheres fincaram o salto no cenário com uma desenvoltura que faria muito marmanjo corar de vergonha, diante do esforço e do primor em aprimorar, evoluir e vencer. Todas estas cantoras e tantas outras não só passam horas no estúdio ensaiando seus novos lançamentos, mas também cuidam de suas famílias, cultivam e mantém amigos, com toda uma vida fora de excursões, bandas e ensaios, divulgação de novos trabalhos e até mesmo projetos paralelos e participação em outras bandas que não as suas. Essas artistas são exemplos de perseverança, insistência, treino, talento, trabalho duro e, porque não, beleza, que, aliás, nunca foi determinante no sucesso que elas tem hoje em dia. Sem os vitimismos do feminismo, elas chegaram onde chegaram improvisando, adaptando-se aos obstáculos que aparaceram e superando-os e nessa demonstração de coragem e perseverança, são exemplos de que, com muita luta, os sonhos são realizados.

Meus parabéns a elas e tantas outras que lutam para melhorar, seja no ramo musical ou em qualquer outro ramo profissional.


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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Letters From the Labyrinth- TSO





Com seu mais novo CD lançado em 7 anos, Letters From the Labyrinth, a Trans Siberian Orchestra mostra e prova que não perdeu a mão e que continuam afiados quando o assunto é fazer boa música. O time capitaneado por Paul O' Neil e bem acompanhado por Jeff Scott Soto, Russel Allen, Kayla Reeves e Lzzy Hale, esta uma grata surpresa, executa uma mistura perfeita de rock opera, hard rock /aor, com pitadas de metal progressivo, carregado de melodias contagiantes, refrões pegajosos e riffs deslumbrantes, tudo bem caprichado e nas devidas e equilibradas proporções, como, aliás, vem sendo a trajetória deste incrível grupo de rock progressivo que está em atividade desde 1996, ou seja, quase  vinte anos de estrada. Destaco todas as faixas deste CD, o belo trabalho de capa de Greg Hildebrandt, que com seu irmão Tim foram responsáveis por algumas capas das revistas em quadrinhos da Marvel Comics e que, inclusive, desenha uma pequena estória relacionada à faixa King Rurik, onde o espírito do há muito falecido rei retorna à Kiev dos dias atuais e contempla o seu povo dividido, quase em conflito. Mais Trans Siberian impossível. Quem não conhece e deseja conhecer compre o CD e curta uma excelente música.



Faixas:


Writer(s)VocalsLength
1."Time and Distance (The Dash)"  Paul O'NeillJon Oliva3:44
2."Madness of Men" (instrumental)Ludwig van BeethovenPaul O'NeillJon Oliva4:10
3."Prometheus"  Ludwig van BeethovenPaul O'NeillJon OlivaJeff Scott Soto3:39
4."Mountain Labyrinth" (instrumental)Modest MussorgskyPaul O'Neill3:15
5."King Rurik" (instrumental)Paul O'NeillVitalij Kuprij3:31
6."Prince Igor" (instrumental)Nikolai Rimsky-Korsakov,Alexander BorodinAlexander GlazunovPaul O'NeillJon Oliva3:04
7."The Night Conceives"  Paul O'NeillJon OlivaKayla Reeves3:38
8."Forget About the Blame (Sun Version)"(Johnny Green remake)Johnny GreenRobin Borneman4:15
9."Not Dead Yet"  Paul O'NeillJon OlivaRussell Allen3:28
10."Past Tomorrow"  Paul O'NeillJon OlivaJennifer Cella3:22
11."Stay" (Savatage remake)Paul O'NeillJon OlivaAdrienne Warren2:58
12."Not The Same"  Paul O'Neill, Ireland O'NeillKayla Reeves3:41
13."Who I Am"  Paul O'Neill2:49
14."Lullaby Night" (instrumental)Johann Sebastian BachPaul O'Neill2:44
15."Forget About the Blame" (Moon Version)"(Johnny Green remake)

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Johnny GreenLzzy Hale

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Recordar é reviver

Ao contrário do que diz o ditado, recordar é reviver, principalmente aquele show que você foi, viu o seu artista preferido tocar as músicas do seu último lançamento, curtiu o show e, inesperadamente, este mesmo artista lança um cd ou dvd /blu ray ao vivo daquela exata turnê e daí você retorna àquele momento em que viu o seu astro preferido ao vivo e a cores, recorda as musicas que foram tocadas e repentinamente se vê cantando-as novamente ou na sala de casa ou durante um dado momento sem família ou cachorros para cuidar, indo fundo na estrada da memória, curtindo novamente aquele momento e recordando os momentos mais marcantes do show em que você compareceu, as letras cantadas durante o concerto, ou até a rouquidão, ou até a duração do show esgotar-se.
De qualquer maneira, determinados lançamentos servem para te levar e lhe recolocar naquele momento em que você finalmente viu o seu artista favorito e eu lhes dou o meu exemplo.

Lá pelos idos de 2012, quando pela primeira vez assisti ao show da minha vocalista favorita, Tarja Turunen, no Vivo Rio, cantei algumas músicas, prestei atenção no show e, um tempo depois, a artista lançou o CD/DVD Act I, daquela mesma turnê e eu, sem nem piscar, comprei este produto e o assisti e voltei àquele momento em que vi, de perto, a minha artista favorita, o set semi acústico e o momento que todos detestam, a música que encerra o show, Over the Hills e Far Away.

Em 2014, agarrei a chance de ver Dream Theater ao vivo, no mesmo Vivo Rio e, apesar de quase perder o show por ter esquecido da minha senha do site ingresso.com, fui vê-los na turnê de seu mais recente CD, que tem o nome da banda, e que show, pois as três horas e pouco nem mesmo pareceram ter pessado, tamanha é a desenvoltura que a banda possui no palco e tudo o que é tocado no CD é reproduzido ao vivo, tamanho é o talento destes músicos e logo depois adquiri o DVD duplo Breaking the Fourth Wall.

E, finalmente, em 2015, fui conferir Slash Featuring Myles Kennedy and The Conspirators na Fundição Progresso e mais uma vez, como nas outras, por Graça de Deus, que meu deu a graça do meu trabalho, conferi este talentoso guitarrista ao vivo, bem como a sua banda e que noite de puro rock and roll e depois descobri, por acaso, que um produto desta mesma turnê fora, Slash Featuring Myles Kennedy and the Conspirators Live At The Roxy 9.25.2014, lançado e diante  disso, nem mesmo pisquei e o comprei ( Produto já comentado neste mesmo Blog) para reviver todo aquele tempo em que vi um dos meus artistas favoritos.

Recordar é reviver, principalmente os bons momentos em que você consegue assistir o seu artista favorito ao vivo.


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A ausência sentida da banda Nevermore

A banda Nevermore, oriunda de Seattle, terra do Grunge e da empulhação denominada Nirvana, era dona de um Thrash Metal vigoroso, ousado, ora cadenciado, ora pesado, que sempre tinha um som moderno e sem absolutamente nenhuma repetição entre um CD e outro, embora tenham escolhido mal o produtor do Enemies of Reality, deixando este lançamento com cara de filme de Zé do Caixão e após o lançamento de The Obsidian Conspiracy, a banda prematuramente encerrou as atividades, por causa da partida de dois membros fundadores da banda, o baterista Van Williams e o guitarrista Jeff Loomis. Segundo a página da wikipedia, há a possibilidade de retorno da banda, que separou-se amigavelmente, mas o vocalista Warrel Dane não traria o Nevermore de volta, não sem Jeff Loomis.

Na torcida pelo retorno desta banda fenomenal.

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Músicos talentosos

O Rock e o Heavy Metal são verdadeiros celeiros de músicos talentosos e que, dependendo do impacto nas suas apresentações ao vivo, seja solo ou com as suas bandas, causa espanto, deleite na maneira que executa as notas ao vivo, no palco, que é onde eles se sentem verdadeiramente vivos e, principalmente, não dependem ou usam do artifício dos medíocres, o playback. Eles arriscam, criam novas linhas harmônicas que pareciam impossíveis, fazem solos limpos e maravilhosos e sim, eles praticam, como relógios, para que a chama de seus talentos, que a sua habilidade jamais definhe e que assim eles nos dêem cada vez mais alegrias todas as vezes em que sobem ao palco ou lancem um novo CD. Talento é inegável. Execrável é a falta dele, superexposta por um extenso aparato publicitário.


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sábado, 21 de novembro de 2015

Trans Siberian Orchestra

A Trans Siberian Orchestra é uma banda de rock progressivo em atividade desde 1996 pelo compositor e produtor Paul O' Neil e já lançou diversos CD's e conta agora em seu extenso currículo o Letters From The Labyrinth e assim permanecem em atividade, contando com um time extremamente talentoso, tanto ao vivo como quanto em estúdio, citando nomes como Jeff Scott Soto, Russel Allen, Chris Caffery entre outros. Este projeto prima pela ousadia e pela fusão perfeita entre a opera rock e o estilo broadway  de performances ao vivo, inclusive com cenários que contribuem e muito para o entendimento, compreensão e diversão daqueles que comparecem aos seus shows, além de uma extensa filantropia envolvendo a companhia de Paul O ' Neil. Eu me arrisquei com alguns CD"s, entrei no site e vi que talento, ousadia e alegria na performance ao vivo não falta. Eles são a prova viva que o talento sempre prevalece, diante de sua longevidade e a sua alta capacidade de levar um público dada vez maior aos seus shows, ainda que a dita organização do Grammy prefira indicar lixos como Eminem e companhia.

A cultura da mediocridade domina "festas" como o Grammy. Trans Siberian Orchestra no Grammy AGORA.


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O Rock morreu. Será?

Volte e sempre é posto nos jornais que o Rock morreu e inclusive Gene Simmons abordou o tema, mas vamos lá, será que o Rock morreu mesmo? Ou não e continua mais vivo do que nunca? Vou apostar na segunda opção, de que o Rock está mais vivo do que nunca e detonando tudo, pois é ver e apreciar Van Halen contando novamente com Dave Lee Roth nos vocais e já com dois CD's lançados, o Lynyrd Skynyrd lançando mais material ao vivo, como o recente Pronouced Leh-Nerd Skin-Nerd e Second Helping Live, o surgimento da banda Blues Pills, os cada vez melhores lançamentos do guitarrista norte-americano Joe Bonamassa, a breve vida do Black Country Communion e etc. Então, como se pode falar que o Rock morreu, sendo o estilo de música mais rico e mais diversificado que existe nos dias de hoje e que ainda proporciona aos seus fãs momentos de alegria, de curtição, de relaxamento após uma dura semana de trabalho. Bandas como Kiss, Rush, Van Halen, Whitesnake, Winger, Marillion, Creedence Clearwater Revisited, Trans Siberian Orchestra e etc. Enfim, existem diversas provas, ao meu ver, incontestáveis que o Rock não só não morreu, como está mais vivo do que nunca, detonando tudo quanto é amplificador ao redor do mundo e levando multidões aos shows nos locais em que se apresentam.

Essa piada de que o Rock morreu está ficando muito da sem graça.

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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Quem sabe faz ao vivo

A máxima " Quem sabe faz ao vivo" aplica-se ao Rock e Heavy Metal e sim, devido ao talento que determinados músicos de dadas bandas possuem ( pode excluir a palavra talento das bandas de nü metal- nem sabem o que é isso), porque dentro do palco, lá vem notas precisas, melodias cativantes, alguns solos e/ou vocalizações iguais ou até melhores que as versões de estúdio, coisa que a banda Dream Theater é craque em fazer e posso falar de cadeira, porque os vi no Vivo Rio ano passado e que show que foi, tamanha a precisão destes músicos. Talento é inimitável, que o diga Tarja Turunen, cada um tem o seu e ao vivo os artistas e as suas bandas dão o suor para proporcionar aos seus fãs o melhor que eles têm a oferecer e o sorriso no rosto deles ao perceber que cumpriram com o prometido, que deram aos seus fãs o melhor show que eles puderam, fica visível a satisfação que os artistas sentem quando termina a apresentação e os fãs ficam igualmente satisfeitos quando o show acaba, pela dedicação, pelo que foi tocado no show e pela recompensa que receberam ao prestigiar o seu artista favorito.

Playback é para os fracos e medíocres.

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sábado, 14 de novembro de 2015

O Headbanger

O Headbanger é um ser inquieto por natureza. Digo isto por que faço parte deste grupo de pessoas cumpridoras de seus deveres e possuidor de um emprego que, graças a Deus, me dá os meios de acompanhar os meus artistas favoritos, seja através de seus CD's ou DVD's que eu compro, olho o livreto do cd, aprendo as letras e acompanho as entrevistas dadas por eles às revistas especializadas, fico na expectativa de virem ao Brasil para a turnê de divulgação de seu mais recente CD e quando a oportunidade sincroniza com o meu bolso, lá estou eu para assistir o show de meu artista favorito e quando acaba, fica a sensação mesclada de quero mais com a de dever cumprido ao prestigiar aquele grupo ou aquele (a) cantor(a), para poder voltar aos meus afazeres normais do dia a dia descansado mentalmente, pronto pro próximo show ou mídia relativo ao meu artista favorito.
Sim, eu vou de camisa preta aos show ou as uso socialmente quando a circunstancia permite, mas nunca, nunca faço bagunça ou arruaça, como é este estúpido esterótipo reinante sobre o Headbanger, que, na verdade, quando acaba o show, retira-se do local da maneira mais ordeira e pacífica que tantos outros fãs dos ditos "estilos' considerados "normais" ( e boçais pra caramba também), seguindo todas as instruções e recomendações relativas aos locais dos shows, seja em um Vivo Rio ou em um Rock in Rio, a nossa debandada após o concerto é calma e pacata, para que voltemos a ver os nossos artistas favoritos uma vez mais e para curtir o momento.
Discutimos sobre qual artista pertencente ao estilo musical Heavy metal é o melhor e nisso fica um quase flamengo e vasco, diante da empatia que cada um tem pelo seu músico ou banda favoritos, onde todos os argumentos e observações são postas na mesa para uma discussão pra ver quem tem mais razão e nem sempre esta razão maior aparece e é quando acaba a conversa e daí ruma-se para uma audição do mais recente trabalho dos artistas que tiveram seus nomes postos no bate papo.
Curtir Heavy Metal é bem mais saudável do que qualquer outro estilo, pois somos os fãs mais felizes de um determinado estilo musical e isto é estampado no rosto de quem está do seu lado ao presenciar um show do seu artista favorito.

Ser headbanger é estar vivo e de bem com a vida, além de curtir a melhor musica do mundo todo o dia, como se fosse o último o dia da sua vida.

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

New Metal- Praga disseminada pela mediocridade

Hoje é hora de falar de New Metal ou Nü metal e falar mal, até porque, convenhamos, não há nada de bom pra se falar desta dita "vertente" do metal, exceto que a sua exposição é uma grande campanha marqueteira para enganar as ditas bandas, para que os seus componentes achem e até acreditem que tem talento. Vendo Fred Durst, é pra concluir que não passam de gente auto-iludida que não tem uma só grama de talento, executa as mesmas notas, adoram gritar, como se isso significasse realmente uma postura que não a de um poser e, claro, o falso ar de " Oh, como sou atormentadinho, coitado de mim. "

Onde está o talento desta vertente? Não existe. Onde está qualquer cd relevante? Não existe. Qualquer coisa que demande talento, originalidade, ousadia, personalidade nos lançamentos de estúdio e ao vivo é totalmente ausente nesta turma, porque são músicos medíocres, repetitivos e enfadonhos.

Resumão, uma chatice sem tamanho este tal de New Metal.


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sábado, 7 de novembro de 2015

Sam Dunn







Ele é um musico canadense, diretor de filmes/ documentários direcionados ao mundo do heavy metal e antropologista , sendo o responsável pelos ótimos documentários Metal: A Headbanger's Journey, Global Metal, Metal Evolution, entre outros, além de, com o seu sócio,  Scot McFadyen co-dirigir e co-escrever  o roteiro do documentário que acompanha a banda Iron Maiden na turnê Somewhere Back in Time World Tour, onde é feita a modificação de um Boeing 757 em um jato privativo da banda, apelidado de Ed Force One.

Estes documentários lançados por Dunn, Metal: A Headbanger Journey, Global Metal e Metal Evolution tem um tom bem didático, abrangente e, porque não dizer, uma abordagem de fã deste gênero musical, feita meticulosa e cuidadosamente para que o fã de metal, um ser inquieto por natureza, acharia chato pra caramba, se ele, Dunn, fã, e provavelmente, também inquieto por natureza, não desse a estes documentários um tom leve, imprevisível e sem repetições demasiadas, que causa o risco de aborrecer o público alvo destes documentários.

Como eu só vi estes, além de Flight 666, percebi um excelente diretor de filmes documentários, além de headbanger de carteirinha. Infelizmente, só o metal evolution não encontra-se a venda no Brasil, creio eu, e o que está a venda no site da amazon não está com críticas muito positivas de quem o comprou.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Trilha Sonora do filme animado Transformers, de 1986





Trilha Sonora do filme animado Transformers, de 1986





Esta é a trilha sonora dos Transformers que vale, a que tem músicas empolgantes, com peso, melodia e vocais competentes, ao contrário da mediocridade linkin park, que está presente na do primeiro filme com atores de carne e osso ( chamar linkin park pra qualquer coisa é enaltecer a mediocridade) e o chato do smashing pumpkins é pedir pro ouvinte dar uma de 02 e sair.

Instruments of Destruction é um hard rock de primeira linha e que já começa a toda, com uma entrada de guitarra pesada, completamente diferente pros padrões da época, porque, afinal, Transformers era para criança e os criadores do filme colocam uma trilha rock and roll. Touch já é um rock mais farofa, embora não menos marcante que a música supracitada e Dare já tem aquela pegada e fibra mais rock and roll, juntamente de Nothin’s Gonna Stand in Our Way. Foi o tempo em que essas músicas tinham alma, pegada e a vontade das bandas que estavam envolvidas em projetos como estes darem o seu melhor e o exemplo maior é a faixa título, Transformers, executada de maneira eletrizante pela banda Lion. 

Quem tem este cd, escute-o sempre que puder. Quem não o tem, corra atrás, que vale a pena. Quem prefere linkin park, meus pêsames. 

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Trilhas do CD:


  1. "The Touch" (Performed by Stan Bush) (Produced by Richie Wise)
  2. "Instruments of Destruction" (Performed by N.R.G.) (Produced by Phil Greene)
  3. "The Death of Optimus Prime" (Performed by Vince DiCola) (Produced by Vince DiCola and Ed Fruge)
  4. "Dare" (Performed by Stan Bush)
  5. "Nothin’s Gonna Stand in Our Way" (Performed by Spectre General)[2]
  6. "The Transformers (Theme)" (Performed by Lion) (Produced by Richie Wise)
  7. "Escape" (Performed by Vince DiCola) (Produced by Vince DiCola and Ed Fruge)
  8. "Hunger" (Performed By Spectre General)[2]
  9. "Autobot/Decepticon Battle" (Performed by Vince DiCola) (Produced by Vince DiCola and Ed Fruge)
  10. "Dare to Be Stupid" (Performed by "Weird Al" Yankovic)

Queen + Adam Lambert



Queen + Adam Lambert


Antes do Rock in Rio, tinha toda esta expectativa em torno do Queen, porque eles se apresentaram na primeira edição do festival e com o insubstituível Freddy Mercury, que era um baita dum showman e diante da edição de 2015 ser a de trinta anos do festival, era óbvio que eles seriam escalados para dar uma palhinha e já que o veterano Paul Rodgers, do Bad Company não vingou e nada de Jeff Scott Soto, então lá foram os remanescentes da banda, Roger Taylor e Brian May à luta, pois não dá pra ir ao show sem ter quem cante certo? 

E lá foram eles, sem John Deacon, que caiu fora depois do show tributo a Freddie Mercury, atrás de alguém que fosse cantar as músicas sensacionais do Queen, como Princes of the Universe, Who Wants to Live Forever e etc. e como pinçaram e pinçaram, bem, pinçaram mal.

Adam Lambert não é um cantorzinho medíocre de chuveiro que estes reality shows tem a mania de premiar com o primeiro lugar, mas não possui a técnica e a habilidade necessárias para cantar no queen, devido a ausência da interpretação das letras e da carga emocional para determinadas músicas, como Who Wants to Live Forever e ainda erra em algumas estrofes a letra da música, inventa uma nova vocalização que não existe e  assassina este clássico do Queen.

Nem todos dão a sorte de Neal Schon, do Journey, ao achar Arnel Pineda.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos




domingo, 1 de novembro de 2015

Metallica- Live Shit- Binge and Purge



Metallica-Live Shit- Binge and Purge





Não há, na galeria de lançamentos ao vivo do Metallica, material melhor do que este, Live Shit- Binge and Purge. Pode procurar até naquele inferno que é a Coréia do Norte, que não achará. As músicas são cláááássicas, a banda estava azeitada igual a um V-12, o som um primor, então, não, não existe um material ao vivo melhor que este. Temos Welcome Home ( Sanatarium), The Four Horsemen, Fade to Black e The Unforgiven, pra citar algumas.

Este box é um registro da época da turnê nowhere else to roam tour, que foi de 1991 a 1993 e que promovia o famoso Black Album, uma das, senão a maior turnê do Metallica, já feita e todos, à época, queriam ter este cd, ainda mais na época das fitas cassete e quem nunca trocou um cassete pra gravar o Black Album está mentindo, porque os cassetes eram a forma mais fácil de troca de mercadoria naquele tempo  - hoje temos pen drives- , logo quem tinha o Black Album em cassete passava pro seu amigo gravar numa outra fita  cassete. Ahh, bons tempos.

Parando com as viagens nostálgicas, este foi o meu sonho de consumo durante muito tempo e, graças a Deus, eu o tenho aqui e servirá pra um comentário longo, pois é um material clááássico, sendo obrigatório pra quem é fã da banda tê-lo. Vamos por partes, começando pelos 3 CD's. O trio é gravado do show deles no México, com uma produção acima da média, pra época, pois eram o início dos anos 1990 e creio que nem se sonhava com a famosa pro tools e muito era feito analogicamente, deixando o som cristalino, iniciando o primeiro CD com Enter Sandman e emendando com Creeping Death, o que já incendiava o show, terminando este primeiro set com Stone Cold Crazy, do Queen ( o verdadeiro, não a cópia grosseira que "se apresentou" no Rock in Rio ( abordarei o dito show depois).Set list Matador, tudo bem, mas a banda tornou este box um senhor lançamento, pra mim pelo menos, pelo fato de terem lançado, em um mesmo produto, duas mídias com dois sets diferentes. O set list dos 3 CD's não é o mesmo do DVD de San Diego.O DVD do show de Seattle, que faz parte da turnê de lançamento do album  And Justice For All, é uma atração a parte e é onde, à época, os fãs que foram ao concerto foram apresentados a uma das músicas mais importantes do metal, pra mim, que é One e até hoje eu sempre assisto os dois concertos e viajo com os CD's, porque, afinal, é Metallica.

Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos

CD 01

1."The Ecstasy of Gold/Enter Sandman"  James HetfieldLars UlrichKirk Hammett7:28
2."Creeping Death"  Hetfield, Ulrich, Cliff Burton, Hammett7:28
3."Harvester of Sorrow"  Hetfield, Ulrich7:19
4."Welcome Home (Sanitarium)"  Hetfield, Ulrich, Hammett6:39
5."Sad but True"  Hetfield, Ulrich6:07
6."Of Wolf and Man"  Hetfield, Ulrich, Hammett6:22
7."The Unforgiven"  Hetfield, Ulrich, Hammett6:48
8."Justice Medley"

  • Hetfield, Ulrich, Hammett
  • Hetfield, Ulrich, Jason Newsted
  • Hetfield, Ulrich, Hammett
  • Hetfield, Ulrich, Hammett
  • Hetfield, Ulrich, Newsted
9:38
9."Solos (bass/guitar)"  Hammett, Newsted18:49


CD 02

1."Through the Never"  Hetfield, Ulrich, Hammett3:47
2."For Whom the Bell Tolls"  Hetfield, Ulrich, Burton5:48
3."Fade to Black"  Hetfield, Ulrich, Burton, Hammett7:12
4."Master of Puppets"  Hetfield, Ulrich, Burton, Hammett4:35
5."Seek & Destroy"  Hetfield, Ulrich18:08
6."Whiplash"  Hetfield, Ulrich5:34


CD 03

1."Nothing Else Matters"  Hetfield, Ulrich6:22
2."Wherever I May Roam"  Hetfield, Ulrich6:33
3."Am I Evil?(originally performed by Diamond Head)Sean Harris, Brian Tatler5:42
4."Last Caress" (originally performed by the Misfits)Glenn Danzig1:25
5."One"  Hetfield, Ulrich10:27
6."So What?/Battery("So What?" originally performed by Anti-Nowhere League)Nick Kulmer, Chris Exall, Clive Blake / Hetfield, Ulrich10:05
7."The Four Horsemen"  Hetfield, Ulrich, Dave Mustaine6:08
8."Motorbreath"  Hetfield3:14
9."Stone Cold Crazy(originally performed by Queen)Freddie MercuryBrian MayRoger TaylorJohn Deacon5:32


DVD 01


1.
"20 Min. MetalliMovie"  
19:56
2.
7:23
3.
"Creeping Death"  
7:45
4.
"Harvester of Sorrow"  
6:55
5.
"Welcome Home (Sanitarium)"  
6:59
6.
"Sad But True"  
6:35
7.
6:57
8.
"Bass solo"  
10:48
9.
"Through the Never"  
4:29
10.
7:54
11.
"Justice Medley" ("Eye of the Beholder"/"Blackened"/"The Frayed Ends of Sanity"/"...And Justice for All"/"Blackened")"  
10:16
12.
"Drum solo and drum battle (with James Hetfield on drum kit)"  
9:43
13.
"Guitar solo"  
8:49


14.
"The Four Horsemen"  
5:30
15.
5:50
16.
7:19
17.
"Whiplash"  
7:41
18.
5:28
19.
15:44
20.
"One"  
9:46
21.
3:54
22.
2:55
23.
"Battery"  
7:27
24.
"Stone Cold Crazy/End credits"  
13:06

DVD 02

1."The Ecstasy of Gold/Blackened"  11:43
2."For Whom the Bell Tolls"  5:30
3."Welcome Home (Sanitarium)"  6:27
4."Harvester of Sorrow"  6:28
5."The Four Horsemen"  5:35
6."The Thing That Should Not Be"  7:14
7."Bass solo"  7:46
8."Master of Puppets"  8:46
9."Fade to Black"  8:10
10."Seek & Destroy"  8:05
11."...And Justice for All"  13:33
12."One"  7:48
13."Creeping Death"  7:48
14."Guitar solo"  6:34
15."Battery"  9:11
16."Last Caress"  1:54
17."Am I Evil?"  4:06
18."Whiplash"  5:37
19."Breadfan/End credits"  8:20