Eu nunca fui um fã assíduo de André Matos e sempre acompanhei pequenos trechos de sua carreira, principalmente quando ele participou do projeto do músico alemão Tobias Sammet, o Avantasia, ou quando ele esteve à frente do Shaman, uma banda brasileira que me agradou muito.
O que notei foi um profissional irrepreensível, um senhor cantor e um artista que tinha a platéia na mão e que não se intimidava pela fronteira do idioma, como é mostrado no DVD do Avantasia Around the World- 20 days live, onde ele saúda a platéia da Republica Tcheca na língua mãe deste país do leste europeu, o que já diz muito sobre o profissionalismo deste artista do metal nacional.
Ele tinha a sua banda solo, André Matos, gravou o primeiro e único CD da superbanda Symphonia, In Paradisum, e, no dia 02 de junho, em São Paulo, apresentou-se novamente com seus colegas de Shaman e junto ao Avantasia, cantando a música Reach Out For The Light.
No dia 08 de Junho, ele, infelizmente, faleceu, de infarto. Quando um amigo me passou a notícia, fiquei num misto de choque e surpresa.Como assim? Ele tinha se apresentado com o Avantasia poucos dias antes. Este colega está me pregando uma peça de humor negro, pensei. A surpresa deu lugar ao choque, quando chegaram notícias das revistas e blogs especializados.Ele tinha falecido, mas a ficha não tinha caído ainda. Passados dez dias da sua morte, a ficha caiu e fica aquele vazio de que este cantor talentoso e profissional impecável já não está mais entre nós. Que Nossa Senhora cuide dele e que ouça a sua incrível voz no céu.
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
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terça-feira, 18 de junho de 2019
quarta-feira, 12 de junho de 2019
Quando a mediocridade alça vôo
Eu fico espantado com essa babação do pior , do medíocre e do péssimo. Esses fracos da música pesada são incensados a níveis olímpicos e ai de quem criticar, porque a turma do palavras machucam já fica toda atacada, chorona e quase vai pra terapia com mais esta queixa , cercado de milhares de lenços de papel.
Tom Morello, da banda chata Rage Against the Machine é um dos piores guitarristas que já tive o desprazer de ouvir. É sempre aquele arranjo de sempre de rap com metal, não sola, não manda um a só nota que empolgue. O audioslave só teve destaque por causa da voz de Chris Cornell e quando sai Cornell, adeus audioslave. Se ele é tão bom assim, por que a banda não vingou? Se fosse, a banda ainda estaria em atividade e com outro guitarrista, mas ele não tem a competência para tal. Agora está no tal prophets of rage, que adota uma simbologia fascista e um ritmo que putzgrilo, chato pra caramba. Devia se aposentar, pra deixar também de ser um arroz de festa de primeira. Mas, pra turma da revolta de adidas, ele é o máximo. Não dá pra entender.
Limp Bizkit também é levada a sério como banda, mas deveria ser um show de comédia. Eu não sei como acham que um sujeito esquisito, que se fantasia de qualquer coisa, é guitarrista. Quando leio que ele faz experiências sonoras, dá um calafrio. E quando a banda vai pro palco, é a senha pra cair fora, porque senão vai acabar dormindo, de tão vazias e entendiantes as ditas músicas disto são.
Aí, quando você ouve Gladys Knight ou Sade cantando, para sair um pouco do metal e rock, vem a pergunta de como alguém tão insossa como Beyonce é considerada cantora ou quando ouve um Human League, Human, não deixa de pensar que Ed Sheeran dá aquele falsete sem vergonha que mais parece uma crise de diarreia e que a mediocridade não só alça vôo, mas ainda consegue planar.
Tom Morello, da banda chata Rage Against the Machine é um dos piores guitarristas que já tive o desprazer de ouvir. É sempre aquele arranjo de sempre de rap com metal, não sola, não manda um a só nota que empolgue. O audioslave só teve destaque por causa da voz de Chris Cornell e quando sai Cornell, adeus audioslave. Se ele é tão bom assim, por que a banda não vingou? Se fosse, a banda ainda estaria em atividade e com outro guitarrista, mas ele não tem a competência para tal. Agora está no tal prophets of rage, que adota uma simbologia fascista e um ritmo que putzgrilo, chato pra caramba. Devia se aposentar, pra deixar também de ser um arroz de festa de primeira. Mas, pra turma da revolta de adidas, ele é o máximo. Não dá pra entender.
Limp Bizkit também é levada a sério como banda, mas deveria ser um show de comédia. Eu não sei como acham que um sujeito esquisito, que se fantasia de qualquer coisa, é guitarrista. Quando leio que ele faz experiências sonoras, dá um calafrio. E quando a banda vai pro palco, é a senha pra cair fora, porque senão vai acabar dormindo, de tão vazias e entendiantes as ditas músicas disto são.
Aí, quando você ouve Gladys Knight ou Sade cantando, para sair um pouco do metal e rock, vem a pergunta de como alguém tão insossa como Beyonce é considerada cantora ou quando ouve um Human League, Human, não deixa de pensar que Ed Sheeran dá aquele falsete sem vergonha que mais parece uma crise de diarreia e que a mediocridade não só alça vôo, mas ainda consegue planar.
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