A vida nos ensina que ficar olhando para o passado, remoer esta ou aquela escolha errada e pensar na clássica " se voltasse no tempo" é uma pura perda de tempo.
Sempre seguimos em frente, aprendendo com as escolhas passadas, mas jamais nos prendendo a elas e com os artistas da boa música é, ou em alguns casos, deveria ser.
Quando uma banda fez parte da história profissional de um dado artista e este segue em frente, com composições próprias, reúne todo um novo pessoal para tocar com, é altamente improdutivo chorar no leite derramado e recordar um tempo que já passou e que jamais voltará. Dave Mustaine, Megadeth, não fez uma viagem pela estrada da memória quando foi chutado do Metallica. Fundou o Megadeth, fez e ainda faz CD's excelentes e muito pesados, até mais pesados que qualquer coisa que o Metallica lançou até o momento. Tarja Turunen, a melhor vocalista de metal sinfônico e de Heavy Rock da atualizade, embora toque algumas músicas de sua ex-banda, não ficou chorando as suas pitangas. Investiu em novas sonoridades, colocou músicos competentes em sua banda e lança bons CD's até hoje, não perdendo tempo em ficar remoendo o passado, ainda que toque algumas, bem poucas, músicas do Nightwish.
Tal nostalgia desnecessária não é caracterizada quando uma banda resolve tocar algum CD antigo de sua discografia, porque, ao executar tal obra ao vivo, joga para atrair novos fãs para sí e assim apresentá-los ao seu novo trabalho.
O artista não é caranguejo para andar para trás e exemplos não faltam para seguir em frente. Só falta querer e parar de remoer o passado, para apresentar e vislumbrar um brilhante futuro.
Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante
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segunda-feira, 13 de agosto de 2018
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Tarja - Act II
A cantora finlandesa Tarja Turunen lança o seu segundo álbum ao vivo, Act II, com um variado repertório de músicas da sua carreira solo. Gravado em Novembro de 2016 em Milão, na Itália, este CD é a prova definitiva que a artista é a melhor vocalista de metal sinfônico na atualidade. Ela, ao vivo, acompanhada por Alex Scholpp e Julian Barret ( Guitarras), Kevin Chown (baixo), Christian Kretschmar (Teclados) e Timm Schreiner ( Bateria e Percussão), consegue dar um pouco de vida à insossa Eagle Eye, fazer duas excelentes covers, Goldfinger, do filme homônimo da franquia 007, cantada originariamente pela Dama Shirley Bassey, dar uma cara de música da franquia do agente secreto mais famoso do cinema à Supremacy, música da banda Muse e tornar perfeita a já bela música Deliverance e bancar sozinha Demons in You, que no CD The Shadow Self, contava também com Alissa White Gluz ( Arch Enemy) ora com vocais guturais e hora com vocais limpos.
Ela ainda executa medleys com músicas da sua época com o Nightwish, como Ever Dream, The Riddler e Slaying the Dreamer, passando, assim, rapidamente, pela fase inicial de sua carreira. Simplesmente imperdível.
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