Blog a prova da mediocridade fonográfica reinante

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sábado, 21 de novembro de 2015

Trans Siberian Orchestra

A Trans Siberian Orchestra é uma banda de rock progressivo em atividade desde 1996 pelo compositor e produtor Paul O' Neil e já lançou diversos CD's e conta agora em seu extenso currículo o Letters From The Labyrinth e assim permanecem em atividade, contando com um time extremamente talentoso, tanto ao vivo como quanto em estúdio, citando nomes como Jeff Scott Soto, Russel Allen, Chris Caffery entre outros. Este projeto prima pela ousadia e pela fusão perfeita entre a opera rock e o estilo broadway  de performances ao vivo, inclusive com cenários que contribuem e muito para o entendimento, compreensão e diversão daqueles que comparecem aos seus shows, além de uma extensa filantropia envolvendo a companhia de Paul O ' Neil. Eu me arrisquei com alguns CD"s, entrei no site e vi que talento, ousadia e alegria na performance ao vivo não falta. Eles são a prova viva que o talento sempre prevalece, diante de sua longevidade e a sua alta capacidade de levar um público dada vez maior aos seus shows, ainda que a dita organização do Grammy prefira indicar lixos como Eminem e companhia.

A cultura da mediocridade domina "festas" como o Grammy. Trans Siberian Orchestra no Grammy AGORA.


Direitos reservados ao autor da obra
@Leonardo de Abreu dos Santos

O Rock morreu. Será?

Volte e sempre é posto nos jornais que o Rock morreu e inclusive Gene Simmons abordou o tema, mas vamos lá, será que o Rock morreu mesmo? Ou não e continua mais vivo do que nunca? Vou apostar na segunda opção, de que o Rock está mais vivo do que nunca e detonando tudo, pois é ver e apreciar Van Halen contando novamente com Dave Lee Roth nos vocais e já com dois CD's lançados, o Lynyrd Skynyrd lançando mais material ao vivo, como o recente Pronouced Leh-Nerd Skin-Nerd e Second Helping Live, o surgimento da banda Blues Pills, os cada vez melhores lançamentos do guitarrista norte-americano Joe Bonamassa, a breve vida do Black Country Communion e etc. Então, como se pode falar que o Rock morreu, sendo o estilo de música mais rico e mais diversificado que existe nos dias de hoje e que ainda proporciona aos seus fãs momentos de alegria, de curtição, de relaxamento após uma dura semana de trabalho. Bandas como Kiss, Rush, Van Halen, Whitesnake, Winger, Marillion, Creedence Clearwater Revisited, Trans Siberian Orchestra e etc. Enfim, existem diversas provas, ao meu ver, incontestáveis que o Rock não só não morreu, como está mais vivo do que nunca, detonando tudo quanto é amplificador ao redor do mundo e levando multidões aos shows nos locais em que se apresentam.

Essa piada de que o Rock morreu está ficando muito da sem graça.

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@Leonardo de Abreu dos Santos

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Quem sabe faz ao vivo

A máxima " Quem sabe faz ao vivo" aplica-se ao Rock e Heavy Metal e sim, devido ao talento que determinados músicos de dadas bandas possuem ( pode excluir a palavra talento das bandas de nü metal- nem sabem o que é isso), porque dentro do palco, lá vem notas precisas, melodias cativantes, alguns solos e/ou vocalizações iguais ou até melhores que as versões de estúdio, coisa que a banda Dream Theater é craque em fazer e posso falar de cadeira, porque os vi no Vivo Rio ano passado e que show que foi, tamanha a precisão destes músicos. Talento é inimitável, que o diga Tarja Turunen, cada um tem o seu e ao vivo os artistas e as suas bandas dão o suor para proporcionar aos seus fãs o melhor que eles têm a oferecer e o sorriso no rosto deles ao perceber que cumpriram com o prometido, que deram aos seus fãs o melhor show que eles puderam, fica visível a satisfação que os artistas sentem quando termina a apresentação e os fãs ficam igualmente satisfeitos quando o show acaba, pela dedicação, pelo que foi tocado no show e pela recompensa que receberam ao prestigiar o seu artista favorito.

Playback é para os fracos e medíocres.

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@Leonardo de Abreu dos Santos

sábado, 14 de novembro de 2015

O Headbanger

O Headbanger é um ser inquieto por natureza. Digo isto por que faço parte deste grupo de pessoas cumpridoras de seus deveres e possuidor de um emprego que, graças a Deus, me dá os meios de acompanhar os meus artistas favoritos, seja através de seus CD's ou DVD's que eu compro, olho o livreto do cd, aprendo as letras e acompanho as entrevistas dadas por eles às revistas especializadas, fico na expectativa de virem ao Brasil para a turnê de divulgação de seu mais recente CD e quando a oportunidade sincroniza com o meu bolso, lá estou eu para assistir o show de meu artista favorito e quando acaba, fica a sensação mesclada de quero mais com a de dever cumprido ao prestigiar aquele grupo ou aquele (a) cantor(a), para poder voltar aos meus afazeres normais do dia a dia descansado mentalmente, pronto pro próximo show ou mídia relativo ao meu artista favorito.
Sim, eu vou de camisa preta aos show ou as uso socialmente quando a circunstancia permite, mas nunca, nunca faço bagunça ou arruaça, como é este estúpido esterótipo reinante sobre o Headbanger, que, na verdade, quando acaba o show, retira-se do local da maneira mais ordeira e pacífica que tantos outros fãs dos ditos "estilos' considerados "normais" ( e boçais pra caramba também), seguindo todas as instruções e recomendações relativas aos locais dos shows, seja em um Vivo Rio ou em um Rock in Rio, a nossa debandada após o concerto é calma e pacata, para que voltemos a ver os nossos artistas favoritos uma vez mais e para curtir o momento.
Discutimos sobre qual artista pertencente ao estilo musical Heavy metal é o melhor e nisso fica um quase flamengo e vasco, diante da empatia que cada um tem pelo seu músico ou banda favoritos, onde todos os argumentos e observações são postas na mesa para uma discussão pra ver quem tem mais razão e nem sempre esta razão maior aparece e é quando acaba a conversa e daí ruma-se para uma audição do mais recente trabalho dos artistas que tiveram seus nomes postos no bate papo.
Curtir Heavy Metal é bem mais saudável do que qualquer outro estilo, pois somos os fãs mais felizes de um determinado estilo musical e isto é estampado no rosto de quem está do seu lado ao presenciar um show do seu artista favorito.

Ser headbanger é estar vivo e de bem com a vida, além de curtir a melhor musica do mundo todo o dia, como se fosse o último o dia da sua vida.

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@Leonardo de Abreu dos Santos

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

New Metal- Praga disseminada pela mediocridade

Hoje é hora de falar de New Metal ou Nü metal e falar mal, até porque, convenhamos, não há nada de bom pra se falar desta dita "vertente" do metal, exceto que a sua exposição é uma grande campanha marqueteira para enganar as ditas bandas, para que os seus componentes achem e até acreditem que tem talento. Vendo Fred Durst, é pra concluir que não passam de gente auto-iludida que não tem uma só grama de talento, executa as mesmas notas, adoram gritar, como se isso significasse realmente uma postura que não a de um poser e, claro, o falso ar de " Oh, como sou atormentadinho, coitado de mim. "

Onde está o talento desta vertente? Não existe. Onde está qualquer cd relevante? Não existe. Qualquer coisa que demande talento, originalidade, ousadia, personalidade nos lançamentos de estúdio e ao vivo é totalmente ausente nesta turma, porque são músicos medíocres, repetitivos e enfadonhos.

Resumão, uma chatice sem tamanho este tal de New Metal.


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@Leonardo de Abreu dos Santos

sábado, 7 de novembro de 2015

Sam Dunn







Ele é um musico canadense, diretor de filmes/ documentários direcionados ao mundo do heavy metal e antropologista , sendo o responsável pelos ótimos documentários Metal: A Headbanger's Journey, Global Metal, Metal Evolution, entre outros, além de, com o seu sócio,  Scot McFadyen co-dirigir e co-escrever  o roteiro do documentário que acompanha a banda Iron Maiden na turnê Somewhere Back in Time World Tour, onde é feita a modificação de um Boeing 757 em um jato privativo da banda, apelidado de Ed Force One.

Estes documentários lançados por Dunn, Metal: A Headbanger Journey, Global Metal e Metal Evolution tem um tom bem didático, abrangente e, porque não dizer, uma abordagem de fã deste gênero musical, feita meticulosa e cuidadosamente para que o fã de metal, um ser inquieto por natureza, acharia chato pra caramba, se ele, Dunn, fã, e provavelmente, também inquieto por natureza, não desse a estes documentários um tom leve, imprevisível e sem repetições demasiadas, que causa o risco de aborrecer o público alvo destes documentários.

Como eu só vi estes, além de Flight 666, percebi um excelente diretor de filmes documentários, além de headbanger de carteirinha. Infelizmente, só o metal evolution não encontra-se a venda no Brasil, creio eu, e o que está a venda no site da amazon não está com críticas muito positivas de quem o comprou.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Trilha Sonora do filme animado Transformers, de 1986





Trilha Sonora do filme animado Transformers, de 1986





Esta é a trilha sonora dos Transformers que vale, a que tem músicas empolgantes, com peso, melodia e vocais competentes, ao contrário da mediocridade linkin park, que está presente na do primeiro filme com atores de carne e osso ( chamar linkin park pra qualquer coisa é enaltecer a mediocridade) e o chato do smashing pumpkins é pedir pro ouvinte dar uma de 02 e sair.

Instruments of Destruction é um hard rock de primeira linha e que já começa a toda, com uma entrada de guitarra pesada, completamente diferente pros padrões da época, porque, afinal, Transformers era para criança e os criadores do filme colocam uma trilha rock and roll. Touch já é um rock mais farofa, embora não menos marcante que a música supracitada e Dare já tem aquela pegada e fibra mais rock and roll, juntamente de Nothin’s Gonna Stand in Our Way. Foi o tempo em que essas músicas tinham alma, pegada e a vontade das bandas que estavam envolvidas em projetos como estes darem o seu melhor e o exemplo maior é a faixa título, Transformers, executada de maneira eletrizante pela banda Lion. 

Quem tem este cd, escute-o sempre que puder. Quem não o tem, corra atrás, que vale a pena. Quem prefere linkin park, meus pêsames. 

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@Leonardo de Abreu dos Santos

Trilhas do CD:


  1. "The Touch" (Performed by Stan Bush) (Produced by Richie Wise)
  2. "Instruments of Destruction" (Performed by N.R.G.) (Produced by Phil Greene)
  3. "The Death of Optimus Prime" (Performed by Vince DiCola) (Produced by Vince DiCola and Ed Fruge)
  4. "Dare" (Performed by Stan Bush)
  5. "Nothin’s Gonna Stand in Our Way" (Performed by Spectre General)[2]
  6. "The Transformers (Theme)" (Performed by Lion) (Produced by Richie Wise)
  7. "Escape" (Performed by Vince DiCola) (Produced by Vince DiCola and Ed Fruge)
  8. "Hunger" (Performed By Spectre General)[2]
  9. "Autobot/Decepticon Battle" (Performed by Vince DiCola) (Produced by Vince DiCola and Ed Fruge)
  10. "Dare to Be Stupid" (Performed by "Weird Al" Yankovic)

Queen + Adam Lambert



Queen + Adam Lambert


Antes do Rock in Rio, tinha toda esta expectativa em torno do Queen, porque eles se apresentaram na primeira edição do festival e com o insubstituível Freddy Mercury, que era um baita dum showman e diante da edição de 2015 ser a de trinta anos do festival, era óbvio que eles seriam escalados para dar uma palhinha e já que o veterano Paul Rodgers, do Bad Company não vingou e nada de Jeff Scott Soto, então lá foram os remanescentes da banda, Roger Taylor e Brian May à luta, pois não dá pra ir ao show sem ter quem cante certo? 

E lá foram eles, sem John Deacon, que caiu fora depois do show tributo a Freddie Mercury, atrás de alguém que fosse cantar as músicas sensacionais do Queen, como Princes of the Universe, Who Wants to Live Forever e etc. e como pinçaram e pinçaram, bem, pinçaram mal.

Adam Lambert não é um cantorzinho medíocre de chuveiro que estes reality shows tem a mania de premiar com o primeiro lugar, mas não possui a técnica e a habilidade necessárias para cantar no queen, devido a ausência da interpretação das letras e da carga emocional para determinadas músicas, como Who Wants to Live Forever e ainda erra em algumas estrofes a letra da música, inventa uma nova vocalização que não existe e  assassina este clássico do Queen.

Nem todos dão a sorte de Neal Schon, do Journey, ao achar Arnel Pineda.

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@Leonardo de Abreu dos Santos




domingo, 1 de novembro de 2015

Metallica- Live Shit- Binge and Purge



Metallica-Live Shit- Binge and Purge





Não há, na galeria de lançamentos ao vivo do Metallica, material melhor do que este, Live Shit- Binge and Purge. Pode procurar até naquele inferno que é a Coréia do Norte, que não achará. As músicas são cláááássicas, a banda estava azeitada igual a um V-12, o som um primor, então, não, não existe um material ao vivo melhor que este. Temos Welcome Home ( Sanatarium), The Four Horsemen, Fade to Black e The Unforgiven, pra citar algumas.

Este box é um registro da época da turnê nowhere else to roam tour, que foi de 1991 a 1993 e que promovia o famoso Black Album, uma das, senão a maior turnê do Metallica, já feita e todos, à época, queriam ter este cd, ainda mais na época das fitas cassete e quem nunca trocou um cassete pra gravar o Black Album está mentindo, porque os cassetes eram a forma mais fácil de troca de mercadoria naquele tempo  - hoje temos pen drives- , logo quem tinha o Black Album em cassete passava pro seu amigo gravar numa outra fita  cassete. Ahh, bons tempos.

Parando com as viagens nostálgicas, este foi o meu sonho de consumo durante muito tempo e, graças a Deus, eu o tenho aqui e servirá pra um comentário longo, pois é um material clááássico, sendo obrigatório pra quem é fã da banda tê-lo. Vamos por partes, começando pelos 3 CD's. O trio é gravado do show deles no México, com uma produção acima da média, pra época, pois eram o início dos anos 1990 e creio que nem se sonhava com a famosa pro tools e muito era feito analogicamente, deixando o som cristalino, iniciando o primeiro CD com Enter Sandman e emendando com Creeping Death, o que já incendiava o show, terminando este primeiro set com Stone Cold Crazy, do Queen ( o verdadeiro, não a cópia grosseira que "se apresentou" no Rock in Rio ( abordarei o dito show depois).Set list Matador, tudo bem, mas a banda tornou este box um senhor lançamento, pra mim pelo menos, pelo fato de terem lançado, em um mesmo produto, duas mídias com dois sets diferentes. O set list dos 3 CD's não é o mesmo do DVD de San Diego.O DVD do show de Seattle, que faz parte da turnê de lançamento do album  And Justice For All, é uma atração a parte e é onde, à época, os fãs que foram ao concerto foram apresentados a uma das músicas mais importantes do metal, pra mim, que é One e até hoje eu sempre assisto os dois concertos e viajo com os CD's, porque, afinal, é Metallica.

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@Leonardo de Abreu dos Santos

CD 01

1."The Ecstasy of Gold/Enter Sandman"  James HetfieldLars UlrichKirk Hammett7:28
2."Creeping Death"  Hetfield, Ulrich, Cliff Burton, Hammett7:28
3."Harvester of Sorrow"  Hetfield, Ulrich7:19
4."Welcome Home (Sanitarium)"  Hetfield, Ulrich, Hammett6:39
5."Sad but True"  Hetfield, Ulrich6:07
6."Of Wolf and Man"  Hetfield, Ulrich, Hammett6:22
7."The Unforgiven"  Hetfield, Ulrich, Hammett6:48
8."Justice Medley"

  • Hetfield, Ulrich, Hammett
  • Hetfield, Ulrich, Jason Newsted
  • Hetfield, Ulrich, Hammett
  • Hetfield, Ulrich, Hammett
  • Hetfield, Ulrich, Newsted
9:38
9."Solos (bass/guitar)"  Hammett, Newsted18:49


CD 02

1."Through the Never"  Hetfield, Ulrich, Hammett3:47
2."For Whom the Bell Tolls"  Hetfield, Ulrich, Burton5:48
3."Fade to Black"  Hetfield, Ulrich, Burton, Hammett7:12
4."Master of Puppets"  Hetfield, Ulrich, Burton, Hammett4:35
5."Seek & Destroy"  Hetfield, Ulrich18:08
6."Whiplash"  Hetfield, Ulrich5:34


CD 03

1."Nothing Else Matters"  Hetfield, Ulrich6:22
2."Wherever I May Roam"  Hetfield, Ulrich6:33
3."Am I Evil?(originally performed by Diamond Head)Sean Harris, Brian Tatler5:42
4."Last Caress" (originally performed by the Misfits)Glenn Danzig1:25
5."One"  Hetfield, Ulrich10:27
6."So What?/Battery("So What?" originally performed by Anti-Nowhere League)Nick Kulmer, Chris Exall, Clive Blake / Hetfield, Ulrich10:05
7."The Four Horsemen"  Hetfield, Ulrich, Dave Mustaine6:08
8."Motorbreath"  Hetfield3:14
9."Stone Cold Crazy(originally performed by Queen)Freddie MercuryBrian MayRoger TaylorJohn Deacon5:32


DVD 01


1.
"20 Min. MetalliMovie"  
19:56
2.
7:23
3.
"Creeping Death"  
7:45
4.
"Harvester of Sorrow"  
6:55
5.
"Welcome Home (Sanitarium)"  
6:59
6.
"Sad But True"  
6:35
7.
6:57
8.
"Bass solo"  
10:48
9.
"Through the Never"  
4:29
10.
7:54
11.
"Justice Medley" ("Eye of the Beholder"/"Blackened"/"The Frayed Ends of Sanity"/"...And Justice for All"/"Blackened")"  
10:16
12.
"Drum solo and drum battle (with James Hetfield on drum kit)"  
9:43
13.
"Guitar solo"  
8:49


14.
"The Four Horsemen"  
5:30
15.
5:50
16.
7:19
17.
"Whiplash"  
7:41
18.
5:28
19.
15:44
20.
"One"  
9:46
21.
3:54
22.
2:55
23.
"Battery"  
7:27
24.
"Stone Cold Crazy/End credits"  
13:06

DVD 02

1."The Ecstasy of Gold/Blackened"  11:43
2."For Whom the Bell Tolls"  5:30
3."Welcome Home (Sanitarium)"  6:27
4."Harvester of Sorrow"  6:28
5."The Four Horsemen"  5:35
6."The Thing That Should Not Be"  7:14
7."Bass solo"  7:46
8."Master of Puppets"  8:46
9."Fade to Black"  8:10
10."Seek & Destroy"  8:05
11."...And Justice for All"  13:33
12."One"  7:48
13."Creeping Death"  7:48
14."Guitar solo"  6:34
15."Battery"  9:11
16."Last Caress"  1:54
17."Am I Evil?"  4:06
18."Whiplash"  5:37
19."Breadfan/End credits"  8:20